Nao Magoe um Alguem
Fui tutor para o 'Progestão"! Um treino sem saldo considerado, pois não me serviu por garantia de permanência: A politicagem.
Ser o segundo não significa ser ruim ou incapaz de ser o primeiro,significa que você está um passo atrás do primeiro,se esforce um pouco mais,e de dois passos a frente do primeiro.
Ser fã não é apenas gostar da arte que o artista proporciona, é admirá-lo como pessoa, ser um espelho magistral da sua personalidade, abraçar os seus passos com esplendor e respeitá-lo acima de tudo, independente de como ele encerre a sua vida na terra.
Desabafo de um amante
Há de acontecer um dia
Em que meu coração não velará mais pelo teu;
Que repotuo-o ufano
Me queres de rojo
Pois me deseja rendido aos teus pés
E neles deseja o meu selo
Haverá um dia, em que ir-me-ei, nem que tardança, arrebatar-me por outra
E se valer a pena, a chamarei de amante, só pra te ver arrufada
as vezes temos que sonhar alem do imaginário porque sem sonho não temos um objetivo não temos porque viver para que viver sem objetivo
Livros servem de escudo somente quando são lidos, mas não retêm um projétil de uma calibre 50.
Sobre o caso de jovem que matou o namorado em um experimento para o Youtube.
Era uma vez, em um lugar não tão longe daqui, uma garotinha de nome peculiar e um jeito totalmente singular. Assolada por separações e algumas desilusões, escondia todo o medo e tristeza em um sorriso cintilante. Os anos iam passando, ela ia esticando, se transformando e logo sua beleza foi se mostrando.
Com seu jeito de menina destemida, bem resolvida, encantava a todos que encontrava, mas a um em especial ela visgou o coração e agarrou pelas mãos. Juntos percorreram casas, ruas, bairros e cidades, segundos, horas, dias, meses e anos. O mundo se apequenou, ao lado da sede por mais da menina rosa e do menino cravo.
O tempo avançava feito bala perdida. A rosa, agora se fazia em sol para o cravo, que por tanto ama-la, e viver a olha-la, se fazia girassol.
Nada contente com a felicidade do cravo-girassol e da menina rosa, que agora era sol, os ventos começaram a soprar e ao menino cravo despedaçar. Certa manhã a menina rosa, que agora era sol, foi lhe procurar, mas para sua surpresa ele não estava mais lá.
Dura vida do sertanejo.
A seca é um tormento
que assola a região
quem caminha no relento
não merece humilhação
quem não tem conhecimento
não entende o sofrimento
de quem vive no sertão.
Chega um momento que só resta deixar ir. Tudo aquilo que eu pensava que era pra ser e não foi. E não é culpa minha, talvez eu te culpe? Talvez. Mas no final das contas, não importa mais quem errou. Não importa quem foi embora primeiro. Quem fechou a porta. Importa que a porta tá fechada e que a chave não existe mais. Confesso que, por diversas vezes tentei achar a cópia, e até arrombar pra ver se daria certo de novo. Mas quando ela se fecha, existe um porque maior. Uma razão da qual talvez a gente nunca entenda. E não quero mais entender. Só me resta aceitar que cada briga e grosseria sua são motivos suficientes pra que eu não queria mais te ver. Jamais vou desejar seu mal, meu coração não deixaria. Mas também não te desejo por perto. Desejo uma felicidade linda pra nós, longe um do outro. Desejo uma paz que nunca tivemos juntos.
Eu não vou ser sua amiga de rede social
A gente vive hoje em um mundo que as pessoas medem a qualidade das amizades pela redes sociais. Pelas fotos postadas, pelos comentários e likes. Eu vim de uma geração que viu nascer a internet. Lá em casa tinha um computador que ficava no quarto dos meus pais, MS DOS. No início nem tinha internet. Quando ela surgiu, era caro demais e ainda ocupava a linha do telefone porque era internet discada. Pra entrar, eu tinha que revezar com meus irmãos. A gente combinava com os amigos de entrar de madrugada, era mais barato. Era tudo muito lento, e começamos a entrar na era digital com o falecido ICQ. Quando queríamos contar alguma coisa pros amigos, a gente usava o telefone. Quem não sabia de cor o telefone fixo dos amigos? É camarada, fixo, porque naquela epoca os celulares só mandavam SMS e ninguém tinha dinheiro pra bancar uma ligação de longos minutos. Também tinha a opção de ligar de três segundos (quem nunca?). Eu também mandava muita cartinha. Tinha uma caixa de cartas, nem sonhava na existência do whatsapp.
A gente comprava filme de 12, 16, 36 poses. Tirava foto e ficava torcendo (pelo amor de Deus) pra não queimar ou ter piscado na hora. A gente tinha que revelar as fotos, e também pagava por isso, fazia álbum de viagens, excursões, festas. A vida era analógica, e olha, a gente era feliz viu?
Temos vivido na era da paranóia. Todo mundo sabe que vida de instagram nem sempre (quase nunca) retrata a vida real. O problema é que, mesmo sabendo disso, muitos encaram a vida virtual como mais importante que a convivência offline. O fato de não te seguir no instagram ou no twitter, ou não te ter na lista de amigos do facebook, não significa que eu não goste de você. Tenho vários amigos que não tem rede social, e adivinha, sou mais próxima do que vários que me dão likes o dia inteiro. Posso não te seguir porque não curto suas postagens (nada pessoal ta?), ou porque as vezes meu feed ta lotado e numa dessas limpezas da vida, parei de te seguir sem querer. E será que isso é realmente o mais importante?
Há não muito tempo fui questionada sobre isso por algumas pessoas, uns amigos, outros nem tanto. O fato de não medir a intensidade e importância da amizade pela convivência digital me deixou perplexa por ver como as pessoas se importam com o que não deveria ter importância nenhuma. Pessoas que não fazem questão de encontrar pessoalmente, mas que se sentem extremamente ofendidas porque não são meus amigos na internet. Não leve pro pessoal, eu gosto de você, mas não vou ser sua amiga de rede social.
"Tudo que um dia traí pensamentos não ofende modo de pensar, mas tudo que contradiz aquilo que está na mente, certamente destituiu valores".
G.
Vai viver pensando, ou vai por em prática o seu pensamento ? eis a questão , um sim , um não , talvez , sem contradição , tenha soberania na sua decisão , ou vai morrer em vão .
Quero conseguir estar com um sorriso decorando o meu rosto, mesmo que a situação não seja de felicidade, mas que o meu sorriso consiga transmitir coisas boas, para que eu não abale ninguém ao meu redor...
Quero olhar para o nada e pensar em um alguém,assim lembrar que do nada tornasse algo significativo, saber que esse alguém também pensa em mim,e que sente a minha falta quando não estou presente...
Queria ter a convicção que apesar das minhas loucuras, estranhezas, pitis etc... Alguém me valoriza, mas pelo o que sou... uma pessoa inteira, que abusa demais das coisas quanto boas e ruins que a vida proporciona... Que valorize meus sentimentos e não brinque com eles, que não me procure só quando precisar, pois se não for assim... quero distância, posso ser indecisa, mas uma coisa é certa, não gosto do incerto, do duvidoso, do aproveitador... Comigo é frio ou quente, quer ou não, fica ou some, a vida já está cheia de dúvidas, então não seja mais uma!
Um Mestre conhece outro Mestre, não há escapatória.
Hoje, pela manhã, fui com meu filho levar a guitarra dele para uma revisão e conserto em um luthier indicado por amigo.
Na hora das apresentações o luthier olhou para mim e disse, depois de ter cumprimentado meu filho: e o senhor é o Mestre, está na cara.
Pensei comigo, mestre em que? Só se for o fato de não temer a morte.
Essa experiência me faz lembrar a história de um soldado do exército japonês que procurou um mestre na Arte da Espada para aprender com ele. Quando chegou, cumprimentou o Mestre e o sábio lhe disse, de supetão: Você já é um mestre. O soldado ainda tentou convencer o sábio professor de que tal título não era verdadeiro, pois nunca aprendera nenhuma Arte, antes. O sábio insistiu: Que você é um Mestre não há dúvida, falta só saber por que. Vamos deixar o tempo passar e descobrirei a resposta para isso.
Belo dia, o sábio ensinou uma das praticas mais complexas da Arte da Espada a todos os alunos e, no final, pediu que alguém servisse como voluntário para mostrar a prática aos demais, com ele. Ninguém se mexeu até que o soldado foi a frente e se ofereceu, para surpresa geral. O sábio ficou perplexo e disse: É a primeira vez que um dos meus alunos se oferece para demonstrar essa prática. Então perguntou ao soldado: Você não tem medo de morrer? O jovem militar respondeu: Não, não tenho medo da morte.
Eu sabia, disse o sábio. Você já era um mestre, lembra que lhe disse isso no primeiro dia? Pois é, o fim último de toda Arte (marcial) é perder o medo da morte e ser declarado Mestre. Se você perdeu o medo da morte, então você é, sem dúvida, um mestre.
Só faltou dizer que o luthier é um Mestre, sem dúvida ele não tem medo de morrer. Como eu sei? Se você visse o orçamento que ele deu ao meu filho para o conserto da guitarra, saberia porque.
Tô brincando, claro.
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