Nao Magoe um Alguem
4267 📜 Acabo de ver alguém garantindo que um Candidato em São Paulo 'já está reeleito '. Apesar de Eu não conhecer, na Democracia, vencedor de véspera ou de pesquisas, apesar disso, comentei bem assim: 'Se Eleito, pelo Voto 🗳️, eu o respeito e o cumprimento. Seja ele ou mesmo se for o Zé das Couves. Não respeito nem cumprimento se for 'Eleito' no Golpe ou na Tentativa de Golpe, como a Justiça afirma e que, por isso, encarcerou o DitoMito (deles, não meu).
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Foi em:
https://youtube.com/shorts/qKW_Nj2WY1Y?is=3AM90NaOw2MmIw7t
Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!
Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.
Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.
E então, de repente, chega Carpinejar.
Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.
Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.
E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”
É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.
Como ensinar o poder a amar sem possuir.
Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.
É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”
Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!
Nada é tão difícil e penoso quanto habitar um mundo que gira em torno do umbigo de alguém.
Há pessoas que tentam transformar a própria existência no centro de gravidade de tudo o que acontece.
Suas dores sempre parecem maiores, suas conquistas mais importantes, suas ideias mais assertivas, seus problemas mais urgentes.
Quem vive ao redor delas, pouco a pouco, deixa de ocupar um lugar de sujeito para tornar-se apenas figurante em uma história que nunca lhe pertenceu.
Conviver com alguém assim é experimentar o desgaste silencioso de ser constantemente invisível.
É perceber que o diálogo se torna monólogo, que a empatia tem mão única e que o afeto passa a ser medido pela capacidade de alimentar as necessidades do outro.
Quem exige compreensão sem limites, muito raramente oferece a mesma disposição para compreender.
O egoísmo, quando se torna modo de existir, não desgasta apenas quem está por perto.
Também condena quem o cultiva a uma vida estreita, incapaz de enxergar a riqueza que existe na troca, na escuta e na vulnerabilidade compartilhada.
Afinal, ninguém cresce olhando apenas para o próprio umbigo.
Relacionamentos saudáveis não se sustentam quando apenas um ocupa o centro da mesa.
Eles florescem quando há espaço para diferentes histórias, diferentes dores e diferentes alegrias.
Amar, conviver e construir exigem um movimento constante de descentralização: reconhecer que o outro também carrega um universo inteiro dentro de si.
Talvez a verdadeira maturidade comece justamente quando deixamos de perguntar apenas “o que isso significa para mim?” e passamos a perguntar “como isso afeta quem caminha ao meu lado?”.
Porque a vida não foi feita para ser um espelho onde admiramos incessantemente a própria imagem, mas uma janela pela qual aprendemos a enxergar o mundo através dos olhos de quem compartilha a caminhada conosco.
Talvez o simples fato de alguém abrir um debate, já militando, já negue a honesta vontade em debater qualquer pauta.
Há uma diferença sutil — e ao mesmo tempo bastante abissal — entre quem entra em uma conversa para compreender e quem entra apenas para vencer.
O primeiro escuta com desconforto, com a humildade intelectual de quem admite não saber tudo; o segundo fala com a urgência de quem já decidiu tudo, antes mesmo da primeira palavra alheia ser dita.
Quando o debate já nasce contaminado pela certeza inabalável, ele deixa de ser encontro e se torna encenação.
Argumentos passam a ser munição, não pontes.
Perguntas deixam de buscar respostas e passam a servir como armadilhas retóricas.
E, nesse cenário, o outro não é mais alguém a ser compreendido, mas alguém a ser derrotado — ou, no mínimo, deslegitimado, demonizado e até desumanizado.
Militar, no sentido mais rígido, é carregar uma causa com convicção.
Mas quando essa convicção ocupa todo o espaço da escuta, ela se torna um filtro que distorce qualquer possibilidade de diálogo real.
Tudo o que não confirma crenças pré-existentes é descartado, reinterpretado ou combatido.
E assim, paradoxalmente, quanto mais se fala em debate, menos ele de fato acontece.
O problema não está em ter posicionamento — isso é inevitável e até necessário.
O problema surge quando o posicionamento antecede a disposição de ouvir, quando a conclusão vem antes da reflexão, quando o compromisso é mais com a própria identidade do que com a verdade.
Talvez o verdadeiro debate comece apenas quando há risco.
Risco de rever ideias, de ajustar certezas, de reconhecer pontos no outro.
Sem esse risco, resta apenas o conforto das próprias convicções — e o eco previsível de quem nunca esteve, de fato, disposto a dialogar.
A vida inteira a gente busca um certo Alguém..
Que venha a nos completar...
Como se estivesse nos faltando algum pedaço...
Alguém que seja como um espelho...
Onde possamos nos refletir...
E nos reconhecer...
Porque,quase sempre, cultivando uma auto-imagem distorcida...
Carecemos dos olhos amorosos do companheiro...
Para vislumbrar e valorizar nosso eu real ...
Alguem em algum momento da vida disse para todo começo deve haver um fim!!"MENTIRA" porque eu sei que para ser eterno basta fazer algo notavel !!este é meu começo e não pretendoter um fim,mesmo que isso custi mais caro que o homen possa pagar, pois todo dinheiro que existe no mundo não compra a felicidade de um HOMEM.
Questionário
Escrevo em folhas soltas
Perguntas que um dia alguém vai responder
Indagações bobas
Mas que não são fáceis de entender.
Quando terminei a lista
Havia cinco tópicos
E uma pista:
1-O que realmente vale a pena amar?
2-Pelo o que devo morrer?
3-O que sobre o universo devo saber?
4-No que devo me tornar?
5-O que eu realmente devo apreciar?
Conserve sua liberdade,
Sua vontade em ser,
Sua arte em pensar,
A natureza que não se pode comprar
Ou corromper.
Os filhos são a continuidade da nossa existência, alguém que um dia dirá:
-Meu pai me ensinou...
-Meu pai me disse...
Ser pai é ser orgulho do filho.
Tenho muito a ensinar e tenho muito a aprender.
Inteligência, carinho, atenção e força eu já tenho...ainda falta uma coisa...
OI PAI...
Quando alguém fala pra mim: Eu tenho um sonho, me desanima
da vontade de falar: acordaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
A vida são feitas de metas e foco.
Aceitar o amor, entender um sorriso, saber perdoar, AMAR. Sentir a necessidade de ter alguém ao seu lado e acima de tudo valorizar, amar. São poucos os que amam. A sensação de consciência tranqüila, o desamor sem peso, de ser feliz sem precisar de alguém, ser feliz por essas pequenas coisas.. Ser feliz com a simplicidade.Até porque a felicidade está em você e não naquilo que você idealiza.
E quando voce acha que encontrou alguém para chamar de amigo/a, e depois de um pequeno tempo, percebe que o único amigo era voce mesmo. Que voce deixou seu coração bater forte por alguém que desprezou seu "tum-tum". Daí voce entende o quão ingrato ele foi, fez pouco do seu carinho, e a cima de tudo, fez voce desperdiça palavra, das quais foram sinceras, de amor, de honestidade e amizade. Por isso estou demonstrando o quanto me importo com as pessoas, na mesma medida que sinto que se importam comigo. É fato isso. Porque demostrar o que não demostram comigo? Por que ser amável com quem não é comigo? Por que ser amiga de quem não é comigo? Não sou falsa, sou real, sou verdadeira. Verdade essa que poucos usam, poucos sabem seu peso. Sou amiga? Sim! de quem é comigo, e o resto? Bem, o resto é resto.
Quando alguém precisar estenda a mão, pois esta mão que agarra a sua pode ser a mesma que um dia te levantará.
Talvez hoje você faça parte da platéia que aplauda as ruínas de alguém, mas amanhã você corre um sério risco de deixar de ser platéia e virar o palco do sucesso de quem você viu aparentemente não ter futuro.
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