Nao Magoe um Alguem
A Gratidologia é a Ciência da Gratidão. É muito mais do que ser agradecido. É um exercício diário de ver a gratidão em tudo e todos.
Existe um assassinato ainda mais cruel. Aquele que te faz tanto danos ao ponto de você se matar com as próprias mãos. Enquanto isso eles andam tranquilamente pelo mundo como se a culpa fosse unicamente sua.
Aceitar que também possui seus defeitos é um passo importante no processo de autoconhecimento e transformação.
Ter um momento com o Senhor e escutar a sua voz é, ao mesmo tempo, ter o contato com as nossas emoções que gritam absurdamente no nosso interior.
Não há, portanto, uma outra maneira tão natural e simples de Deus falar com a gente, a não ser deixar-se ouvir o íntimo de nossos corações.
Tudo começa com um pensamento, uma ideia. Mas seus pensamentos, suas ideias, só ganhará vida com a experimentação, na prática.
Desde que homens e mulheres passaram a valorizar mais o exterior um do outro é que os relacionamentos acabaram se tornandorasos.
UM TANTO CLICHÊ
É bem assim, nem sei porque…
O melhor do amor, numa simples flor.
Nasce um desejo de um roubado beijo.
Horas a fio, pensamento ao vento.
E a pergunta ecoa e alegra a alma…
Quer me namorar?
De mãos dadas seguem sempre satisfeitos!
Para fazer tudo que valer a pena…
Viagens, passeios ou quietinhos, em casa, juntinhos!
O poema, lembra. A música, lembra.
Filminho, pipoca. Lua, estrelas.
Desejo apimenta. Vamos de vinho amor?
Sem exageros e utopias. Mensagem que transforma o dia…
Simplicidade no conviver. Só a presença acalenta na tormenta.
O melhor do amor tem a forma de um único sorriso.
Apenas o toque dele(a) o(a) acalma…
Que tal os dois molhados na chuva?
Que tal o seu docinho ajoelhado pedindo desculpa?
Que tal chorarem juntos de saudade?
O pôr-do-sol completa a mais linda das cenas…
É de praxe, tudo que se vive e, no fundo todos querem…
Ainda não tenho, mas quero ter!
De outro jeito não serve e eu digo o porquê!
É que o melhor do amor bebê, é clichê!
Diáfano Impreciso
Entre o meu ente e o teu ente,
Há uma colisão, um encontro de um só ser.
Acordo de duas almas qualitativamente
Que se encontram por prazer.
Do lado de um fado, há um lado!
Do fado ao lado, outro fado!
Do lado da fronteira, há uma asneira!
Ao lado da asneira, outra fronteira!
Uma reza,
Rotina
E rotineira!
Entre os entes há as mentes.
Há o sentido figurado,
Onde o meu coração,
Foi começado,
E o teu... foi destroçado!
A ambígua maneira de dizer,
Em suma o que acontece:
É que o teu ente quis viver;
O meu ente, ao que lhes parece,
Fez da curva, reta, não quis ser!
Um ente foi para o que veio!
Outro ente veio para o que foi... ser meio!
Ao lado do que padece, há um que se estabelece!
Do lado do um que se estabelece, o outro, de si... se esquece!
É uma escuridão.
Diáfano turvo,
Que enlouquece!
Entre o teu ente e o meu ente,
O que não colide passa ao lado.
Passa sem comum e repete concomitantemente
Que o prazer não foi encontrado!
Dois lados esburacados,
No meio da fronteira.
Dois soldados,
No meio, uma trincheira,
Onde as munições são fados!
O prazer... é a asneira,
E o ente,
Dois corações despedaçados!
O círculo é laranja.
O traço é eufemismo.
O polígono é o que se arranja,
E o dormir,
É o que da vida...
Se esbanja!
No gozo libertamos a alma.
O corpo perde os sentidos.
Por segundos, morremos.
Será a morte um gozo eterno?
És precioso. Como cada um é precioso à sua maneira e particularidade. E que bonita que é! A individualidade. O medo não. O medo traz travões à criatividade. Traz sonolência à vivacidade. Traz passados distorcidos como se a salvação estivesse presa lá atrás. Tão presa que nem o gigante que outrora vivera em ti a conseguisse soltar. Ah! E como era grande o gigante. Mas se era tão grande assim, quão grande poderá vir a ser? Qual o limite para a grandeza interior? Tem limite? Não sabes. Não te podes limitar àquilo que conheces. O mundo oferece infinitos caminhos e achares que os que já viveste são dogmas eternos faz-te regredir à ignorância da vulgaridade humana. Isto é o medo.
ASAS
Em um rompante de loucura abismal ou excepcional clareza
Lançou-se sem medo ou arrependimento movido por alguma inominável certeza
O abismo certamente se estendia a frente tão sombrio e faminto quanto podia ser
Torcendo por uma falha, um deslize, qualquer leve hesitação no seu querer
Contra todas as chances, vaticinações ou sortilégios elas se abriram com gentil entonação
Asas, como velas, bandeiras da vitória, faróis de exaltação
Ascendeu sobre as garras do abismo e sentiu o gosto do céu
Na pele o frio de um mundo esquecido enquanto rasgava daquela realidade o véu
Viu-se a longas distâncias aquele ápice de milagre
Ouviu-se o grito de êxtase movido por aquela doce insanidade
Desafiando a ira dos deuses ele arrogantemente voou
Tal como em sublime sonho foi mais alto do que qualquer mortal jamais ousou
A glória que ele sentia era impossível de descrever
E sua expressão de contentamento estava além do humano ser
Tomado por aquela sensação que lhe preenchia foi mais alto naquele momento
E ainda além se elevou almejando tocar o firmamento
Em meio aquele doce caleidoscópio de beleza etérea acabou perdido
Enquanto sublimava rumo ao infinito de seu limite esquecido
O brilho era magnânimo, maravilhosamente impossível de resistir
Mas suas penas coladas com delicada cera começaram pouco a pouco a cair
Não podia parar, não quando fora tão longe naquele devaneio desvairado
Em graça e quietude as asas se foram ante o brilho do sol, deixando apenas o mito para ser contado.
NADA SERÁ COMO ANTES
O dia sem alegria
Sem brincadeiras
Sem lorotas e ginkanas..
É um dia comum..
O bom astral emana luz
aos amigos..
Feliz os dias de outrora..
Se as peraltices fossem agora
O dia sorria freemente .
O tempo passa
A vida passa
Cada qual toma seu rumo.
Uns saem do prumo..
Mas muito em breve
A saúde se restabelece
Nesse mundo bretão.
E as famílias e amigos se encontrarão
para jogar bola
Falar fiado e jogar conversa fora.
O bom humor retornará..
O peso do caminho terá o peso de uma pena.
E apenas uma voz ecoará
no universo.
A voz de Deus!!
zezezus
Enviado por zezezus em 27/09/2020
Código do texto: T7073550
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