Nao Magoe um Alguem

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Um dia a gente cansa de tentar agradar, e nunca conseguir agradar... Cansa de ser só Doçura, e receber palavras amargas... De se dedicar tanto a alguém, e ser tratada com indiferença... De querer só o bem e ser tratada com hostilidade... De ser flor, e ser tratada com espinhos... Um dia o encanto desencanta...

⁠Cada um de nós deve fazer o que está ao seu alcance! Se vamos morrer de qualquer maneira, então é melhor morrer lutando do que não fazer nada!

Tim-tim, um brinde para mim!

A meu ver, enquanto houver um miserável, um homem com fome, o sonho socialista continua.

Reconhecer o erro ou uma maldade praticada é o primeiro passo para o perdão. Vai lhe fazer um enorme bem.

Vale a pena ficar por aqui para fazer do meu cantinho do mundo um lugar um pouco melhor.

Um carinho?
Sim... é sempre bem-vindo, porque o que vem com amor e alegrias chega na medida exata que o coração precisa!

O budismo ensina que a alegria e a felicidade surgem do desapego. Por favor, sente-se e faça um inventário da sua vida. Há coisas em que você está se apoiando que realmente não são úteis e privam você de sua liberdade. Encontre a coragem para deixá-las ir.

“Quando duas pessoas se querem de verdade, elas dão um jeito de ficarem juntas, seja onde for. Isto é, se não perderem tempo com besteiras.”

Cirurgiões têm um ditado: “todo sangramento deve parar”. É como nossa versão de “isso também passará”. Toda crise eventualmente tem um fim. Ou você salva seu paciente, ou não. Então, de um jeito ou de outro, o sangramento vai parar. Na verdade, até onde o ditado vai, ele não é tão reconfortante assim.
Todo sangramento deve parar. Às vezes, há um preço. Você perde o braço, remove o órgão. Você escolhe conviver com a perda, porque ao fim do dia, você fará o que puder para se manter vivo. E às vezes, por um milagre, isso funciona. O sangramento para. Mas às vezes, não importa o quanto tente, ainda não é suficiente.

Lápide 2
Epitáfio para a alma

Aqui jaz um artista
mestre em desastres
viver
com a intensidade da arte
levou-o ao infarte
deus tenha pena
dos seus disfarces

Paulo Leminski
Toda Poesia

"Sou só um homem com uma vela para me guiar
Eu estou lutando para escapar do que está dentro de mim
Um monstro, um monstro
Eu estou virando um monstro
Um monstro, um monstro
E está ficando cada vez mais forte..."

Um dia a gente cansa de se importar e o "tanto faz" passa a fazer parte constantemente do nosso vocabulário.

Aos que vierem depois de nós

I
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.

II
Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

III
Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.

Bertolt Brecht

Nota: Tradução de Manuel Bandeira.

[...] às vezes a exposição incompleta, como em relevo, de um pensamento, de toda uma filosofia, é mais eficaz que a explicação exaustiva [...]

Na vida de um homem triste sempre tem uma história de amor.

Você pode ser um rei ou um varredor de rua, mas todo mundo dança com o anjo da morte.

Eu finalmente recebo um buquê e é um presente de despedida. Isso é deprimente.

O medo da morte segue do medo da vida. Um homem que vive totalmente está preparado para morrer a qualquer momento.

Edward Abbey
A Voice Crying In The Wilderness (1989)

“O preço que se paga para conseguir o que se quer, é conseguir o que um dia se quis ter.”