Nao Magoe um Alguem

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⁠Fiz um Raio X e deu Y.

Eu nunca me senti assim antes.
Agora eu percebo que viver sem você seria um vazio enorme.


Meu corpo já se acostumou com a sua presença.
Ao deitar e ao levantar, meu coração só sabe pensar em você.
O amor é mesmo impressionante… e eu amo sentir isso.


Saber que é você quem faz meu corpo tremer,
meu coração acelerar,
e minha respiração falhar por um segundo…
é algo que ainda me surpreende.
Até nos meus sonhos você aparece.
Às vezes em campos floridos, com um sorriso lindo;
às vezes em praias ensolaradas;
e até nos pesadelos
quando você segura minha mão
e tudo fica calmo de novo.
Eu amo esses sonhos.
Você sempre me leva para um lugar de paz
junto dos nossos gatos.


E sabe o que é mais impressionante?
O final é sempre igual.
Não somos só dois, mas três.


Quando me perguntam se eu iria embora,
eu penso nos dias sem você.
Seria horrível acordar sem o seu “bom dia”
e seu beijo suave na testa.


Eu te amo oliver ❤️

⁠É fácil criticar a letra de uma
música,ou de um verso qualquer,
difícil é aceitar a verdade que tá
nas palavras ralé.

Queria saber como ter um espírito
de Natal, se só vejo tragédia na
matéria de jornal.

quem conta um conto que continua um contista monta um ponto

Apaixonar-se por si mesma é um caminho sem volta.


— Jess.

Um passo pequeno ainda é um passo.


— Jess.

Há um momento em que algo em nós termina e a decisão apenas confirma o que já estava encerrado.


— Jess.

Minha mente se tornou um labirinto sem saída.


— Jess.

⁠"Se ama mesmo, mostre com atitudes,em palavras qualquer um diz "

⁠Se você fosse um conto, séria o conto mais desejável de si ler
Se fosse uma história, séria a mais bela história já escrita
Se fosse um sentimento séria o AMOR
Mais você é um ser humano lindo, uma mulher incrível.
Não é um conto, mais é com toda certeza a mais desejável
Não é uma história, mais sem sombra de dúvidas, é a mulher mais bela que conheci, linda por dentro, perfeita por fora,
Não é sentimento, mais é cheia dele, cheia de amor.

Amo a Chuva!
Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens. Durante o fenômeno, gotas pequenas crescem por difusão de vapor de água. Ao cair, a profusão de gotas refresca os ambientes, alimenta lagos e rios, mata a sede, escorre pela terra, lambe os corpos e convida ao entrelaçamento de braços e pernas e libera sons mágicos.

Estar certo ou errado

A certeza é fruto de muitas coisas. Uma observação, um entendimento, um sentimento, uma leitura, uma confidência, uma experiência e tudo o mais que se possa usar.

Às vezes uma coisa outras vezes outra coisa. Umas vezes é cair em si outras é perder de si.

Estar certo e descobrir que esta errado pode ser bom ou ruim. O bom é acertar quando quer, pois às vezes não quer estar certo, pois assim o desfecho seria mais feliz. O bom é estar certo torcendo para estar errado, pois o desfecho contrário é melhor e mais feliz que estar certo.

Certezas infelizes e erros felizes ou o contrário. O bom seria que certos ou errados, com certezas ou incertezas os desfechos sempre fossem felizes. Assim acertar seria bom e errar também. Mas às vezes a surpresa não vem ou vem pelas avessas. Às vezes é bom noutras nem tanto.

Quando a gente cai, um amigo sempre vem para ajudar a gente a se levantar assim que ele consegue parar de rir.

vi no seu olhar tudo aquilo que nunca tive um dia,
vi no seu olhar todo amor que me faltou ser entregue,
vi no seu olhar tudo aquilo que procurava,


até ver no seu olhar a mentira que sempre me foi contada.

Capítulo — Entre a Culpa e o Espelho


Pedir demissão foi um grito silencioso que eu dei a mim mesma.
Eu estava cansada. Cansada da pressão constante, do ambiente pesado, das cobranças que atravessavam minha pele como agulhas finas e diárias. Havia dias em que eu voltava para casa sentindo que tinha deixado pedaços de mim espalhados pelos corredores daquele trabalho. Então, um dia, respirei fundo e saí. Achei que, ao fechar aquela porta, abriria outra — mais leve, mais minha.


Mas o que se abriu foi um vazio.
Meus dias passaram a ter a mesma cor, o mesmo ritmo, o mesmo roteiro: lava, limpa, arruma, cuida. Lava, limpa, arruma, cuida. Amo meus filhos com a força inteira do meu peito, mas não quero ser apenas a mãe.


Quero voltar a ser mulher. Quero me reconhecer no espelho sem que a primeira palavra que me venha à mente seja “cansaço”.
Nos três meses depois que saí do emprego, engordei 10 quilos e 800 gramas. Sim, eu estou contando. Cada grama parece um lembrete concreto de que estou perdendo o controle.


Eu não consigo parar de comer.
É pão. É feijão. É macarrão. É qualquer coisa que esteja ao alcance dos olhos. Como em grandes quantidades, como com urgência, como se estivesse apagando um incêndio invisível dentro de mim. Na hora, existe uma pressa quase desesperada — preciso mastigar, preciso engolir, preciso sentir o estômago cheio. Só quando ele dói, quando pesa, quando estica, é que algo se aquieta.
E então vem o arrependimento.


A culpa chega como uma onda fria depois da falsa calmaria. Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Sei que não é fome — é outra coisa. Mas faço assim mesmo. A comida virou uma espécie de anestesia: me acalma por alguns minutos e depois me corrói por dentro, como se eu tivesse traído a mim mesma.


Estou matriculada na academia. Pago a mensalidade. Tenho roupas de treino. Já gostei de treinar — e muito. Lembro da sensação de força, do suor como prova de disciplina, da música alta no fone de ouvido enquanto eu me sentia viva. Mas agora não consigo sair de casa para ir até lá. Não é preguiça. É como se houvesse uma barreira invisível entre mim e a mulher que eu costumava ser.


Às vezes me pergunto:
Onde está a minha força de vontade?
Onde foi parar o desejo de me cuidar que sempre fez parte de mim?
Se eu gosto de treinar, por que não consigo ir?
Sinto que preciso urgentemente reencontrar meu antigo eu — mas, no fundo, talvez eu precise encontrar uma nova versão de mim.


Uma que caiba na mulher que estou me tornando, e não apenas na que eu fui.
Às vezes — ou melhor, na maioria das vezes — sinto falta de mim. Falta da leveza que eu tinha. Da segurança. Da autonomia. Me pergunto se, caso tivesse estabilidade financeira, tudo seria diferente. Será que eu conseguiria ser eu mesma? Ou estou usando essa ausência como justificativa para algo mais profundo?


Já passei por tantas coisas na vida. Sobrevivi a situações que pensei que me quebrariam para sempre. Aprendi muito com a dor, mas também vivi momentos maravilhosos — momentos que hoje parecem fotografias desbotadas guardadas numa gaveta da memória.


Sinto saudade daquela mulher que ria fácil, que sonhava alto, que se sentia capaz.


Agora, às vezes, acordo e me pergunto em silêncio:
Será que estou em depressão e não sei?
Talvez essa seja a pergunta mais honesta que fiz a mim mesma nos últimos meses.


Porque o que mais dói não é o peso no corpo.
É o peso de não me reconhecer.

Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.

O mundo continuará seu curso, mas somos nós que estamos de passagem - um lembrete de que a vida é breve e cada momento é uma oportunidade para fazer diferença.

A ganância pelo poder é como um veneno que corrói a integridade e a ética, levando indivíduos e sistemas a priorizar interesses próprios em detrimento do bem comum. A corrupção, então, se torna uma sombra que acompanha o poder mal utilizado.

O julgamento excessivo nos impede de enxergar a beleza que já existe em nós. O amor-próprio é um antídoto para esse ritmo frenético.