Nao Machuque o meu Coracao
"Quero que venha urgente para meu colo... Pois as noites à sós me fazem lembrar de vc aqui...tenho esse desejo de tocar-lhe ... E a necessidade de sentir o amor no seu corpo... Não sei a finalidade disso... Mas sei que é bom ... Como a noite de lua... E o dia cheio de luz e flores."
Levei meu sobrinho para passear comigo, há tempos ele vinha me pedindo, animado, seriamos só nós dois. Crianças abaixo de cinco anos nunca foram meus favoritos, só venho lidando com crianças de vinte dois anos ou mais.
Só que pensei ser uma boa oportunidade, saímos e eu descobri uma inveja dessa energia juvenil, a gente perde tanto quando cresce. Tudo bem, não digo perder, sacrificamos muito para conseguir zelar por nossa sobrevivência. E nesse exato momento, eu almejava um pouco dessa vitalidade que a vida me tirou. Mal me lembro da sensação de ver o mundo pela primeira vez.
Voltei meus olhos para o meu sobrinho e ele pulava, sorria, caía e levantava sem muitas preocupações na vida. Tudo o que tinha era o presente e só isso bastava. Os frutos do futuro não lhe interessavam. Essas preocupações cabiam aos seus pais, este é único período da vida em que temos o direito de entregar nossos destinos nas mãos de outros, todavia, conheço adultos que ainda insistem em fazer isso. Tolos, não sabem que depender dos outros é um luxo que não podemos nos dar. Porque a vida maltrata com socos no estômago. Quando crescemos, o presente é invadido por possíveis futuros, a maioria deles irreais.
Somando todas as invejas que senti de meu pobre sobrinho, aquela foi uma das mais marcantes. Pensar na maneira como já tive o presente e perdi fez dessa a maior perda de uma vida. Agora mesmo, enquanto meu sobrinho brinca nos brinquedos do parquinho, eu checo meu celular pela quinta vez, procurando por pessoas que definitivamente não estavam ali. Preocupando-me com compromissos que ainda virão. Já não sei como recuperar o luxo do presente e só. A vida te pede para ficar.
Então voltamos para casa. Caminhamos por entre as pessoas, ele grudado no meu braço, e me puxando para que cessasse meus passos, como se toda a sua vida dependesse disso. Meu sobrinho queria voltar, pois algo lhe roubara sua atenção, algo no mundo era digno de seu afeto. Queria pegar uma tampinha de garrafa dourada no chão.
— é só uma tampinha de garrafa. — disse eu.
— eu nunca tinha visto uma dessa cor.
E foi aí que eu me dei conta que crescer é uma grande perda e me dói saber que meu sobrinho logo será um adulto como muitos outros, lamentando a perda de quem foi um dia.
Meu querido lábios macios, você ter voltado para minha vida foi muito bom, tem horas que fico ansiosa, insegura, mas é por causa da minha ansiedade.
Eu te amo, te quero muito.. tudo que eu queria era ter o seu abraço, seu beijo, sua voz aqui comigo.. mas você não me quer e eu fico triste por isso.. você não me quer da forma que eu te quero de verdade. Eu quero como meu namorado, não quero ser uma opção pra você, pra ninguém, eu quero ser única nathan.
Um dia eu espero que você acabe lendo cada pensamento meu que está gravado aqui.. e principalmente esse, eu te amo nathan, e eu sei que você não sente a mesma coisa que eu, por isso eu estou postando isso.. Pra você saber que é importante para mim.. Não sei até quando vamos continuar conversando, mas eu espero do fundo do meu coração que não paremos, eu gosto de mais de você. Nathan, você não sabe, mas tu mexe demais comigo, eu não entendo como, mas como mexe em.
Posso te dizer amor?
Que tanto calor ao tocar meu corpo, seu conforto na quentura de tuas mãos me abranda de ternura.
Posso de dizer amor ? Em sussurros te chamo a noite e um pernoite se faz após tanto , e acordo com a libido de um novo dia.
Posso te dizer amor ? Nada seria sem seus olhos a me fitar e sua boca na minha, e você amiúde, falando em meu ouvido o que tanto amo escutar.
Posso te dizer amor ? Que dizendo tudo o que quero ainda é pouco diante do muito que seu aconchego me proporciona , e aciona meus melhores sentimentos que entre momentos de delírio eu te pergunto baixinho:
Posso te dizer, amor...
Meu avesso, me sufoca com minhas angústia, e me liberta com as prisões desse esse sentimento que me cerca.
Vejo através de um vidro a minha vida passar sem nenhum esforço e tudo que sinto é tristeza.
Nessa natureza rude, são nos seus olhos que encontro a minha paz, paz essa que nem sei se é real ou imaginária.
Vivo na sombra de uma escuridão que ilumina a minha mente nas noite de terror, que me pego a te imaginar cercada de sorrisos e gestos, os qual eu não sei se irei te proporcionar um dia.
E nessa incerteza que é o meu caos vivo te amar como um vento vindo de um inverno seco.
mesmo depois que toda a neve do alasca derreta, você ainda permaneceria por muito tempo no meu coração.
Meu maior erro como homem foi querer ter tantas coisas nesta vida. E descobri ao longo do caminho que o que realmente precisava era dar valor ao que já possuía e me basta.
É eu perco sim minutos até hora do meu dia, escrevendo algo que talvez eu quisesse dizer a alguém sei lá, e prefira dizer a mim, também perco esse mesmo tempo lendo algumas frases, alguns artigos,pesquisas etc... pois assim, abro minha mente para fluir idéias... Gosto muito também de conversar com pessoas que quase sempre me acrescentam coisas novas, de saber de suas histórias, de dar boas risadas e se for preciso também sei chorar suas dores... afinal somos todos humanamente iguais e muitas vezes passamos pelos mesmos problemas, é muito bom relacionar-se com as pessoas, na verdade sou melhor com as escritas que com a fala... rsrsrs
Quando vc fala não dá pra apagar kkkk por isso escrevo assim só escrevo o que realmente quero dizer...e se vc perdeu um pouco do seu tempo lendo isso, bem
vindo ao clube!
Lucineide Castro Relvas
Vinha. Aprecias o meu talhe? Segue a linha das pestanas. Repousa tua notabilidade na fronte. Surge em minha íris. Mancha-me os cílios e as sobrancelhas com teu enobrecido sossego. Deixa-me a centelha desse léxico inespecífico que novamente me cora e quase me descolore. Estende sobre a uva que pende ao lado o abraço vigoroso dos vinhedos o negrume inigualável dos meus cabelos longos e lânguidos e lúbricos. Faz-me ser o líquido alinhavado nessas quase folhas de ti – nenhum. Esconde e acarinha o furor desse espécime único faz-me debrum – porque só tu me sabes à distância da luz.Diário dos inícios.
...
Chico Buarque escreveu uma certa ópera e eu remeti a canção ao meu pai. Na letra existe uma analogia entre o malandro de blusa listrada e o malandro de gravata. Apesar de ele utilizar gravata, a honestidade sempre estampou seu peito com listras bem visíveis. E dessa forma, eu o imaginava como um malandro às avessas - índole, valores e princípios intactos.
E nesta imaginação, uma confluência de personalidades.
Pais, somos
Tais cromossomos
Honestos, vagamos
Desacobardamos
Um perde pra vida
Outro cede pra morte
Ambos descrentes
Nossa miopia, perdão
Tais inocentes
Nossa utopia, bordão
E quer saber nem meu olho esquerdo enxerga igual ao meu direito porque que eu preciso forçar alguém ser igual a mim.
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