Nao Ligo pra o que Voce Pensa

Cerca de 769742 frases e pensamentos: Nao Ligo pra o que Voce Pensa

"Quem não reconhece o seu valor não merece ocupar espaço no seu caminho. Levante-se e avance: o seu destino é maior do que qualquer crítica."

"Somos feitos também dos nossos erros. Negá-los não os apaga; reconhecê-los é o primeiro passo para transcendê-los."

“Eu não confio na pessoa que abre mão de sua convicção pessoal por conveniência”

Somos o que fazemos, mas somos cada vez mais nós mesmos quando temos a coragem de mudar o que não somos para ser cada vez mais o que somos. É fácil querer mudar, o difícil é permanecer mudado.

Trauma sem entendimento vira dor e sofrimento; dor não acolhida produz no outro a mesma ferida.

Dê amor, mas não permita que te usem. Ame, mas não deixe abusarem do teu coração. Confie, mas não seja ingênuo. Escute, mas não perca tua voz.

⁠como um espelho no sol
os olhos queimam
e eu já não consigo enxergar
a luz penetra irresistível
a pupila se esvai
tombo assombrada
com minha própria desilusão
como um espelho no sol
a água flui
pelas maçãs descoradas
da minha face
confunde-se entres os vales
mergulha em minhas entranhas
liberta-me a solidão
como um espelho no sol
o equilíbrio desvanece
subo em montanhas macias
confundo-me em fantasias
a pele e o pelo enrijecem
canto o som dos tementes
cego-me pela canção
como um espelho no sol
nada enxergo
tudo vejo
ao encontrar-me espalhada
pelo vasto
pelo nada
da minha própria imensidão

⁠Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.

O feminismo é um movimento maravilhoso, mas excluiu muito a mulher não branca de todo o seu discurso. A mulher negra esteve muito ausente, como um tipo de vácuo entre discursos.

Hoje não estou muito bem.


Há um barulho dentro de mim que ninguém ouve. Por fora, tudo parece seguir seu curso. Por dentro, os pensamentos se atropelam, as lembranças se misturam e o coração tenta organizar um caos que não cabe em palavras.


Carrego o peso de tudo o que precisei esconder. Das emoções que foram empurradas para as gavetas da alma porque não havia tempo para senti-las. Das sombras que aprenderam a morar em silêncio, atrás de portas que eu mesma fechei para conseguir continuar.


A noite sempre parece saber onde essas portas estão.


O frio toca o que passei o dia tentando aquecer. E, enquanto o mundo desacelera, minha mente percorre corredores que eu gostaria de evitar. Luto para manter tudo em equilíbrio, porque hoje não posso me permitir cair. Há responsabilidades, há caminhos que ainda precisam ser percorridos.


Mas sentir não pede licença.


Mesmo tentando seguir, eu sinto. Sinto o peso, o vazio, a exaustão de quem passou tanto tempo sustentando o próprio mundo que já nem sabe mais como descansar.


Talvez amanhã tudo pareça um pouco mais leve. Hoje, porém, só consigo admitir que existe uma batalha silenciosa acontecendo dentro de mim.


E, mesmo cansada, continuo caminhando.

Diz o ditado: quem não se arrisca não petisca. E quem se arrisca por demais, pode acabar com as mãos e com o coração vazios.

Não há príncipe ou princesa encantada. Quando a nuvem cor de rosa se dissipa, vem a realidade e mostra que a vida não é um conto de fadas. Portanto, deixe de ilusões!

Alguns sentimentos não cabem em palavras. Apenas apertam o peito e nos fazem ansiar pelo incontrolável. Caminhamos assim, meio inteiros, meio devorados por aquilo que não sabemos nomear.

Insistimos no que não vale a pena até nos ferirmos por sentimentos e ilusões que criamos. A vida, porém, sempre acerta as contas: geralmente com algo que dói, mas que também abre os olhos.

Amar não é ter posse, é ter parceria. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela é dona de si mesma e não uma propriedade minha.

O seu valor real está na paz de deitar a cabeça no travesseiro e saber que a sua honestidade não está à venda. Caráter é o que você é, religião é apenas o que você diz seguir.

O que realmente me assusta nessa engrenagem religiosa não é o eco cansativo da palavra 'submissão'. O que me revira o estômago é o silêncio cirúrgico que vem depois. Há um arsenal de versículos prontos para moldar o corpo, o tom de voz e o tamanho da saia da mulher. Mas quando essa mesma fiel senta no banco do templo com a alma em frangalhos — ou com manchas roxas que o casaco comprido tenta sufocar —, a teologia deles convenientemente perde a voz.
​Não existe um sermão de domingo contra o terrorismo doméstico praticado por maridos que, do lado de fora, simulam santidade. Não há clamor no altar contra o homem que usa as Escrituras como mordaça e o lar como cativeiro. Ao empurrarem a obediência cega e ignorarem o espancamento e a tortura psicológica, essas instituições não estão salvando casamentos; estão blindando criminosos. A igreja, que deveria ser o refúgio, escolhe ser o biombo que esconde o monstro.
​Há uma pressa vergonhosa em exigir o perdão da agredida, obrigando-a a engolir o próprio choro para manter as aparências de uma 'família tradicional'. Mas na hora de estender a mão para arrancá-la daquele inferno, o discurso muda: dizem para ela orar mais, aguentar mais, carregar a cruz. Esse abandono não é apenas covardia, é cumplicidade de púlpito. A lição urgente que essas lideranças precisam aprender é que Deus não habita onde a violência é acobertada. Se a sua fé serve para controlar a vida de uma mulher, mas falha miseravelmente na hora de salvá-la da morte dentro de casa, ela não é religião; é apenas um pacto de silêncio mascarado de santidade.

O indivíduo que não habitua-se⁠ a escrever e anotar as suas boas ideias, perde 90% do seu potencial criativo.

Deus não é egoísta, mas deseja ser o primeiro em seu coração.

Quando eu percebo que tudo está cooperando para eu não louvar, eu louvo. Quando eu percebo que tudo está cooperando para eu não orar, eu oro. Quando eu percebo que tudo está cooperando para eu desistir, eu não desisto.