Nao Ligo pra o que Voce Pensa

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⁠Sinto meus pensamentos fugindo de mim.
Mas,eu não sei como paralos.

Florescer

Hoje sinto o que não gostaria de sentir

Hoje penso o que não imaginava mais poder pensar

Hoje sonho o que eu não queria e relutava não sonhar

Você chegou apenas com uma gentileza uma doce reverência
e com uma chama avassaladora destruindo a escuridão trazendo
VIDA e Luz ao que se achava perdido no escuro


⁠Nesse momento de minha vida mesmo eu não o tendo como meu você está me trazendo um novo sentido de vida

mesmo sendo quase que impossível ficarmos juntos

Está me dando a oportunidade de sonhar um novo sonho

Estou sentindo o que eu não imaginava poder sentir novamente

Gratidão por mim proporcionar esse prazer
mesmo que seja somente na minha mente

é um novo renascer para o amor que ainda vai nascer

Para mim já é mas, que suficiente pós
Prefiro você longe com a ilusão de ser meu
doque perto e me fazer sofrer.

⁠Não importa o quão ruim esteja sua vida, não inicie um vício, a fase ruim passa, o vício fica.

A arte não pode mudar o mundo, mas pode contribuir para a mudança da
consciência e impulsos dos homens e mulheres, que poderiam mudar o mundo.

⁠Se o rótulo ou a bula das medicações curassem as doenças não precisaria ser ingerido o líquido, as cápsulas ou usar os injetáveis...
Assim também é a rotina da vida, nem sempre a cobertura bonita do bolo é definição de bom sabor...

⁠A fé vem pelo ouvir toda a palavra de Deus, não apenas as partes favoritas.

Teologia Arminiana

⁠Não é por falta de tempo que não oramos. É por falta de vontade.

Teologia Arminiana

O ser humano sempre quer estar mais alto, Deus o elevará e não irá cair nunca mais.

O Corinthians mexe com as nossas emoções. Não importando se ganhou ou perdeu. A sua existência é nossa maior emoção.

o propósito não se encontra, ele se constrói através da ação.

Se valorizássemos as coisas simples as difíceis não se tornariam tão complexas.

As pessoas não olham para si mesmas quando querem definir a ética, a moralidade e os princípios, a maioria consegue apenas enxergar o próximo, ver as falhas e defeitos deles, se intitulando melhores ou exemplos de uma vida melhor. Você que vive na futilidade, envolvido de rótulos sabendo que o mundo é superficial, saiba o que realmente importa é o nosso caráter, lutando por aquilo que acreditamos nos fazer melhor. Todos nós somos cometemos erros, às vezes somos egoístas, talvez inseguros, perdemos o controle e até podemos ser difíceis de lidar. Se alguém que não consegue lidar comigo no meu pior momento, definitivamente não merece minha companhia no meu melhor.

Belos sonhos

Chuva que cai
Refrescando
A nossa estação.
Que não sejam
Gotas de tristezas: Somente de alegrias. Orvalho regado por DEUS
Para saciar
A nossa sede
Germinar nossa Alimentação
Fazendo navegar
Pelos rios da vida:
Nossa esperanças
Felicidades
Gratidão
E fé.
Durmam, todos
Na paz!
E tenham:
Belos sonhos!

Quando não puder ir ao encontro de alguém envie flores, e se faça presença com delicadeza, suavidade e perfume.

“Nao há forma para definir o presente, quando tento o descrever já é passado”

Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.

"Pessoas comuns se casam e envelhecem juntas, não raro se tornam inimigas. Pessoas especiais e evoluídas emocionalmente se tornam irmãos. Contudo, as pessoas inteligentes se separam antes que aconteçam as duas coisas."

O IRREPETÍVEL


Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.


Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.


Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.


Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.


Mas o coração não aceita imitadores.


O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.


É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.


Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.


Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.


Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.


O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.


Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.


O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.


E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.

O IRREPETÍVEL


Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.


Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.


O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.


Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.


Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.


O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.


O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.


Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.

A limitação está apenas na sua mente, e não no seu corpo.