Nao Julgue meus Sentimentos

Cerca de 636210 frases e pensamentos: Nao Julgue meus Sentimentos

⁠Eu cresci sem contar aos meus problemas, você acha mesmo que algo pode me parar.

Inserida por jeeh_santos

O problema é esse: sóbria, eu consigo enxergar com meus quatro e mais alguns olhos...

Inserida por LiAzevedo

Está com saudade da forma como eu te olhava? Deveria ter mantido meus olhos semicerrados..

Inserida por LiAzevedo

As minhas coragens me mantém firme.
Os meus medos me impulsionam!

Inserida por LiAzevedo

Qual foi o encanto?
O seu sorriso lindo, quando olhando em meus olhos conseguiu absorver cada palavra que saía da minha boca, mesmo sem entendê-las!

Inserida por LiAzevedo

Eu só fico aqui imaginando Deus me olhando e resmungando: "Abestada, meus planos prá ti são muito melhores que os seus, sua taióba mocoronga!"

Inserida por LiAzevedo

Eu posso até ser navio,
mas meus amigos são portos.
E seguros!

Inserida por LiAzevedo

Foi um dos meus últimos plantões desse ano.

Dois veículos, ambos com dois ocupantes cada um, foram abordados pela Policia Rodoviária Federal em um bloqueio de rotina. O da frente não obedeceu à ordem de parada do policial, e investiu sobre o mesmo. Logo em seguida, empreenderam fuga pela BR 153.

Foram perseguidos por forças policiais, e sem alternativa, os dois veículos foram abandonados em um matagal nas proximidades da rodovia. Três indivíduos conseguiram evadir-se do local, e apenas uma moça foi encontrada ainda dentro de um Toyota Corolla, local no qual os policiais também localizaram munições e entorpecentes (em grande quantidade).

A moça foi encaminhada à Delegacia de Polícia, e em interrogatório, chorou, se fragilizou, tentou comoção afirmando categoricamente que não conhecia nenhum dos indivíduos que haviam logrado êxito na fuga, e que apenas lhes pedira carona na BR 153. Que não tinha conhecimento do que transportavam.

Algum tempo depois, o COD foi acionado para a perseguição dos três indivíduos mata adentro. À princípio localizaram um deles, que reagiu à abordagem policial, e foi alvejado. Foi socorrido, mas veio a óbito.

Como de praxe, foram à Delegacia de Polícia para requisição de Laudo para Exame Cadavérico, momento que foi aproveitado para confrontar a referida moça autuada. Ela, sem um esboço sequer de qualquer emoção, continuou a afirmar que não conhecia o “de cujus”, e que nunca o vira antes.

Mais algum tempo depois, outro comparsa foi conduzido à Delegacia de Polícia pela PRF, os quais lhe deram ordem de prisão em flagrante assim que o avistaram.

Já na Delegacia de Polícia, este último indivíduo, ao cruzar com a moça acima mencionada, gritou:

- Caramba, a namorada de fulano (morto) caiu (foi presa)!

Então, é isso.

A moça foi novamente confrontada e dessa vez confessou que realmente o “de cujus” apresentado a ela era seu namorado, e que tinha conhecimento de todos os fatos.

Dessa vez ela chorou mais ainda, enquanto meu estômago revirava pelo fato de estar frente a frente com uma “pessoa” que se utiliza da “emoção” apenas para proveito próprio.

Mas meu estômago se revirou ainda mais quando o fato dela querer me enganar, me trapacear, me golpeou muito mais que um corpo inerte, em um caburão de polícia. Não que eu devesse me descabelar em razão de um traficante que morrera em confronto com a polícia, mas sinceramente, naquele momento, orgulho e morte travaram uma luta interna em mim, e o primeiro venceu.

E foi exatamente quando meu orgulho levantou a taça de campeão, que eu decidi parar com o que eu tanto amo, pelo menos por alguns meses.

Esse é o meu método de defesa.

Sempre que eu não consigo me orgulhar do que sou, diante de alguém, diante de alguma situação, em uma cidade, em um País, eu vou-me embora.

Foi isso que eu fiz, e é isso que eu quero para 2018.

Não, eu não sou “boazinha”, nunca fui e talvez jamais serei! (nem quero e não me confundam, por favor!).

Mas eu quero ter orgulho dos meus sentimentos, do que eu realmente sou, ainda que mesmo pequenina, eu não caiba nesse conceito de “inha” aí.

É isso.

Só isso.

Inserida por LiAzevedo

MochilAR

Eu amo o Brasil, eu amo o meu trabalho, e eu amo muito mais a minha família e meus amigos. Mas infelizmente eu vivo em um País no qual esse amor não é correspondido a contento em razão dos inúmeros problemas sociais, frutos principalmente de um câncer chamado corrupção, tão antigo quanto endêmico e letal.

E enquanto esse filme se repete a todo o tempo, independentemente de trocas de governos, legítimos ou não, nós brasileiros, embora “donos” de um dos mais belos países do mundo, morremos à míngua, por asfixia, todos os dias e noites, por falta de segurança, nas filas de hospitais públicos, de fome, de ignorância, e a cova para a nossa esperança também já nos espera.

Foi exatamente nesse ponto que a Europa entrou em minha vida.

Não, eu não gostaria de viver em outro país senão o Brasil, mas eu gostaria muito de viver em um país no qual, por exemplo, ricos, pobres, negros, homossexuais, mulheres e portadores de necessidade especiais compartilhassem o mesmo vagão de metrô, sem que isso fosse considerado anormal. E assim como cada conterrâneo meu tem a sua “válvula de escape” para continuar nesse relacionamento doentio, eu também encontrei a minha: Viajar, sobretudo para lugares nos quais eu respire sem a obrigação de carregar nas costas um balão de oxigênio.

Daí são vários meses de trabalho duro, inúmeros feriados não aproveitados junto à família e amigos para ir ali, a alguns milhares de quilômetros do Brasil, só para passar, a pé, em uma faixa de pedestre sem ter que apontar o dedo do meio ao motorista que não para, e ser mais mal educada que ele, só para ver pessoas com livros nas mãos em qualquer parte da cidade, nas praças, nos parques, nos ônibus, trens, só para pagar 30 euros, de avião, para ir de um continente a outro, só para me distanciar um pouco, por pouco tempo, de números tais como “cinquenta e oito vítimas de homicídio a cada oito horas no Brasil”, que para mim são mais que estatísticas, é oxigênio jogado fora do cilindro. E quando ele está vazio, eu tenho mesmo que viajar para reabastecê-lo.

Não, a Europa não é um paraíso. Também tem inúmeros problemas sociais, tais como desemprego, mendigos, em alguns lugares, xenofobia, em outros, ainda homofobia, mas, por enquanto e enquanto um político brasileiro, nos moldes como são sempre os nossos, for impedido de ter acesso e meter a mão ao quinhão que não lhe compete por lá, será possível caminhar pela Europa, a pé, com uma mochila nas costas, e não com um cilindro de oxigênio, vazio.

Inserida por LiAzevedo

⁠Você foi embora achando que ia fazer falta, os dias se passaram, daí foi nesses momentos que meus olhos se abria a ficha caia, começei a ver meus valores, fui me reinventando a cada dia, me surpreendi com os resultados. Notei que seu brilho era fosco e quanto tempo que perdi você me impedindo de bilhar!

Inserida por elaiine_santos

Escrevo pra falar de amor
Expressar a dor,
O que é comum aos alheios
Tem em meus olhos esplendor.

Narrativa da vida
Sem ponto de partida.
Se por aqui tudo finda,
Fica a obra do autor.

O épico é interpretativo.
Deuses, imortais e heróis
Mas falo de meros mortais se amando, sentimentos de um doce finito.

O propósito é alcançar, sim
Alma carente de paixão.
Paixão pela arte, em parte
O que venha a tocar o coração.

Inserida por MatheusHoracio

Meus erros me mostram onde estou, meus acertos, onde estarei.

Inserida por MatheusHoracio

"Comecei minha caminhada, confiante nos passos firmes de meus pais. Segui firme e hoje a conclu-o seguro e feliz com meus filhos".

Inserida por Negreiros

⁠"Enxergo com todos meus sentidos, mas é o coração que toma a decisão."
Amo-te!

Inserida por Negreiros

⁠Minhas verdades eram sonhos, meus sonhos são nastalgias.
O melhor tempo é o agora, aprendi isso com o passado.

Inserida por Negreiros

EVITE-OS

Nas bulas dos meus remédios
havia benzodiazepina,
solução isotônica,
cloridrato de piridoxina,
cloreto de benzacônico.
Com medo de ser engravidado
morrer torto e engasgado
joguei toda a bosta fora,
já melhorei cem por cento.

Benê

Inserida por BeneditoMorais

E AGORA, POETA?

Meus passos desconexos
procuram nada mais que o destino,
meu olhar percorre o infinito
divagando a esmo,
sigo por ruas incompreendidas,
vou como quem soletra o coração,
descrente daquilo que já nem cria,
nas entrelinhas a seguir em solidão,
cúmplice da minha hesitação,
se sou o último ou o primeiro, nada sei,
só sei que sinto falta de mim,
porque em mim só vejo o meu eu,
desperto, disperso, e penso na vida.

Autor Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Livro: A poesia da calçada não vende ilusão (2020)
20 de outubro- Dia do poeta.

Inserida por BeneditoMorais

⁠Meus filhos são minhas artérias. Eles cadenciam as batidas do meu coração.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama.

Inserida por RobsonFortunato970

Na Bahia, tudo termina e principia no mar.
E para lá projetarei meus passos derradeiros
(Como o fiz com os primeiros...)
Em verdade vos digo, o mar é o lar dos encantados!
Já dito... vou para onde correm os rios...
Eles não podem estar errados.

Inserida por patricialmendez