Nao Julgue meus Sentimentos
Um pouco de meus devaneios:
Eu tenho uma linha de pensamento bem particular, pois tenho uma visão de mundo diferenciada, algo que às vezes até pode chocar alguns professores e pensadores de plantão, não concordo com tudo imediatamente, eu tenho desconfiança até do que é óbvio, preciso de calma para me adaptar a ideia natural, pois o natural é sempre o que eu entendo... Cada um de nós pode criar uma realidade diferenciada, pois cada entendimento e visão de mundo se torna particularmente único!
MINHA ESSÊNCIA:
Eu já tive meus dias de glória, de alegrias e de risos exagerados, da mesma forma que já tive meus dias de tristeza, de dor e de lágrimas intensas, sem nenhum consolo ao meu lado... Já chorei, já sofri e me decepcionei, já vivi dias com heroicas e grandes vitórias, da mesma forma, também com humilhantes derrotas. Já percorri grande parte do Brasil no comando de um enorme caminhão, transportando esperança e alimento ao povo de minha nação, já corri diversos perigos, já salvei pessoas da mesma profissão, vi mortes por acidentes, outras por consequências de um cruel ladrão... Esta é a minha história, a minha verdadeira ilusão, é a vivência adquirida, mais de quarenta anos mostrando a minha experiência de vida, a mesma da qual ainda estou me moldando, mais forte a cada segundo me tornando, superando limites absurdos, crescendo e me transformando, me adaptando às minúcias deste novo mundo. Posso ser hoje um escritor diplomado, mas a minha inspiração vem do meu passado, da vivência e da luta atravessando Estados, dirigindo e passando a noite acordado, posso até ser elegante e educado, mas dentro de mim, ainda faço questão de guardar a essência bruta, apenas para quem merece, aquele que tenta pisar no que eu fazia, aquele que tenta pisar no que eu faço!
Se todos os meus erros do passado neste exato momento sumissem, imediatamente todo o meu conhecimento e experiência de vida, com eles, desapareceria...
Um de meus maiores defeitos, talvez seja a sinceridade, às vezes me arrependo, mas com a mente livre, preservo a realidade, falo o que penso, pensando logo falo, prefiro ser odiado por dizer a verdade, do que amado por ser mentiroso e falso!
Às vezes me pego pensando em todos os meus erros do passado, indescritíveis, absurdos e até insanos, coisas de um jovem em evolução...
Mas daí me lembro que tudo isso é normal, faz parte de nosso crescimento, algo que através do tempo, de alguma forma foi moldando o meu pensamento.
O importante é aprender e não cometer os mesmos erros de outrora, repetindo o mesmo argumento.
Talvez o aprendizado se realiza através da dor, da tristeza, da falta de domínio do problema, pois assim, de alguma forma, poderemos sair do estado de imaturidade para resolver o tal dilema.
Viver um dia de cada vez e tentar encontrar a solução, melhorar como pessoa, assim como um jovem aluno, que na escola, pouco a pouco vai aprendendo a lição...
Mulher, tu és a musa que inspira os meus poemas, tu és uma eterna menina, que espalha ternura e também alegria, vai me conquistando e adentrando a minha mente, de repente, já faz parte de mais uma de minhas poesias.
Se todos os meus erros do passado neste exato momento sumissem, eu nada ganharia, pois, com este fato, imediatamente todos os meus conhecimentos e experiência de vida, também desapareceria.
Quando o Superman coloca os óculos, ninguém o reconhece, comigo é o contrário, quando tiro meus óculos, não reconheço ninguém!
'CALAFRIOS'
Permaneces aí prostrado,
herói.
Imortal tal qual meus poemas dormentes.
Anacrônico,
fiz setenta semana passada.
Fantasiando abraços,
crenças.
Destinos grisalhos,
sombra molhada...
Estrelas aportam teus fascínios.
Porém,
caem sem que percebamos,
devorando terras prometidas,
paralisadas!
Enérgico,
seguras meros destinos com as mãos.
Impelindo sonhos,
fincando o divã do alvorecer...
És letal,
ainda não sei!
Mas tenho calafrios na espinha dorsal.
E falo de amor usual aos tantos órgãos fatigados.
Recitando canções diurnas,
sou breve poema.
Épico paradisíaco.
Infernal...
'Vejo cada absurdos nesse mundo. Nesses meus anos e anos de vida, nunca compreendi os reais propósitos de Deus
Esquarteja meus sonhos na varanda, tal qual um olhar, diluído em arco-íris. Elucida minha procura lesiva.
'DISJUNÇÃO'
Carrego teus olhos nos meus,
Perdidos em sombras disfarçadas.
Participo das tuas noites perdidas,
Ludibriada em paixões lufadas...
Abraço-te não mais como a flor que imaginei,
A essência do perfume não mais existe.
Sonhos de outrora encarcerou-se,
Gracejos ficaram tristes...
'Direções' serão outras,
Não há culpados quando a dor é ausente.
Andar-nos-emos outros destinos,
Discorrendo-nos do presente...
Envolto nas pedras que seremos,
Nas almas acorrentadas em fragrâncias.
Seremos como velhos artigos:
'O aMoR oCuLtO eM lEmBrAnÇaS.'
Às vezes penso há quanto tempo vivo,
e há quanto tempo existo
Há quantas andam meus pensamentos
e no que tenho feito pelos outros
e para os outros
E naquilo que haverei de deixar
e penso que talvez o tão procurado
segredo da vida
esteja na diferença que interpretamos
as palavras viver e existir
deixar e fazer
e no peso da palavra "Quanto?"
Margarida.
O ponto de mutação
Um canto de pássaro
Aquele traço profundo
Meus passos cada vez mais lentos
Quatro ventos
Quatro pontos
Quatro estações
Não sei em qual delas eu desço
desde o começo eu desconfiava
Que essa estrada
Não leva a lugar nenhum
Pressinto o quinto dos infernos
Resumindo tudo isso
Eu meço a distância
e concluo
a relevância do nada
E é nisso
Que tudo consiste
Sigo mudo e cego
Ouvidos ouvindo absurdos
A cada dia mais corretos
E cada vez menos lerdos
Á minha esquerda
Jaz a margarida
Quase apagada
Semi-desenhada na parede
Milhões de Céus
Bilhões de mundos
Eu no chão
É quando chego ao ponto
Porém este
de interrogação
Edson Ricardo Paiva
A tantas pressas que tive na vida
Tento entender meus motivos
A vida há de passar
E realmente passou
Hoje eu olho pros lados
daquilo que vivi
Não se revive um instante
Hoje
Simplesmente vivo
Não adianta correr de nada
Nem vale a pena se apressar
A gente nunca sabe onde começa
Não dá e nem recebe a devida atenção
Enquanto ali no meio
Mas por meio de alguma coisa
Um dia isso tudo termina
Já me entristeci
Por causa de muitas causas
Faço uma pausa pra pensar
Elas tinham morrido no início
Foi meu vício em tentar vivê-las
E minha pressa
Em crer em promessas
Que não me permitiu viver
Enquanto vivo
Hoje o meu viver
Tornou-se facultativo
E meu tempo
de comum acordo com a ciência
Continua sendo relativo
Portanto
Procuro não mais viver
Tentando causar alívio
O dia inicia e termina o dia
Enquanto isso
eu vivo.
Edson Ricardo Paiva
A tantas pressas que tive na vida
Tento entender meus motivos
A vida há de passar
E realmente passou
Hoje eu olho pros lados
daquilo que vivi
Não se revive um instante
Hoje
Simplesmente vivo
Não adianta correr de nada
Nem vale a pena se apressar
A gente nunca sabe onde começa
Não dá e nem recebe a devida atenção
Enquanto ali no meio
Mas por meio de alguma coisa
Um dia isso tudo termina
Já me entristeci
Por causa de muitas causas
Faço uma pausa pra pensar
Elas tinham morrido no início
Foi meu vício em tentar vivê-las
E minha pressa
Em crer em promessas
Que não me permitiu viver
Enquanto vivo
Hoje o meu viver
Tornou-se facultativo
E meu tempo
de comum acordo com a ciência
Continua sendo relativo
Portanto
Procuro não mais viver
Tentando causar alívio
O dia inicia e termina o dia
Enquanto isso
eu vivo.
Edson Ricardo Paiva
Meus olhos vão navegando
Pelas ondas do pensamento
Paredes e Céus
Montanhas e vento
Meus olhos
Meu nariz
Meus pés no chão
Criando ilusões a todo momento
Eu perco a noção
Do que vejo e que escuto
Na vida
Esta coisa inventada
A navegar no tempo
Dezembro, Janeiro
Setembro ou Outubro
Nada disso absoluto
Pois o meu coração
Não tem nada de astuto
O raio que cai distante
Existe somente
No instante em que se olha
Assim
Como a chuva
Inexistente que é
Somente vai molhar os pés
No instante em que se olha
Isto é tudo que existe
O martelo de pedra
O fogo nas folhas
O Castelo lá no alto da colina
A flecha, o escudo
O Homem lá na Lua
É tudo a sua pura criação
Criação de uma mente que mente
A criar a todo instante
O usual e o diferente
O extravagante e o comum
O inesperado e a rotina
Tudo começa onde termina
Redundando em lugar nenhum
É tudo somente
Uma falha na mente da gente
No instante em que se olha.
Edson Ricardo Paiva.
Tramas.
Tenho meus pés pesados
Olhos cansados
Trago em mim mãos calejadas
Sei a letra de alguns poemas
Fora isso não tenho nada
Já tive no passado
O meu gancho de rede
Onde eu matava
A saudade e a sede
Tempos idos
Era mais fácil desvelar
A trama
do tecido daquela rede
Era mais provável
Ter vencido
Ao tempo que me venceu
Que compreender
O mistério das tramas da vida
Que me faz sentir vencido
Fora isso
Não sinto nada.
Edson Ricardo Paiva.
E Deus disse:Que haja luz...E essa mesma luz iluminaria seu rosto lindo diante dos meus olhos um dia...
Eu andei léguas ansioso eu superei novamente meu medo eu consegui mover meus pés...
Nossa como estou orgulhoso de mim, eu coloquei de novo para fora eu consegui sabe, eu amei intensamente eu quis dar-te todo o prazer na cama beijei como deve-se beijar, abracei como deve-se abraçar, o Amor a ti bela flor perdi o pudor, perco tudo seja lá quantas vezes preciso for...
Mas me sinto impossibilitado pelo descaso isso me leva ao fracasso?...
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