Nao Julgue meus Sentimentos
As nuvens dos meus sonhos sempre são iguais
Sempre contam as mesmas histórias.
Os mares são calmos e quentes.
A terra e fofa é fria.
As árvores não verdes, todas verdes.
No sonho eu falo todas as línguas.
No meu sonho eu canto alto sem abri a boca.
No meu sonho você nunca esta presente.
No meu sonho cansei de procura você.
Cansei de viver.
Lá vem você, galopando nos meus pensamentos
Derretendo o frio da saudade...da tristeza,
Lá vem você no galope do desejo
Apagando as chamas do meu corpo
Possuindo a minha mente,
A galope, rouba-me um cheiro.
Me leva na garupa em galopes,
Lá vem você, de mansinho...
Perturbando as minhas ideias
Queimando as minhas entranhas.
Se tu olhares nos meus olhos irá descobrir,
Os olhos nunca mentem,
Os meus irão te dizer tudo,
Não fuja assustado,
Quando descobrir que te amo.
Gratidão, a oração da vida...
Sou grata a vida, pela coragem e também pelos meus erros que me fizeram rever situações e enfrentar de frente os problemas que vinham chegando com bastante rapidez e com pouco tempo para que eu resolvesse.
Sou grata aos amigos, aos famíliares que me acompanham, me compreendem e me aceitam como sou, um ser com muitos defeitos, imcompleto, ainda em fase de crescimento.
Sou grata ao Pai maior que nunca me deixou sem que eu tivesse como prosseguir. Foram muitas as vezes que Ele, pegava minha mão e me levava para que eu continuasse, não desistisse de minha caminhada e só me deixava sozinha, quando eu conseguia enxergar a luz com os meus próprios olhos.
by/erotildes vitttoria
Se encontrar meus erros lhe ensinarei a aprender com os mesmos, pois uma fé desviada por si na dor se encontra...
JOGADA AO VENTO
E na minha loucura me perdi
Dos meus próprios devaneios
Transformando-os em esperanças vazias
De quem já não pensa em nada
Foram-se as quimeras
E os sonhos da imaginação
Sobrou o vazio de uma mente oca
Sem mais nenhuma expectativa
Num solo estéril
Semeei a podridão
De grãos infecundos
Jogados ao léu
A frieza do nada me envolve
E nada mais faz sentido
Homens e mulheres
Crianças e velhos
Só o vazio me preenche
De um nada sem importância
O que será ou o que virá
Não faz mais diferença
De bom, dentro de mim
Resta pouco ou quase nada
Os sonhos fundiram-se aos pesadelos
E as noites aos dias
O bem e o mal são tão efêmeros
Como a vida e a morte
E essa maldita dualidade
Me faz ser quem não sou
Talvez amanhã eu esteja eufórica
E escreva palavras bonitas
Talvez amanhã eu nem acorde
E durma o meu sono derradeiro
Na minha loucura me perdi
E por que cargas d'águas não consigo
Preencher esse vazio que restou
E fez de mim...nada
(Nane-14/05/2015)
Gelo seco meu amor...
Frio sensação de longes...
Desespero meus desejos...
Crisântemo doce cheiro...
Sob a morte desespero...
No coração calmaria...
Afogou-se momentaneamente...
Docemente como ardor atroz...
Sobretudo navegantes por causa
Perdida para ser usado depois descartado...
Nas águas profundas de seres serenos
E apáticos de qualquer forma sono eterno.
Aventureiros pois caíram nas graças...
Do silêncio que se atreveu dar forma
Ao coração declarou todas fontes
Que jorrava tua serena face...
Pequenas quantidades de sorriso
Que despencou assim.
Deferir seja uma sombra...
Somente para o vazio da solidão.
Amargo vestígios arqueológicos
Claramente a despedida seria uma flor
Num túmulo das suas próprias mãos frias...
Tudo soa ausência por mais um pouco.
A decepção toma um tom grosseiro...
Até acometido por regras dos quais sejam...
Desconhecidas por minha alma perdida.
Tais sentimentos somente na distância...
Devorando cada boa recordação...
Deixando apenas um abismo de indiferenças...
Como continuar nas sobras o frio em questão.
Se comprimi na variações
Não há mais confiança então o que a afinal...
Outro caminho frio mesmo tempo quente
Sem aquilo que revelou se adentro...
Frio sem vida... Solidão amiga...
Benevolente até que caos do coração
Revele se outra vez em poço de vaidades...
Os meus problemas são como cacos de vidro:Eu prefiro engolir e me ferir por dentro, do que cuspir e correr o risco de ferir alguém.
Faço das minhas vestes o que sonho, meus pensamentos perfumo com o cheiro do mar...Pinto minha alma de verde esperança, me visto de várias cores...só rosas, em jardins de flor.
Lá vem o amor dilacerar todos os meus sonhos mais uma vez. To cansada de tudo que chega com pinta de galã e não passa de 171. Resolvi instalar um alarme anti-furto interiormente e passei um repelente anti-canalha no corpo, na alma e no coração.
Durante toda a minha vida escolar e mesmo na faculdade sempre tive meus meios de aprender...tudo que eu precisava aprender para a prova eu estudava escrevendo.
Ainda hoje no meu trabalho me vejo utilizando dessa técnica.
Isso sempre foi meu melhor método de aprendizagem e eu sei que ainda é.
Hoje compreendo melhor o sentido.
É que eu não escrevo sobre o que já sei ou porque sei.
Eu escrevo porque eu quero aprender.
Chegando em casa e com dor no coração concluo.
- Depois de passar o dia inteiro com meus amigos e amigas que tem algum tipo de deficiência física, chego à conclusão que o deficiente e invalido sou eu.
Obrigado galera, dia incrível..
RETRATO
Vivo como posso,
silenciosa, ao amanhecer
dançando um forró triste na beira dos meus desejos.
E basta-me a resignação das folhas de outono.
Às vezes eu posso como devo,
condigna, entre notas desafinadas
pinto dias sempre eguais
na tela das minhas emoções.
E basta-me a firmeza dos ponteiros na passagem inexorável do tempo
Raramente devo como vivo
inerme diante a magica do sublime
entrego a lua meus loucos devaneios
E não me basta a irrequietude dum leão na jaula
Hoje vivo como creio,
livre, como ao pôr do sol
moldando meus sonhos
ao sabor de antigos ideais.
E não me basta a coragem e a força do mar de inverno
Impetuoso, veemente, despudorado...
Sou rocha que resiste ao furacão dos sentimentos,
Sou neve que desliza através das emoções
Sou salgueiro chorão, que resistente
aos ventos borrascosos da vida
Eu sou ...
silenciosa, condigna, inerme, livre.
Rocha, neve, salgueiro.
Eu sou.
Ô céu e a Luz
De meus olhos azuis verde cinzento Claro
Contemplo-lo
No céu Perdão, uma colomba blanca puro
Vooando
O sol illumina o meu rosto misericórdia
Notas do hino que acompanha o meu arquipélago
Douce França, vejo o sol ao nascer
Implorando a via lactea, os anjos, o universo, o planeta tolerância
Paz e Luz, uma obra de arte a crer
Nos teus eflúvios, na Terra sonho viver
O minha Pátria educadora, estou só
No infinito
Nossas vidas estão escritas em ceruleo
Saudades do Sol que vejo no teu rosto
Num sorriso formulamos o amor luzidio
Sozinha voei, naviguei contigo com tempo
Bússola no ar ao abrigo do vento
No destino acredito, vivo, creio
Num sorriso de um beijo engenheiro filósofo
Gosto de ouvir, tocar, conjugue, falar
Brincar e pensar sobre o amar...
Quantas pedras arremessaram-me no intento de roubarem os meus frutos ... Sou árvore, sempre frutificarei e morrerei em pé!
As coisas simples me faz sorrir, as coisa sinceras fazem meus olhos brilharem, e as pessoas orgulhosas me faz ver que não vale a pena a gente ser comparadas a elas,
não deixe que os outros tirem sua paz, viva sempre ao lado de Deus e seja muito Feliz!
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