Nao Julgue meus Sentimentos

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Nunca prometa FELIZ,
Não responda IRRITADO
Não decida com TRISTEZA
Faça tudo bem pensado.
FELIZ, IRRITADO e TRISTE,
Modifica o resultado.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
08/01/2026

Não tem como não vencer
Se fizermos tudo correto
Se até a flor que é sensível
Surge em meio ao concreto.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25 janeiro 2026

PASSADO é uma Luz
Que se foi, não vai voltar
FUTURO é uma Visão
Que tá expressa no Ar
E o AGORA a Permissão
De Deus para o Melhorar.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
01/02/2026

A injustiça não sobrevive apenas pela força dos opressores, mas também pelo silêncio dos oprimidos. Quando um povo renuncia à rebeldia, deixa de sofrer a injustiça e passa a sustentá-la

Você atravessou a Lua para descobrir a própria luz. O poder que procura não está em controlar o destino, mas em tornar-se a pessoa que já não precisa provar seu valor. O reconhecimento virá quando sua essência e sua atuação caminharem juntas. Não aceite ser escolhida por conveniência; espere por quem reconheça sua força e também acolha sua sensibilidade, o seu amor!

Saudade: a sincronia entre quem fomos e quem somos.


A saudade não é um ponto no mapa, é uma órbita. A gente tenta separar o que sente, a falta do lugar, do tempo, da pessoa, como se fossem gavetas fechadas na alma. Mas isso é só uma ilusão, um jeito de tentar controlar a imensidão do que nos habita. A verdade é que tudo está ligado.


O lugar é o corpo da memória e o tempo é o seu sangue. Não dá para puxar um desses fios sem que a cena inteira se mova.


O espaço é apenas o palco onde a nossa essência aprendeu a respirar.


Quando voltamos a um lugar que nos marcou, o choque não vem das paredes, mas da nossa própria memória tentando reconstruir quem fomos ali. A gente não sente só a falta de quem esteve lá; a gente sente falta da frequência daquela luz, daquele instante, da pessoa que a gente era antes do mundo nos mudar. A memória não é uma estante de livros parados, é uma força viva que, toda vez que olhamos para trás, reescreve quem somos agora.


A nossa identidade é o mosaico dos rastros que deixamos.


Somos a soma de todos os lugares onde um dia nos sentimos inteiros.
Essa conexão é o que sustenta a vida. Cada pessoa que nos tocou, cada cenário que habitamos, mudou o nosso desenho interno de forma irreversível. A saudade, então, deixa de ser lamento pelo que passou e vira um exercício de alinhamento. É a nossa tentativa de encaixar no presente os pedaços de um sistema que, embora espalhado pelo tempo, ainda nos define.


A dor que a gente sente é apenas o preço da nossa própria evolução. Quem não sente falta, provavelmente nunca esteve realmente presente.


Precisamos ter sido todos aqueles outros para ser quem somos hoje. A saudade é a prova viva de que o passado não morreu, ele é o combustível que nos ancora no agora. É aceitar, com um pouco de melancolia, que somos um sistema imenso, mas que a vida nos impõe a solidão de não conseguir habitar todos os nossos eus de uma só vez.


Nesse ponto, a saudade ganha um novo significado. Se a vida é essa colcha de retalhos, a gente não deve tentar apagar o que já foi, mas aprender a sincronizar tudo.


Evoluir não é descartar o antigo, é alinhar essas frequências para que a gente possa caminhar como uma unidade, consciente e inteira.


A saudade não é um fim; é o sistema, enfim, se reencontrando.


@marco.arawak

Ser um casal de verdade, não é viver sem problemas, é escolher permanecer juntos, apesar deles.

Não tenho medo de arriscar. Prefiro derramar lágrimas doridas ao invés de viver perguntando porque não tentei!

a morte do nostálgico (despedida)

Não houve despedida.

Ninguém chorou. Ninguém fez um discurso bonito. Ninguém colocou flores.

Só existiu um quarto silencioso, uma arma apontada para alguém que já estava morto fazia tempo.

O disparo não foi contra um homem.

Foi contra um hábito.

Contra a necessidade de transformar toda dor em identidade. Contra o vício de revisitar feridas até esquecer como era viver sem elas. Contra o conforto perverso de acreditar que sofrer significava sentir mais do que os outros.

O corpo caiu.

Levava no bolso cartas que nunca chegaram, fotografias de pessoas que já não moravam em lugar nenhum, promessas feitas para fantasmas, apostas perdidas tentando preencher um vazio que não aceitava existir sozinho.

Morreu ali o eterno saudoso.

O homem que sempre olhava para trás como se a felicidade tivesse esquecido um casaco no passado.

Junto dele, desceu à cova o rapaz que precisava parecer quebrado para justificar o próprio silêncio. O que fazia da própria tristeza uma casa, da ansiedade uma bússola e da culpa uma religião.

Também enterraram o covarde.

Aquele que esperava o mundo mudar primeiro para só depois ter coragem de viver.

Cobriram tudo com terra.

As pessoas que um dia fizeram falta ficaram lá dentro também. Não porque deixaram de importar, mas porque já não pertencem ao mesmo mundo de quem saiu andando daquele cemitério.

Existem lembranças que merecem descanso.

E insistir em ressuscitá-las é uma forma de morrer aos poucos.

Quando voltaram para casa, algumas portas permaneceram fechadas.

Uma conta deixou de existir.

Um perfil ficou abandonado.

Algumas palavras nunca mais seriam escritas.

Não por raiva.

Por sobrevivência.

Há lugares que continuam de pé apenas porque insistimos em visitá-los.

Hoje, eles perderam o último visitante.

A melancolia sempre soube escrever. Sabia escolher músicas, filmes, metáforas e transformar qualquer cicatriz em poesia.

Mas nunca soube construir futuro.

E chega um momento em que a beleza da própria ruína vira apenas outra prisão bem decorada.

Então acabou.

Não existe mais protagonista para aquela história.

O homem que precisava sofrer para existir recebeu o único destino possível.

Uma bala.

Uma pá de terra.

Silêncio.

Quem saiu daquele quarto não era feliz.

Nem invencível.

Nem curado.

Só estava cansado de oferecer a própria vida para coisas que nunca ofereceram a delas em troca.

Pela primeira vez, decidiu gastar energia com aquilo que pode alcançar.

O resto…

Que permaneça onde sempre pertenceu.

No passado.

Hoje não nasce alguém novo.

Hoje apenas morreu alguém que já estava ocupando espaço demais.

E dessa vez, ninguém vai cavar para trazê-lo de volta.

Se deus é tão foda, então por que ele não deixa de existir? O nada absoluto parece ser a única perfeição absoluta: ele não precisa pensar, desejar, criar ou mudar. Ele simplesmente é, sem conflitos, necessidades ou limitações.

Quem tudo copia,não pensa,não vive,não sente e não cria!

A vida é assim...se você não põe a mão no bolso...não lucra.

Acredito que o dia do amor deveria ser comemorado todos os dias.
Lembrando que o amor não precisa de presente caro,grandes pacotes pois ele é de graça e todos o carregamos nos corações, expressamos por atitudes, palavras de afeto e até mesmo no silêncio.
Use e abuse do Amor.

Há tempos que faço valer as minhas vontades e não deixo nada para depois.
Amanhã pode ser muito tarde.

⁠Ontem sozinha a pensar,
senti uma saudade imensa de você.
Um desejo que não sei dizer,
que não sei explicar.
Uma vontade louca de te ver,
Uma vontade louca de chorar...
sem saber... porque...
Olhei o céu de estrelas radiosas e
entre elas as mais formosas juntinhas...
bem juntinhas... a brilhar!
E sem saber porque crescia cada vez mais
o meu sofrer, crescia esta vontade de te ver juntinho de mim... bem juntinho...
Pra dizer-te bem baixinho... muito baixinho...
Eu gosto muito de você!

No centro da sua cura
está você.
Sempre esteve.
Sempre estará.

Não é sobre quem te feriu,
é sobre quem ficou pra te levantar.
E quem ficou foi você.

É a sua mão que te acolhe,
a sua voz que te acalma,
o seu amor que te salva.

É no seu colo que a alma descansa,
é no seu abraço que o coração encontra paz.

É você que se levanta.
É você que supera.
Sempre você.

E mais uma vez estou me curando sozinha, não espero mais empatia, nem compreensão, a minha dor é minha, e ninguém vai me tirar dela.

Se precisar de mim, eu estarei aqui, a sua dor, vai doer em mim, eu não espero que faça isso por mim, mas sempre farei por você.

E mesmo com os olhos embargados, com nó na garganta, eu vou, eu faço. O meio não justifica o fim.

Alguns conflitos não surgem porque o outro seja, necessariamente, uma pessoa difícil. Eles surgem porque certas dores não conseguem ser carregadas sozinhas. Precisam de companhia. Procuram um corpo, uma voz, um rosto onde possam continuar vivendo.