Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Cerca de 623586 frases e pensamentos: Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Não há esperança e você sabe disso, como eu sei, não é? Não há esperança para nenhum de nós.

The Walking Dead

Nota: Hershel

Quando eu vejo o seu rosto, não há nada que eu mudaria, pois você é incrível, exatamente como você é. E quando você sorri, o mundo inteiro para e fica olhando por um tempo.

Bruno Mars

Nota: Trecho da música Just The Way You Are.

Não é a dor que nos muda, como há milhares de anos pensamos, mas a utilização inteligente dessa dor que fazemos ao longo da vida.

Não há ninguém tão mau que não encontre outro pior. E este pensamento é um manancial de prazer e de orgulho.
(Sonata a Kreutzer)

Não há dinheiro que compre a nossa paz de espírito, nada melhor do que uma consciência tranquila. Se formos pobres de bens materiais pouco importa perante a justiça divina, o que na verdade é relevante são os valores inerentes ao espírito. A nossa felicidade depende somente de nós, sejamos sábios escolhendo o bem, sempre!

Há os que por conveniência fingem não saber a diferença entre "viver de aparência" e "viver na transparência".

⁠Não há sentido em se fazer acreditar que tudo vai ficar bem. Ao fazer o seu melhor, você pode tornar este mundo um lugar melhor.

O Momento Decisivo: O Instante que Não Volta


A fotografia vive do instante. Há um segundo exato em que tudo se alinha: a luz, o gesto, o olhar, a atmosfera. É nesse ponto de encontro que nasce a imagem única, impossível de ser repetida.


O momento decisivo não é apenas técnica — é sensibilidade. É estar presente, atento, entregue ao que se revela diante de si. É confiar que, em meio ao fluxo da vida, há uma fração de tempo que guarda a eternidade.


Quando o clique acontece, não se captura apenas uma cena. Captura-se o irreversível: aquilo que não voltará a acontecer da mesma forma.


E é justamente por isso que a fotografia emociona. Ela congela a vida no exato ponto em que ela estava prestes a escapar.


A arte de fotografar é, então, a arte de estar pronto. Pronto para ver, sentir e decidir. Porque o tempo não espera — mas a imagem, uma vez feita, resiste ao esquecimento.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

A partir de certo ponto não há retorno. Esse é o ponto que é preciso alcançar.

Há muito cansei de
Desculpar-me.
Sou essa, e aceito não ser querida,
Se me arrependo de algo,
Digo aquí e bordarei:
Foi ter saído de mim,
Para deixar alguns entrarem.

Não há acaso, destino ou sorte que possa contornar, obstruir ou controlar a firme resolução de uma alma determinada.

Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.

Não há vagas

O preço do feijão
não cabe no poema.
O preço do arroz
não cabe no poema

Não cabem no poema o gás
a luz
o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos

Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
- porque o poema, senhores,
está fechado:
“não há vagas”

Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço

O poema, senhores,
não fede
nem cheira

Sinto o aconchego sublime de tuas asas sobre mim. Tu és anjo, não há como negar, tens me levado ao céu por diversas vezes.

Sempre há uma testemunha perigosa de suas maldades... mas os mortos não falam.

Entre o cansaço e a reinvenção


Há momentos em que tudo parece parar.
O corpo não reage, a mente pesa, e o coração se cala.
Mas antes desse vazio, vieram os dias de luta,
os de sobrecarga, de resistência, de pura tentativa.


Vieram os tempos em que foi preciso sobreviver —
reinventar-se, aprender o que nunca se imaginou,
buscar um novo rumo, mesmo quando o chão faltava.
E, sem perceber, fomos adoecendo.
Talvez não de febre, mas de esgotamento.
De tentar ser fortes o tempo todo.


A vida é isso: um constante sobreviver.
É cair, e mesmo sem forças, tentar levantar.
É seguir com os pedaços que sobraram,
e fazer deles uma nova forma de ser.


Eu tenho vivido assim: lutando,
mesmo quando o cansaço me visita.
Porque entre o desgaste e a esperança,
ainda há um fio de fé que me faz continuar.
E no meio do caos, eu me reinvento —
vez após vez,
vida após vida,
em mim mesma.


Mas, às vezes, sinto falta da mulher que fui.
Daquela que sonhava sem medo,
que acreditava no novo, que se lançava inteira.
Sinto falta da energia que me fazia criar,
das madrugadas acesas por ideias,
das vontades que me moviam.


Quem sabe seja tempo de voltar —
não à dor, não ao peso,
mas ao fogo que me acendia por dentro.
De reencontrar em mim o brilho da busca,
a alegria do recomeço,
a coragem de tentar outra vez.


Talvez esse seja o meu novo recomeço:
reavivar o que um dia me fez viva.


Mas por hoje, por agora,
apenas revisito essa eu do passado
em uma galeria lotada de momentos,
de construção, de vivências, de trabalho,
de luta, de sonhos —
imagens arquivadas, jamais vistas,
que hoje revisito pouco a pouco
e sinto falta,
mas não me encontro lá.

Despedindo-me em Silêncios


Há dias em que me percebo partindo sem sair do lugar.
Não é fuga, é cansaço de permanecer inteira.
Vou me desfazendo devagar,
como quem solta o ar e deixa o corpo repousar no intervalo.


Já não há pressa em resistir.
A resistência virou hábito, quase uma oração muda,
dessas que não se aprendem, apenas se sentem.


Deixo pedaços meus em cada esquina do dia
um pouco na roupa pendurada,
outro no copo que esqueci de lavar,
e tantos nos silêncios que deixei falando por mim.


Não há ruído na minha ausência;
há um eco que insiste em sussurrar: “ainda estou aqui”.
Mas estar tem me custado caro,
como se cada gesto cobrasse uma parte da alma.


Não quero piedade, nem perguntas.
Quero apenas o direito de ser brisa,
de existir em fragmentos,
de não precisar me reconstruir hoje.


Se um dia eu me dissolver inteira,
não busquem culpados,
apenas saibam que eu tentei.
E que, em cada fragmento que deixei,
havia uma tentativa de ficar.

Não há problema em deixar de acreditar em Deus; o problema é que normalmente passa-se a acreditar em qualquer bobagem como em si mesmo.

Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido. Mas amei uma pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.

Noah Calhoun
SPARKS, N. Diário de uma Paixão. São Paulo: Editora Novo Conceito, 2010.

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto