Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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Há quem perde a cabeça nos acidentes de trânsito e outros na discussão conjugal, familiar ou profissional.

Há casais que brigam constantemente devido à ignorância cultural familiar e à falta de domínio próprio da língua.

Quando alguém pratica o bem, logo há a sensação de alegria, ternura e agradecimentos diante de Deus, por ter encontrado o verdadeiro sentimento de felicidade espiritual.

Para ver a beleza das coisas, há que se ter a imaginação aguçada, para além do primeiro olhar! Quem iria supor, por exemplo, que dentro das ostras, existissem lindas pérolas?
A coragem do olhar cuidadoso nos possibilita descobrir lindas jóias em embalagens comuns! (LJ)

Amanheça e desperte a fé e o amor que há em você.
Viva e realize os seus momentos.
Supere o amargo e edifique o bom propósito.
Seja Feliz!
___________ FranXimenes
04/11/2013

Nem sempre tenho inspiração.
Há dias em que somente o silêncio predomina,
mas a vontade de escrever está presente.
Porém , não encontro palavras certas,
é um grito silenciado pela correria do dia.
Escrever é um processo de cura interior.


Branca

"Para se aperfeiçoar um caráter íntegro há de se cultuar a justiça, a retidão, e a verdade."

Há quem gosta, mas também há quem sente necessidade de polarizar as atenções.

Dificuldades surgem na vida de todos, porém, há quem as encare como problemas e há quem as enfrente como oportunidades de crescimento.

Cuidado com o orgulho, pois há necessidade diária de correr fugindo e perseguindo e uma coisa é certa não se consegue correr de salto alto.
CJR
@claudioribcjr

“ há 2 tipos de pessoas as q enfrentam as adversidades e as q fogem. Fugir eh melhor”

⁠“Há três classes de pessoas no universo:
As Inferiores, que são aquelas que se acham superiores às outras; As medíocres, que têm como meta serem normais; E as elevadas que são as que lutam para não se enquadrarem nas duas classes anteriores.”
Ney P. Batista
Apr/26/2022

Digitais deixadas em palavras abrem investigação, poética, sobre se há pensamento perfeito


Leonardo Mesquita

(...) todas as árvores são sagradas,
e devem ser preservadas,
há toda uma troca de energias no contado com a força energética contida numa árvore,
quem nunca abraçou uma árvore, encostou sua cabeça sobre seu tronco, está perdendo o colo da mãe natureza.
(...) devemos pensar em enriquecer nossa flora, preservando.
Porque preservando a natureza estaremos preservando a nós próprios, in Orixas e Essencia Divina– by Cris)

Há dores que apertam o peito e fazem acreditar que a luz se apagou.

Mas quando o coração se abre, o sol nasce de dentro, e a vida floresce outra vez.

As mãos que nos levantam, visíveis ou invisíveis, lembram: nunca caminhamos sozinhos.

O Amor nos sustenta, transforma a dor em força e devolve o brilho da alma.

Respira… a luz já está em você e sempre esteve ❤️

⁠A PONTE
William Contraponto

O que há no horizonte
É só uma miragem?
Onde está a ponte
Que deveria ser passagem?'
Trilhar o caminho e achar a travessia
Parece um teste de sabedoria.

Essa paz sentida na imensidão
Ela também nos apavora,
Traz à tona toda motivação
Que a fuga é da margem opressora.
Aquele lugar onde a crescente afonia
Tem como causa a hipocrisia.

Qualquer pessoa que ousa questionar
Povoa a sua própria vastidão ,
Até a tal ponte encontrar
E atingir o abrigo para a expressão.
Muito além daqueles antigos rabiscos
Que ensaiavam sobre sermos nós sem riscos.

Se faltar a coragem de atravessar
Que seja a esperança,
Existe uma música no ar
Nos inspirando segurança.
Após o passo em seguida
O recomeço, uma nova vida.

O que há no horizonte
Não é uma miragem,
Ela é a ponte
Que nos dá a passagem.
Trilhar o caminho e fazer a travessia
É a continuação mais necessária.

Há Outras Flores

⁠Sempre haverá outra flor no caminho
Talvez até sem tanto espinho
Uma que não nos faça sangrar
E seja bálsamo para as dores suavizar.

Nem tudo foi como sonhamos
Ou mesmo segue do jeito que experimentamos
O que foi pode não mais retornar,
É provável que não volte a se manifestar.

Mas, vejamos: como ainda tem estrada
E quantas são as nossas possibilidades
De que a cada nova parada
Surjam flores das mais belas variedades.

Mesmo com as marcas do que foi passado
Seguirmos é o sentido para ter o coração curado
Sendo pelas pétalas que foram conquistadas
Ou pelas próprias, na jornada, acrisoladas.

William Contraponto

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

FILHOS REVOLTADOS.

Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.

Há muitos fingidos no mundo, inclusive o nosso Inimigo; ele pode estar se disfarçando que é o Cara da Felicidade por preço de banana.