Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
“Onde há vida e morte?” não é só uma pergunta — é um espelho da existência.
Esse texto fala do espaço entre o começo e o fim, onde tudo o que somos acontece. Ele mostra que vida e morte não estão em extremos opostos, mas convivem no mesmo palco: no respirar, no sentir, no amar, no deixar ir.
Cada batida do coração é uma lembrança de que algo nasce e algo parte dentro de nós. A semente morre para virar árvore. O dia morre para a noite nascer. O silêncio morre para dar lugar à palavra.
A mensagem é sobre consciência e presença — sobre entender que tudo é passagem, mas também é milagre. Que mesmo na dor há beleza, e mesmo na despedida há um tipo de nascimento.
“E quem é que está me ouvindo?”
pergunta o texto.
A resposta é simples e eterna: quem sente, entende. Quem vive, escuta.
Este é um texto sobre vida, morte, recomeço e escuta interior — sobre a parte invisível de nós que continua florescendo mesmo quando tudo parece acabar.
— Purificação
No mundo não há evolução sem a educação.
Sem professores ninguém educa nada.
Onde não há cultura
A ignorância nada de braçada.
“Há silêncios que gritam mais que palavras — e fingir não ver, às vezes, é a forma mais elegante de dizer: eu sei.”
Há dores que a mente não entende,
porque foram escritas para o coração ouvir.
É aqui que a emoção se ajoelha diante do sentimento
e o sentir humano toca o divino.
—Purificação
Há dias em que a gente não entende o porquê das pausas,
o silêncio parece longo demais
e o coração quase perde o compasso.
Mas Deus conhece os caminhos que os nossos pés ainda não pisaram.
Ele planta esperança na terra mais seca
e faz brotar beleza onde parecia não haver vida.
Confiar é respirar fundo,
soltar o controle
e acreditar que o amanhã já está cuidado.
Há sempre um recomeço sendo preparado no céu —
e quando chegar, vai fazer sentido.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.
Marcilene Dumont
FUNÇÃO FINAL
No fim, não há prêmio, nem festa.
Só o cansaço que não se despe.
Só o corpo que ainda se presta
A fazer o que ninguém mais quer.
Sou o que cumpre, não o que sonha.
Sou o que segue, não o que escolhe.
Sou o que vive, mas sem vergonha
De saber que a vida me engole.
E quando tudo enfim cessar,
Não haverá quem vá lembrar.
Só o vazio que vai ocupar
O lugar que fui — sem durar.
Jerónimo Cesarina
“Quando uma mulher decide ir embora, não há súplica que a faça voltar. O coração dela não quebra: ele se fecha, com destinatário escrito ‘devolvido ao remetente’.”
Ergo em mim um templo discreto,
feito de disciplina, foco e fé.
Não há colunas de mármore,
mas pilares de consciência.
No muito barulho, há silêncio de coração. Nos ruídos do mundo, há vazios de escuta. Não há relação nos ruídos, o que há são desencontros entre humanidades e algoritmos.
Há lembranças que o tempo não apaga; apenas aprende a embalar com mais ternura.
São pedaços de amor que permanecem,
mesmo quando a presença já virou silêncio.
Recordar é como abrir a janela e deixar o vento tocar o rosto:
há doçura, há ausência, há um fio invisível que ainda une.
A saudade, quando vem mansa, é quase oração.
É o coração dizendo baixinho:
“obrigada por ter existido em mim.”
— Edna de Andrade
O meu maior presente é ver você feliz, pois não há tesouro no mundo que se compare à alegria de quem amamos.
Gratidão por você existir e por ter percorrido este caminho até mim.
Que a luz divina ilumine sua jornada, para que em todos os meus aniversários e dias, você esteja ao meu lado, com vida plena, saúde e serenidade.
Meu amor por você é eterno!
