Nao Gosto do que Vejo
Bom dia pra você que acordou disposto
(a) a vencer mais esse dia. Que não
falte otimismo e disposição para
enfrentar toda e qualquer dificuldade
que aparecer na jornada. Agradeça
a Deus pela oportunidade de escrever
mais uma página no livro da vida.
troco carinho por carinho
troco felicidade por felicidade
troco amor por amor
se não quiser trocar, ofereço tudo assim mesmo.
Não existe grandeza onde não existem a simplicidade, o bem e a verdade.
Nunca falamos muito, acho que nunca falamos nada. E não sinto necessidade de começar agora. O que poderia dizer? Existem séculos e séculos de silêncio entre nós e, debaixo dos séculos do silêncio, ocultas lá no fundo, se calhar esquecidas, se calhar presentes, se calhar apagadas, se calhar vivas e a doerem-me, coisas que prefiro não transformar em palavras, coisas anteriores às palavras...
Não sou um senhor de idade que conservou o coração menino. Sou um menino cujo envelope se gastou.
Não há ninguém que eu odeie, acho que dá muito trabalho odiar. Há é pessoas que me são indiferentes.
As mães sofrem para tirarem seus filhos das fraldas, mas não conseguem
impedi-los de continuarem fazendo merda.
OLHAR DO TEMPO
Não posso, e nem quero, olhar a vida alheia, muito menos julgá-la: afinal, também tenho meu teto de vidro!
Eu observo, isto sim, o tempo que corre velozmente e me expõe nu...
A fadiga que hoje me pesa nos ombros, eu a criei. E das sementes que plantei, busco regá-las. Mesmo que não colha os melhores frutos, estarei pronto para a colheita, no tempo certo!
O tempo é o próprio jogo da vida. Rebuscar o passado requer coragem, exige nobreza; é uma questão de honra!
Ensinaram-me valores tais que me perdi neles. Não por culpa de outrem, mas pela minha própria visão tacanha sobre o mundo.
Eu vivo as ilusões que me foram ensinadas e busco aperfeiçoá-las, de modo que tudo que vejo se torne belo. Não para mostrar aos outros o caminho da felicidade, mas para provar a mim mesmo que também erro quando falho em entender os porquês da vida!
Eu ouço o despertar do relógio, e são 6 horas...
Logo mais, ouço o badalar dos sinos, e são 18:00 horas. Comprazo-me com o tempo: ele foi ajeitado em compassos lentos nos ponteiros do relógio... mas a vida... a vida passa, dando sinais de que o tempo que me resta jaz confinado neste corpo. Um corpo pueril e condenado à dor; a dor que eu não queria sentir, mas que, por consequência das horas, se desfaz involuntariamente nas veladas marcas do tempo.
Bom caráter não se recebe de presente nem vem por herança, desenvolve-se com esforço, tempo e disciplina.
