Nao Gosto do que Vejo
O cérebro de toda pessoa fora do padrão precisa ser estudado pelo NESA - Núcleo de Ensino Superior Adaptado.
Chutar o pau da barraca é coisa para os fracos. O negócio agora é meter o pé na coluna central do edifício. Quem derrubar primeiro ganha. E, quem vencer, terá que sobreviver quebrado.
No mesmo berço em que nasce um filho, nasce uma mãe e nasce um pai. O livre-arbítrio fará os mais inteligentes dessa tríada serem responsáveis pelo resto da vida pelos mais frágeis em momentos alternados. Quando há ruptura, todos os três sofrem muito.
Chutar o pau da barra é coisa para os fracos da minha geração de acampamento. Hoje, para dialogar com a geração Z, com etaristas, mercantilistas, e geração nem-nem; às vezes, é preciso chutar a coluna do prédio. O problema é quebrar o pé e ter que correr para não morrer soterrado.
Se você veio para o universo da deficiência sem ser convidado pelo Destino, apenas para ser bonzinho, por culpa ou mercantilismo, você corre o risco de ter problemas mentais. Aí, você será aceito.
Jogar para a torcida exige elegância e talento. Quando isso faz o time vencer, melhor ainda. Só os mestres conseguem.
Urubus esperam a carniça, hienas ficam rondando e partem para o ataque em bando. Os ratos e os vermes sempre estarão por perto e a postos. Temos que ficar vivos para não virar a cadeia alimentar deles.
