Nao Gosto do que Vejo
Me vejo apaixonado por alguém com total merecimento e que retribui com tamanho sentimento;
A paixão que invadiu o meu ser não é nada convencional, pois é por uma pessoa amada que não se encontra próximo de mim;
Mas a distância nada é para quem tem sentimentos verdadeiros e com um coração alado abre as asas para ir ao encontro da sua vida;
Meus sentimentos estão no limite transbordando o meu querer despertando o meu desejo e crescendo por você;
Vivo minhas tristezas por entre minhas esperanças, mas de tão gastas já me vejo sem saída;
Grito em meu silêncio para que meu coração escute minhas ansiedades;
Estou em uma guerra de sentimentos, com dúvidas pelo que realmente sinto se é amor ou paixão;
Mas seja qual for os sentidos os mesmos me consomem por desejar tais e não tê-las;
Pergunto-me se eu nasci para ser feliz ou se só posso ter momentos intensos;
Eu vejo doer os sentimentos que me fazem chorar ao telefone, mas eu me vejo sozinho procurando o meu mundo;
Minha alegria nem sem onde estar e em meu sono estou em uma prisão sem grades e sem castigos;
Meus esquadros se desfazem, mas minha solidão não tem saída, mas fazem o meu marketing na entrada do meu show;
Seus olhos me chamam na finalidade, para que todo dia me confunda na brincadeira de um palhaço pintado e triste;
Vejo na brisa d'manhã suas pétalas reluzindo à luz do sol, fazendo com que as intensidades e maciez de sua pele rejuvenesça;
Pois no meu mundo você se faz o melhor do que eu possa ter;
Um amor verdadeiro não é aquele que fala que ama a toda hora;
Mas sim aquele que chega com atitudes e sensatez;
Tanto lutei, mas nunca consegui ter o que você consegue, pois eu vejo suas disciplinas e tenho fazer igual;
Quero entender o que me corrói por dentro, talvez a tua alegria inicie uma disputa;
Espere a sinalização para enfim sabermos quem ajoelhara carregando a frustração de não ter ganhado;
Me vejo sem saída dentro desse sentimento que me leva sem saber quem sou eu;
Mesmo sem querer eu fico invisível no escuro e te vigio sem ameaças e juras sem pistas no desconforto de paga esse preço;
Em voz alta eu declaro-me a você para sustentar todo o meu desejo de ter você ao meu lado;
Você me vem tão sedoso pedindo com tanto carinho minhas atenções quê me vejo sem saída;
Porém em um passado recente você me apagava e de alguma forma me usava para seu bem querer;
Mas o tempo que deu intervalo ressurgiu para a minha felicidade e revivendo o que adormecia em mim;
Falo sobre vaidade quando repouso minhas asas nas minhas doces palavras;
Quando vejo o brilho das estrelas lembro-me dos seus olhos tão cativos e tão carentes de amor;
Sem tempo para falar o meu nome, mas gritando seus trejeitos em um espaço vazio onde que o meu calar fale até você entender;
Se o meu coração me disse para ter paciência escutarei a voz da experiência para seu ser mudo me fazer amar mais e mais;
Estou admirando aquela mina, pois os seus trejeitos me alucinam, imagino ela me dando mole;
Vejo ela de salto vindo rebolando com seus lábios carnudos desatinando minha razão;
Seus caprichos se faz minhas certezas, mas sou incerto quando seu olhar me aborda, pois ao passar por mim eu faço viga para ela me perceber;
Minha sina é contempla-la e tela como minha rainha para que ela mande e desmande em mim;
Resolva suas escolha para continuar sua vida, ensaiando um amor que tanto buscou;
Me vejo ali sem saída e no meu escuro sempre te assisti para cuidar de você, mesmo você não querendo;
Me perdia nas horas a te esperar, me enganava te esperando e você não chegava;
Minhas melodia não lhe trazia, mas me afastava mais e mais de você;
Lutar sempre retroceder jamais em minhas metas não acredito na derrota do amor e sim na supremacia da verdade;
Nem sei ao certo por que me sinto assim! Carente desse amor, carente de você;
Quando vejo que tudo está perdido não me isolo, mas sim me afugento do que me faz mal e me entrelaço com o que me faz bem;
Vejo que em determinado momento da minha vida, aprendi que sempre as pessoas me decepcionavam, mas na real as mesmas não decepcionavam e sim eu era que sempre tive o mal habito de depositar todas as minhas expectativas nelas;
Demasiadamente eu agia dessa forma, sabendo que cada um dar o que tem e pode oferecer;
Vejo estilhaços de mim, se despedaçando como pétalas caídas em tardes de primavera das rosas mais desejadas;
Juntas formam sentidos de amar sem a devida retribuição, mas com a esperança de ter atenção pela sua beleza;
Verdadeiramente vejo beleza natural nos sentimentos sinceros que falam por si próprias com significativo particular;
A maior beleza está nas coisas mais simples, na noite escura, porém inspiradora seguida de uma manhã esplendorosa aos nossos olhos;
Beleza está em alimentar o que nos faz sentido e que nos faz bem, em uma palavra singela porém marcante em nossa vida;
Vejo-me esquecido e mal amado pelas palavras que me consomem em um vago suspiro que me afaga;
Ouço a voz do meu coração clamando por entendimento que o faça sentir amado;
Oh quão imenso é esse tempo que esconde a compreensão pelo amor e fazem bocas se calarem sem qual quer atitude;
Não creio que o desprezo operaste a confusão entre corações que beiram o desespero;
Contudo bendito sejas os sentimentos que resistem ao modernismo de nossa época;
Ainda sim a esperança de dias melhores estão guardados para que vivamos o prometido;
Lembro-me de ti a todo instante e em meu leito de descanso te vejo em meus sonhos, vou me levantar e te encontrar, com atitudes me declarar, tanto a te falar, me rendo a ti e para sempre vou te amar;
Vejo-lhe como uma flor que desabrocha dia após dia com o brilho de um grandioso admirar, incrivelmente esperando um sestro para o seu próprio destino;
Tudo nos muda tanto pelo que guardamos, tanto pelos nossos graves passos, encerramos o que nos negas;
E se te colha em ciúmes não me queiras mal, pois o absurdo nem sempre és exagerado o suficiente para tornar insensato;
E assim me vejo encurralado diante dessa vida que você me colocou me dando um vazio, mas mesmo sem querer você me dá esperanças para que eu resolva ficar;
Ensaio um amor duradouro pagando o preço de ser feliz para nunca mais deixar escapar por entre os dedos o que me pertence por direito;
