Não Existe uma Pessoa Certa
Não receio a chuva e o trovão.
Nem tenho medo de gato preto.
Só existe um temor no meu coração: pessoas cinzentas que estejam por perto!
Existe algo bem maior que ultrapassa as barreiras e une a humanide; preto e branco, rico e pobre. "OLHE PARA O CÉU, ESTA É A COR DO AMOR!"
“Princesa sem príncipe não existe, e conto de fadas sem final feliz muito menos, então deduzi que o encanto não acabou, ele nunca existiu, e é tolice acreditar nisso tudo”
O TEMPO É O JUIZ MAIS JUSTO
O tempo é o juiz mais justo que existe,e determinará para seu futuro..justamente aquilo que você de livre vontade fizer por merecer,e o melhor de tudo é que ele não se corrompe...
Estou indo embora, não sei se vou voltar... estou indo embora... afinal não existe motivos pra ficar. Não há segurança se não existe esperança! Se eu chorar o mundo vai rir, então olhei para o céu cobrindo meus olhos com as mãos, não queria que o sol queimasse meus olhos, mas eu o queria em minha pele! Se eu resolver ir, irei em direção ao sol. E de noite em direção à lua, certamente não me perderei
Alegria
Se existe o fracasso é
Porque existirá o sucesso...
Se existe a derrota é porque
existirá a vitória...
Se existe a tristeza é porque
Existirá a alegria...
A verdade é que sempre
Depois de uma noite escura
Volta a brilhar um novo dia.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Serei sua mesmo tão longe,amor impossível creio eu que não existe,amar é poder,amar é estar.. querendo eu poder dizer,sem palavras antes mesmo de falar..
Por trás de um SORRISO...
Ah se tu soubesses!
Por trás de um sorriso existe uma história que só Deus conhece.
História de luta, de superação e de infinitas batalhas diárias.
Ah se tu soubesses!
Jamais julgaria a vida do outro.
Não lançava olhares criminosos.
Não teria ciúmes ou inveja.
Ah se tu soubesses!
Talvez abraçasse seu próximo.
Convidaria para um café ou um chá.
Ou simplesmente faria uma oração.
Ah se tu soubesses!
Muita coisa séria diferente.
