Não Existe uma Pessoa Certa
O Amor não existe
Façamos tudo que devemos fazer
Menos o mais importante
Como ser amando sem amar.
Ver aquela pessoa despir seu coração
E você beijando-a sem sentir o mínimo
possível de Paixão, nem mesmo compaixão,
só desejo.
Talvez seja justo, mas lá no fundo,
dentro do seu coração desdourado,
realmente não É.
Pensamos que amamos,
mas nunca é verdade porque,
o amor não existe,
finge-se que se ama
como eu finjo que sou amado,
e retribuo todo esse (des)AMOR.
E isso torna-me cada dia mais infeliz.
A única magia que existe no amor é encontrar alguém que sabe de suas loucuras, seus erros e imperfeições e ainda assim imagina que você é uma pessoa incrível. Isso é fantástico. A unica certeza é pensar que a incompreensão se cruza em algum ponto.
Políticos ou Hienas?
É difícil acreditar
Que existe honestidade
Quando os abutres
Fazem sua digestão
Mordidas mordem
Os próprios dentes
Uma ganancia estridente
Bocas vomitando
O que plantou na eleição
Mentiras indigestas
Promessas azedas e pútridas
Lábios formigados
Pelo veneno destilado
Lançado pelo próprio coração
As hienas espreitam
Atacam suas presas
Sorridentes dilaceram
Sorridente vão embora
Como se fizesse sua obrigação
Assim como os políticos
Num largo sorriso ao povo
Pregam a enganação
Dilacerando teus direitos
Sem se importar com a ética
E não fazendo nada
Ainda assim se acham
No direito de uma nova reeleição
Como que o nada que fizeste fosse uma glória
Tratando o povo com espora
Lhes roubando o dinheiro do pão
Numa cidade que não tem nada
Veem vestígio de progresso
Na verdade o mais merecido
Pra eles seria um processo
Por tantas inaugurações forjadas
Numa inocente civilização
Autoridade vira ladrão
Quando si é honesto
Vira alvo da população
O povo vira mercê de si mesmo
Novos e velhos corruptos
Na cadeira da câmara
Todos na mesma intenção
Optar pelo voto secreto
Para perpetuar a corrupção
Nas eleições são cordeirinhos
Após a posse são hienas
Com sorriso nos dentes e pedras na mão
Gargalhadas de um povo carente
Que os confiaram na eleição
Viram nesses políticos a salvação
O pior é que politico larápio
Nasce e se reproduz rápido
Quando morre um ladrão
Toma posse logo um outro irmão
Só peço que Deus nos defenda
Seja desses políticos ou das Hienas.
Aprenda:
Nao existe certo ou errado;
Nao existe cedo ou tarde;
E nao existe um TEMPO determinado...
Fatos e coisas acontecem quando tem que acontecer,
e cada uma no seu tempo e no seu espaço, e
NADA é por acaso. Tudo tem um proposito. Como
diz a palavra: há um tempo para todo o propósito debaixo do céu (Eclesiastes 3)
Dentro de cada um existe um super-herói implorando para fazer alguma diferença no mundo. Espertos aqueles que se deixam dominar por esse super-herói.
Você é incrível!
Aprenda a ver a beleza que existe dentro e fora de você sem precisar se comparar com ninguém.
Não existe fofocas com boas intenções. Quem fala mal do outro é gerador de intrigas e com certeza um grande causador de inimizades.
O TEMPO É O JUIZ MAIS JUSTO
O tempo é o juiz mais justo que existe,e determinará para seu futuro..justamente aquilo que você de livre vontade fizer por merecer,e o melhor de tudo é que ele não se corrompe...
Alegria
Se existe o fracasso é
Porque existirá o sucesso...
Se existe a derrota é porque
existirá a vitória...
Se existe a tristeza é porque
Existirá a alegria...
A verdade é que sempre
Depois de uma noite escura
Volta a brilhar um novo dia.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Então olhei de novo para toda a injustiça que existe neste mundo. Vi muitos sendo explorados e maltratados. Eles choravam, mas ninguém os ajudava. Ninguém os ajudava porque os seus perseguidores tinham o poder do seu lado. Por isso, cheguei a esta conclusão: aqueles que morreram são mais felizes do que os que continuam vivos. Porém mais felizes do que todos são aqueles que ainda não nasceram e que ainda não viram as injustiças que há neste mundo. Também descobri por que as pessoas se esforçam tanto para ter sucesso no seu trabalho: é porque elas querem ser mais do que os outros. Mas tudo é ilusão. É tudo como correr atrás do vento. Dizem que só mesmo um louco chegaria ao ponto de cruzar os braços e passar fome até morrer. Pode ser. Mas é melhor ter pouco numa das mãos, com paz de espírito, do que estar sempre com as duas mãos cheias de trabalho, tentando pegar o vento. Descobri que na vida existe mais uma coisa que não vale a pena: é o homem viver sozinho, sem amigos, sem filhos, sem irmãos, sempre trabalhando e nunca satisfeito com a riqueza que tem. Para que é que ele trabalha tanto, deixando de aproveitar as coisas boas da vida? Isso também é ilusão, é uma triste maneira de viver. É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajude a se levantar.
Para mim não existe um dia das Mães, mas todos os dias é dia para se comemorar pela vida de um ser precioso chamado, Mãe.
Hoje, amanhã e sempre é dia para abraçar, para ouvir, para declarar, para obedecer, para dar carinho, demonstrar amor e dizer "Eu te Amo Mãe" ... Ela que é a rainha que Deus me deu, um anjo protetor que sempre irá segurar minha mão em todos os momentos e em qualquer caminho... Quero te dedicar tudo de melhor que sou, pois o dia das Mães é comemorado todos os dias, desde que nasci.
Queria dar um presente de Dia das Mães para a minha mãe, mas não existe correio que possa levar até ao céu o meu presente. É nesse momento que eu queria ter asas iguais às que ela tem. Seria mais fácil!
Em relação a todos os atos de iniciativa e criação, existe uma verdade elementar, cuja ignorância mata inúmeros planos e idéias esplêndidas: que no momento em que definitivamente nos compromissamos a providência divina também se põe em movimento.
Não existe pobreza maior do que duas pessoas que um dia, juraram eterno amor e se desfazem dele!
Passam a viver vomitando suas intimidades ao vento, como dois irresponsáveis sem terem conhecido o amor de fato!
Aprendam uma coisa! amar não é isso ou aquilo, amar é se desprender e se despir de qualquer tabu!
Não aceite nada que seja imposto por uma sociedade cujo o caráter é pura hipocrisia!
Existe dois tipos de pessoas que sao "inesquecíveis" em nossa vida... As que nos machucaram com suas falsidades, deslealdades, mentiras e arrogâncias... E as que nos amaram com sua amizade, lealdade, verdade e simplicidade... E para saber identificar a diferença entre ambas; basta VER com os ouvidos... E OUVIR com os olhos...
