Nao Existe o Belo e o Feio
“Coragem de Soltar”
A pior sensação é quando você não quer desistir de alguém,
mas precisa deixar ir,
pois você não é o que ela precisa
— mesmo querendo ser tudo o que ela precisa sentir.
É como segurar areia nas mãos cansadas,
quanto mais aperto, mais escapa.
É como pedir ao vento que fique,
quando ele nasceu para ser estrada.
Meu coração insiste em ficar,
minha razão aprende a partir.
Entre o querer e o dever,
há um abismo difícil de medir.
Eu quis ser abrigo,
mas talvez eu fosse tempestade.
Quis ser porto seguro,
mas era só metade.
E dói —
dói como silêncio depois da despedida,
como casa vazia
que ainda guarda vida.
Não é falta de amor,
é excesso de verdade.
Amar também é reconhecer
quando a presença vira saudade.
Então eu solto, mesmo tremendo,
mesmo querendo insistir.
Porque às vezes amar alguém
é ter coragem de deixar ir.
“‘Não estou contigo por dinheiro" é uma frase que o tempo quase sempre desmente. No fim, raramente alguém permanece onde falta sustento.
Furucuto, 2026
um agráfo, trata-se daquele que não tem nenhuma habilidade nem do lado direito e nem do lado esquerdo.
A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.
"JESUS não é um mero patrimônio histórico ou estático, fixado no passado, mas sim um movimento DIVINO vivo, visível nas mudanças sociais, nas transformações culturais e nas mudanças das lógicas econômicas fratricidas que, sensível à fragilidade humana, manifesta-se por meio das vidas genuinamente alcançadas nos mais diversos ajuntamentos dos ‘homens’ por seu poderoso NOME."
Palmeiras
Verde que não é só cor,
é promessa,
é peito aberto cantando no escuro do estádio.
Cada passo no gramado carrega história,
cada grito na arquibancada vira destino.
Forjado na luta, gigante no silêncio,
vence quem aprende a cair sem perder a fé.
Quando o jogo aperta,
o coração responde:
ser palmeirense é ficar
quando todos duvidam.
Há títulos, sim
— mas há algo maior:
o laço invisível entre gerações.
Avô, pai, filho, o mesmo escudo no peito, omesmo amor que não se explica, se herda.
E quando a bola beija a rede,
não é só gol
— é catarse, é lágrima, é chão tremendo.
Porque esse verde não passa,
ele mora.
Não confundam o zelo do profeta Elias com covardia, nem interpretem o lamento da alma do profeta como um sinal de vaidade. Em nenhum momento Elias temeu a morte; o que realmente o preocupava era o receio de que, por meio de seu martírio, o ministério profético fosse extinto em Israel.
Quem conhece Jesus come pão com água e dá glória a Deus, mas quem não o conhece, até comendo picanha, murmura.
Não queira ser uma pedra de tropeço no caminho de um homem avarento, porque os avarentos são capazes de tudo.
Muitos pregadores adormecem cheios de ressentimento e acordam amargos. Mas por quê? Porque não oram, e ao não orarem, seus corações se enchem de inveja daqueles que se destacam nos púlpitos.
A Bíblia não diz que Davi cantava bem, mas sim que ele tocava bem. Portanto, não se deixe enganar pelo tom de voz de alguém, pois só Deus sabe o que realmente habita no coração dessa pessoa.
Você prega, mas não ora; por isso, seu coração é duro. Você prega, mas não vive; por isso, sua alma é amargurada. Você prega, mas não chegou onde queria chegar; por isso, seu coração é invejoso.
Você prega, mas não ora; por isso, seu coração é duro. Você prega, mas não vive; por isso, sua alma é amarga. Você prega, mas não chegou onde queria; por isso, seu coração é invejoso.
Já não há mais educação entre os mais jovens, nem respeito entre os mais velhos, tampouco pudor entre os idosos.
Não importa o quanto a Bíblia é atacada e menosprezada, ela ainda continua sendo a voz de Deus na Terra.
Mesmo que um litro de azeite seja derramado sobre a cabeça de algumas pessoas, elas não terão sucesso em seus planos espirituais. Sabe por quê? Primeiro, porque seu coração não é sincero diante de Deus; segundo, Deus nunca entregará coisas sagradas a alguém com um caráter traiçoeiro. .
