Nao Existe o Belo e o Feio

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Existe um tipo de covardia que fala apenas as "verdades" que são seguras para serem ditas.

O pior amigo, ele existe?

Conheces o teu pior amigo? Ele existe? Se considerares que todo amigo é bom por natureza, que a amizade é coisa boa em essência, a resposta é não.
Mas se já disseste um dia que tens um melhor amigo, estabeleceste um sistema hierárquico.
E, se existe o melhor, existe o pior.

Na hipótese de o pior amigo não existir, o assunto encerra-se por aqui e a crônica termina.
Mas, na hipótese de ele existir, há que conceituá-lo.

Teu pior amigo, só o reconhecerás no momento em que ele a ti se revelar.
Teu pior amigo pode ter sido o teu melhor amigo até um instante atrás; e ter deixado de sê-lo no instante seguinte.
Teu pior amigo nem sempre está consciente da sua condição; e pode achar que te fez um grande bem.
O que vale dizer que podes ser, tu, o pior amigo de outrem.

Teu pior amigo poderá sê-lo também em plena consciência, para atingir objetivos, alheios a ti.
Teu pior amigo se irá valer dos teus erros involuntários para justificar os dele, voluntários.
E, em nome de teus erros, teu pior amigo cometerá novos e novos erros.

Teu pior amigo, tu terás certeza quando ele desvelar-se.
Pois ele apunhalar-te-á não pelas costas, mas pela frente, no coração.
E, quando apunhalar-te, ele o fará em retribuição a um abraço.
Um abraço que deste logo antes.
Antes de ele apunhalar-te.

O estado de pior amigo pode ser transitório, como os estados da matéria, que passa do líquido ao sólido e ao vapor e vice-versa.
De pior poderá reconverter-se em melhor.
Ou saltar para qualquer outro grau de hierarquia de valor absoluto ou de outras escalas (o mais fiel, o mais chato, o mais carinhoso, o vacilante, o inteligente, o "burrão"...).

O pior amigo diferencia-se do inimigo, que é mais sincero em seus propósitos íntimos.
O pior amigo deseja, ou está condenado a, um dia, ignorar o afeto que se encerra entre ele e ti.
O inimigo pode ser generoso. O pior amigo, em seu delito, terá propósito mesquinho.

O pior amigo, ao revelar-se, ajudar-te-á a crescer, por força de uma grande desilusão.

Existe um universo em todos nós e as vezes o meu se liberta em forma de poemas.

Amizade é como o sol, existe para iluminar nossas vidas.

Ex

Existe ex-namorado (a),
Existe ex-marido (esposa),
Existe ex-amor,
Existe ex-amigo (a),
Existe ex-amante,
Existem tantos fatores que podemos classificar de " ex".
Mas não existe ex-pai, mãe, ex-madrinha, ex-filhos e o principal não existe ex-Deus.
Deus é sempre Deus e sem nosso Deus nada somos ou seremos.
Se você esta triste por perder um amigo, namorado(a) ou marido (esposa).
Saiba que nunca fora seu, pois não se perde o que nunca se teve de fato e real.
Pois, quem ama cuida, respeita, procura ouvir, entender, compreender, para que juntos possam fortalecer uma soma mágica que é:
Respeito + Amizade + Confiança + Cumplicidade + Entendimento + Dignidade + Caráter + Deus em seu coração = AMOR VERDADEIRO.
Então não chore por "ex", viva a vida que Deus te dá agora, pois amanhã é amanhã...

‘E a vida existe e também é bonita. E se renova. Tem lados de luz’.

Existe uma magia no dia que nasce sorrindo. O poder do sol de nos lembrar que é a Quintessencia acontecendo, transcende o sentimento unitário, pessoal. Querendo ou não, a insistência da luz te diz: “vai viver que isso que você vê lá fora é a vida que segue" E por aí vamos indo!

Nada é em vão, pra tudo existe uma causa, efeito e saída.
Pra todo fim sempre um recomeço.

Se Deus existe, eu sou Ele!

Entre Mim e Ela

Entre mim e ela
Existe um oceano
Peixes, algas, cavalos marinhos
E estrelas do mar.

Entre mim e ela
Existe um céu
Inúmeras estrelas
E uma lua minguante.

Entre mim e ela
Existe um multiverso
Inúmeros cometas, planetas
E um imenso vácuo.

Entre mim e ela
Existe uma multidão
Inúmeras vidas
E tanta gente em depressão.

Entre mim e ela
Existe a filosofia
Kant, Nietzsche, Hume, Platão
Poucas certezas e inúmeras indagações.

Escrever é doar ao mundo aquilo que existe dentro do seu mundo.

O amor existe,
a felicidade existe,
amigos de verdade existem.
E qualquer tempestade tem fim.

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Chega de perder tempo, energia e oportunidades!
Existe sim algo infinitamente maior pairando no ar, nas nossas vidas.

Com toda certeza não podemos mais desperdiçar nossa vida! Não! Chega de perder tempo, energia e oportunidades! Tudo isso aqui que vivemos é muito maravilhoso e mágico! Mas ao mesmo tempo vulnerável, efêmero....

Se ninguém é de ninguém, também é verdade que ninguém está só, certo? E nada nesse mundo acontece por acaso! Nadinha! É por isso e muito mais que existe a fé, viu? É por isso que existe a esperança! É por isso que existem os sonhos!

Quantos leões você vai ter que matar no dia de hoje? Vença suas batalhas com o seu crescimento pessoal. Aqui está o segredo: crescer por dentro!

Mantenha viva a sua fé. Mantenha sua fé acesa: como uma tocha para lembrar que cada dia é diferente e melhor, só dependendo de você mesmo! Cada dia é um novo dia, uma nova chance! Lembre-se que as pessoas que nos magoam são veículos de aprendizado! E por isso mesmo devem ser perdoadas! Seu objetivo é a evolução, viu? Queira crescer! Deseje a você mesmo ser bem melhor do que ontem, tá? Repito: existe algo infinitamente maior pairando bem em cima de sua cabeça!

E sonhe alto! Sonhe muito! Não permita mais que seus sonhos sejam trocados por lembranças, tá? É assim que se envelhece: quando se tem mais lembranças do que sonhos! Volte a sonhar já, tá? Pois a grande verdade é que você é a pessoa que escolhe ser. Todos os dias você decide se continua do jeito que é ou muda, ok?

Tudo pode ser mudado num piscar de olhos! Tudo!

Bom Dia! Bom Divertimento! Seja feliz!

"Um coração alegre faz tanto bem quanto os remédios"

A alma é pois, imortal; renasceu repetidas vezes na existência e contemplou todas as coisas existentes e por isso não há nada que ela não conheça! Não é de espantar que ela seja capaz de evocar à memória a lembrança de objetos que viu anteriormente, e que se relacionam tanto com a virtude como com as outras coisas existentes. Toda a natureza, com efeito, é uma só, é um todo orgânico, e o espírito já viu todas as coisas; logo nada impede que ao nos lembrarmos de uma coisa – o que nós, homens, chamamos de “saber” – todas as outras coisas acorram imediata e maquinalmente à nossa consciência. [...] pois sempre, toda investigação e ciência são apenas simples recordação.
A fala transcrita no texto é de Sócrates, que conversa com Mênon. Para ilustrar a teoria da reminiscência, chama um escravo e lhe pede que examine umas figuras sensíveis e , por meio de perguntas, o estimula a “lembra-se” das ideias e a descobrir uma verdade geométrica.

Há muita negatividade no mundo, graças a Deus existe o poder da mudança.

Com um início de perder o fôlego, mas com um eterno três pontinhos num final que nem existe.
Os três pontinhos são o que me matam, ponto final seria a dureza clara e o fim da história, três pontinhos são o que me matam.

⁠As pessoas buscam por uma força que já existe dentro delas.

(Pantheon)

Acredite, eu sei como é se sentir sozinho... e o pior tipo de solidão que existe é a solidão de ser incompreendido. Ela pode fazer as pessoas perderem a noção de realidade.

Existe mais de uma maneira de queimar um livro. E o mundo está cheio de pessoas carregando fósforos acesos.

Ray Bradbury
Fahrenheit 451. São Paulo: Globo, 2012.