Nao Existe o Belo e o Feio
morte do meu eu antigo
É o mesmo que não volta a ti
Sujeito a estar sempre errando
Errando porem sempre pensando em si
Esparando a hora certa de morrer
Porem a todo tempo mudando
Enquanto isso no decorrer
Sigo Morto Caminhando
Morto Vivo iludido?
Creio que não
Vivo pra junta de ti morrer
Por que me matas todo dia entao?
Sem razao ou sem motivo
Sem motivo ou sem explicação
Em minha boca um sorriso
Com o doce amargo da ilusão
Pensei em voce
Queria voltar a sorrir
Porem Creio que estou sem sorte
Nao consigo mais evoluir
Parado apenas sobre a linha de corte
Facil te observar
Dor similar a morte
Dificil é te encontrar
Feito uma bussula sem seu norte
Não olhes para o passado com raiva e não guardes mágoa no coração daquilo que já passou. Não perca a paz pensando no futuro, coloque-o nas mãos de Deus que estarás bem guardado. Viva somente o presente. Aproveite tudo que está ao seu redor neste exato momento. Desfrute-o intensamente.
Nao sei o que sinto se é paixão ou atração .Porque é complicado? ...podia ser tudo tão fácil...Queria te dizer tudo o que estou passando.
A desilusão nada mais é que a constatação do óbvio, e que aos nossos olhos, a cortina da ilusão não nos permitiam ver".
O teu silêncio grita ao pé do meu ouvido que tudo foi em vão.
Não me deixe morrer sem ouvir que foi amor.
A vida se torna escassa,
Não recorrendo ao Criador;
Tudo é breve, tudo passa,
E o que resta é desamor.
Amor não traz decepção ou dores, o nome disso é encosto! Te magoou ou decepcionou? Devolve pro mar que é oferenda! Chuta que é laço!
Alguém que diz "vou fazer um trabalho mal feito porque não ganho x" nunca fará um trabalho perfeito, mesmo que você pague 10x a ele.
Não tenho medo dos mortos, e sim dos vivos; estes, machucam, decepcionam, usando de falsidade; viva é a pessoa, morto é o seu caráter.
Não acredito no convencimento do termo igualdade no contexto da pacificação do mundo, da sensibilidade e racionalidade (intelecto), das relações humanas (dos povos), no paradigma das classes e da ordem estabelecida (dos dominantes perante os ‘oprimidos’, dos donos do poder sob a égide dos ‘coitados/ marginalizados/ oprimidos’, dos fortes contra os fracos, dos sábios relacionados aos ignorantes- de sapiência). Portanto integralmente/ parcialmente desconfio da camuflagem e do lado oculto dos homens de bem (dos sinceros, dos felizes, dos legais, dos ingênuos, dos honestos, dos íntegros, da certificação dos éticos de fachada, e dos falsos moralistas de vitrine ou de mesa de bar). Diante do atestado dos bondosos, dos amáveis, dos caridosos, dos gentis, da falsificação, da dissimulação do marketing fadado que vomita nas máscaras (que tendem a cair- uma hora ou outra), e da desconfiança que paira na esperteza, do controle a da confirmação dos amáveis. Afinal, minha suspeita interage nos múltiplos interesses existentes por trás das ações, das tendências, da prática dos veneráveis e formosos em vigência.
