Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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O óbvio é a única verdade que existe; o resto é a mentira ocultando o óbvio.

Existe a coragem sábia
e estratégica do Lula
e a covardia esperta e ardilosa
de Flávio Bolsonaro.
@MiriamDaCosta

A dualidade existe
Para que para que possamos fazer as
Nossas escolhas.


Gleice KELLY ss.

Vestir-se
De si mesma, é a beleza mais linda
Que existe.
Todos o resto se torna apenas um acessório.


Gleice KELLY ss.

Em todo lugar, todos os dias, existe movimento. Gente que chega, gente que vai, histórias que começam e outras que terminam. A diferença está na energia que cada pessoa deixa por onde passa (Nelson Locatelli, escritor de Foz)

“Quando existe paixão, o esforço encontra significado. Faça tudo com paixão!”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“Quando existe propósito, cada passo deixa de ser apenas uma obrigação e passa a fazer parte da jornada. Pois não é a chegada que faz valer a pena, é o caminho!”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

O indiferente existe na sua cabeça ela cria uma barreira entre você e o que está a sua volta, se liberte ou ficara preso as mesmas pessoas, pensamentos e manias. Você não é um animal e nem eu sou, temos paixões e sentimentos, mas o seu olhar para o indiferente só mostra que seu amor é falso.

“Às vezes, tudo o que você precisa é de alguém que te lembre que ainda existe um ‘você’ aí dentro.”

“Tem riso que só existe… pra ninguém perceber quem tá prestes a desabar.”

“Entre o silêncio e o caos, existe quem busca sentido:

Fé, moral, existência e os mistérios que inquietam a alma e provocam a mente.”

“Entre o peso da coroa e o vazio do coração, existe um príncipe à beira de si mesmo.”

“A Síndrome de Clérambault é a prova de que, às vezes, o amor que você sente… só existe na sua cabeça.”

"Existe uma diferença brutal entre 'opinião pessoal' e 'conclusão analítica'. Se os dados textuais e históricos mostram que duas ideias se excluem, a contradição é um fato da realidade, não o sentimento de quem fala."

A rivalidade só existe no coração dos preguiçosos, fracose incapazes- que a todo momento estão tentando provar que são e que podem, só para não se sentirem o que realmente são.

Tentar provar, já é a prova de que não é não pode e não tem.

Há, para aquele que observa com consciência, a nítida sensação de que existe, sim, um caminho mais correto — não como promessa concreta, mas como possibilidade latente. Uma ideia que atravessa o pensamento e, por vezes, se dissolve no campo dos devaneios.

A maturidade, no entanto, revela um paradoxo: aquilo que reconhecemos como verdadeiro raramente se manifesta no plano da realidade compartilhada, criando quase a sensação de que fazemos parte de uma trama sem desfecho real — uma espécie de “Caverna do Dragão”.

Torna-se evidente que, enquanto o modus operandi permanecer ancorado em dinâmicas de separação e na venda de esperança nas prateleiras do discurso, toda transformação será mero devaneio. O que se perpetua é um ciclo: ideias que alimentam expectativas, e expectativas que sustentam a continuidade do próprio sistema.

Desde tempos remotos, as ideias não são apenas instrumentos de compreensão, mas, sobretudo, de condução. Elas moldam comportamentos, organizam sociedades e, silenciosamente, delimitam o campo do possível. Das tradições religiosas às instituições de ensino, e agora aos algoritmos invisíveis que regem o ambiente digital, há um fio condutor: a tentativa constante de orientar a percepção — e, por consequência, a ação.

Nesse contexto, o indivíduo se vê diante de uma exigência sutil, porém constante: posicionar-se.
A neutralidade passa a ser tratada como falha, quase como heresia — como se não escolher um lado fosse, por si só, motivo de condenação.
Nos tempos atuais, a não adesão pode significar afastamento: de grupos, de oportunidades, de vínculos.

Assim, o pertencimento passa a carregar o custo da ignorância, enquanto a autonomia cobra o preço elevado da consciência — sobretudo quando não é exercida.

Recusar essa lógica não é um ato de rebeldia, mas de preservação íntima.

As convicções, quando genuínas, não se transferem nem se impõem. Elas emergem de um processo silencioso — uma alquimia entre observação, experiência e tempo. É no ato de plantar, no intervalo da espera e na inevitabilidade da colheita que se forma aquilo que chamamos de consciência.

A ideia de uma consciência coletiva plenamente integrada — uma “alma de grupo” — talvez ainda habite um horizonte distante. Não por impossibilidade, mas pela própria condição humana, que oscila entre reflexão e automatismo. Isso não é pessimismo, tampouco se limita ao campo político; é um fenômeno cotidiano: o movimento de muitos guiados por impulsos não compreendidos, facilmente induzidos.

E talvez a grande armadilha resida justamente aí:
em sucumbir a uma narrativa antiga, desgastada, quase primitiva —
que revela, no fundo, apenas a nossa recorrente fragilidade
diante de ideias que nunca paramos, de fato, para questionar.

Autor: Idelson Mafra

A lei do retorno existe.

Existe um tempo certo para cada coisa debaixo do céu. Eclesiastes.
Respeite o processo, a sabedoria do Senhor.

A rejeição só existe para ocorrer o redirecionamento.

A saudade que sinto por estar longe de você é superada pela alegria de saber que você existe.