Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Me chamo Erika...
Mente pensante, as vezes ignorada pela complexidade do ato intelectivo mal compreendido!
O importante são as entrelinhas do que escrevo...
Muitas pessoas pensam que o nazismo só fez mal a humanidade e fez mesmo,mais também deixou coisas boas para o mundo.
Para cada bem que faças lhe será atribuída uma cura, sendo que, para cada mal que faça, lhe serão impostas três enfermidades...
CONTRIÇAO
Se aos primeiros passos , adivinho
Que o erro vem de um passo mal pisado,
Eu pisaria o chão com mais carinho,
Calculando o valor de cada passo...
Para viver em paz com o meu passado,
Procuraria andar devagarinho:
Um passo a menos no caminho errado
Um passo a mais no bom caminho
Sem aspirar as glórias da subida
Mas sem sentir tambem tanto embaraço
Quando eu chegasse ao fim da grande lida
Sem angustias, sem tédio, sem cansaço
Com que alma serena e comovida
Eu não daria o derradeiro passo.
Joao Batista de Oliveira
" O MAL E O BEM "
ÀS VEZES NOS SENTIMOS MAL,
ÀS VEZES NOS SENTIMOS BEM.
TAMBEM ÀS VEZES TE QUERO MAL,
TAMBEM ÀS VEZES TE QUERO BEM.
SOU PEDRA COLOSSAL,
E PEDRISCO TAMBEM.
SOU ALGO QUE LHE FAZ MAL,
UNS DIAS TE FAÇO BEM.
PENSO COMIGO SER O TAL,
MAS É UM NADA QUE ME CONVÊM.
IMAGINO UM DIA SER O MAL,
MAS O QUE FAÇO É SÓ O BEM.
SEI QUE UM DIA TE FIZ MAL,
MAS MEU AMOR.....
.....A TI SÓ TE QUERO BEM
Os Três Mal-Amados
Olho Teresa, vejo-a sentada aqui a meu lado. A poucos centímetros da mim. A poucos centímetros, muitos quilômetros. Por que essa impressão de que precisaria de quilômetros para medir a distância, o afastamento em que a vejo nesse momento?
Olho Teresa como se olhasse o retrato de uma antepassada que tivesse vivido em outro século. Ou como se olhasse um vulto em outro continente, através de um telescópio. Vejo-a como se cobrisse a poeira tenuíssima ou o ar quase azul que envolvem as pessoas afastadas de nós muitos anos e léguas.
Posso dizer dessa moça a meu lado que é a mesma Teresa que durante todo o dia de hoje, por efeito do gás do sonho, senti pegada a mim?
Esta é a mesma Teresa que na noite passada conheci em toda intimidade? Posso dizer que a vi, falhei-le, posso dizer que a tive em toda intimidade? Que intimidade existe maior que a do sonho? A desse sonho que ainda trago em mim como um objeto que me pesasse no bolso?
Ainda me parece sentir o mar do sonho que inundou meu quarto. Ainda sinto a onda chegando à minha cama. Ainda me volta o espanto de despertar entre móveis e paredes que eu não compreendia pudessem estar enxutos. E sem nenhum sinal dessa água que o sol secou mas de cujo contacto ainda me sinto friorento e meio úmido (penso agora que seria mais justo, do mar do sonho, dizer que o sol o afugentou, porque os sonhos são como as aves, não apenas porque crescem e vivem no ar)
Teresa aqui está, ao alcance de minha mão, de minha conversa. Por que, entretanto, me sinto sem direitos fora daquele mar? Ignorante dos gestos, das palavras?
O sonho volta, me envolve novamente. A onda torna a bater em minha cadeira, ameaça chegar até a mesa. Penso que, no meio de toda essa gente de terra, gente que parece ter criado raízes, como um lavrador ou uma colina, sou o único a escutar esse mar. Talvez Teresa...
Talvez Teresa... sim, quem me dirá que esse oceano não nos é comum?
Posso esperar que esse oceano nos seja comum? Um sonho é uma criação minha, nascida de meu tempo adormecido, ou existe nele uma participação de fora, de todo o universo, de uma geografia, sua história, sua poesia?
O arbusto ou a pedra aparecida em qualquer sonho pode ficar indiferente à vida de que está participando? Pode ignorar o mundo que está ajudando a povoar? É possível que sintam essa participação, esses fantasmas, essa Teresa, por exemplo, agora distraída e distante? Há algum sinal que faça compreender termos sido, juntos, peixes de um mesmo mar?
Donde me veio a idéia de que Teresa talvez participe de um universo privado, fechado em minha lembrança, desse mundo que através de minha fraqueza eu me compreendi ser o único onde será possível cumprir os atos mais simples, como por exemplo caminhar, beber um copo de água, escrever meu nome, nada, nem mesmo Teresa.
AMOR SUBLIME
Águas que diluem o sal,
Afaste da carne o mal,
Brota em coração o amor,
Levando contigo a dor.
Só quero ao sol expor,
Cicatrizes que o vento leva,
Iluminando coração em trevas,
Na sublimação do amor.
EDUARDO ARAGÃO NETO.
O bem e o mal
No nosso senso de bem e de mal, sabemos que o bem é melhor que o mal, mesmo que alguém possa ter uma mentalidade fraca, escolhe o que é bom para si. Muitos filósofos considerarão em alguns textos que o bem é o que esta além do nosso mundo, a perfeição de tudo que é bom. Tal quanto o mal foi entendido como deficiência. Podemos também pensar a felicidade como bem do ser humano, o bem do qual podemos estar destinados segundo nossa vida.
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