Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Não tenho medo de transbordar. Sigo caindo, me arranhando. Minha alma fica ferida. Carrego cicatrizes que para sempre serão lembradas. E mesmo assim, transbordo. Vou jogando intensidade em tudo o que faço. Em tudo o que sinto. Minhas amizades são cultivadas com verdade. Os meus amores são eternos. Sinto a certeza batendo forte no meu peito. Minha esperança nas pessoas é infinita. Me arrebento, mas não caio
na armadilha de viver nada sem graça.
Sem ritmo. Sem cor. Pela metade.
Por isso a minha gargalhada é alta
e os meus olhos brilham.
Não reclame de falta de privacidade
nas redes sociais. Tudo sobre você
que lá está foi você quem lá incluiu.
Portanto, deixe de se fazer de vítima.
Sofremos pelo que não temos, e muitas vezes, pelo que acreditamos que era nosso, mas na verdade nunca foi!
''Talvez eu não seja forte suficiente para vencer, mas tenho força de sobra para lutar e nunca desistir.''
•••••••••SOU UMA DIVAHH•••••••••
Diva não ama.......é amada!
Diva não anda........desfila!
Diva não danca.......arrasa!
Diva não se acha.....e procurada!
Diva não é boa......é otima!
Diva não e facil.........é inrresistivel!
Diva não e a melhor.....diva é exclusiva
POR ISSO Q EU SOU UMA DIVA!!!!♥
Sou como aquela gaveta do armário onde se joga tudo o que não tem lugar certo ou não se quer pensar no momento, a bagunça que se ignora e deixa pra depois, o que é complicado de pôr em ordem, então apenas se convive e acha que deve arrumar um dia. De tempos em tempos alguém insiste em jogar tudo fora sem autorização, mas nem dá tempo de sentir falta do que não se prestou devida atenção quando aconteceu. Vida nova, gaveta vazia, seguir em frente.
E para que não doesse demais quando não era capaz de, apenas esperando, evitar o insuportável, fazia a si próprio perguntas como: se a vida é um circo, serei eu o palhaço?
Uma Arte
A arte de perder não é de difícil lastro;
tantas coisas parecem prenhes de perda
que sua perda não constitui nenhum desastre.
Perca um pouco a cada dia. Aceite o arrasto
do molho de chaves perdido, a hora mal gasta.
A arte de perder não é de difícil lastro.
Então teste perder mais longe, mais rastros:
lugares, nomes, o destino de onde pensava passar
férias. E nada disso pressupõe desastre.
Perdi o relógio de minha mãe. E, ah, que impacto!,
a última ou penúltima das três casas que amei.
A arte de perder não é de difícil lastro.
Perdi duas cidades, que belas. E, mais vasto,
algumas terras, dois rios, um continente,
que saudade, mas não chega a ser desastre.
―Mesmo perder você (anedota na voz, gesto
que adoro) não deve enganar-me. Pois é claro
que a arte de perder não é de tão difícil lastro
mesmo que pareça (note!) um desastre.
E que não faltem as emoções lindas dos sorrisos sinceros nem as alegrias radiantes dos gestos simples das amizades que dividem com a gente os nossos caminhos!
Livros não são coisas absolutamente mortas; contêm um espécie de vida em potência tão prolífica quanto a da alma que os engendrou. E mais: eles preservam, como num frasco, o mais puro e eficaz extrato do intelecto que os produziu.
As pessoas te pisam, te machucam não tem a mínima consideração com você e depois acham que um simples “me desculpe” (daqueles descarados que não vem do coração) pode reverter a situação, não é guardar rancor não, certas atitudes machucam a alma e fazem jus aquela velha frase clichê: “depois que inventaram a palavra desculpa, magoar as pessoas ficou tão mais fácil...”
O sentimento de felicidade originado da satisfação de um impulso selvagem, não domado pelo eu, é incomparavelmente mais intenso do que aquele que resulta da saciação de um impulso domesticado.
