Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Nada é mais ensurdecedor do que
o silêncio hipócrita de pessoas barulhentas, quando percebem que estão erradas.
Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.
Nada a perder
Sonhei com amores, mas com muito pouco deles realizei,
já tive muitas aulas de quando distanciar, quem esquecer ou de como silenciar o que afeta, ainda assim não aprendi a lidar com tudo que envolve você,
a solidão é amarga quando na mesa pra duas cadeiras apenas uma está ocupada,
no aroma das cicatrizes o meu sexto sentido se revelou aguçado, percebi que nas mesas próximas do café uma bela mulher me notava emocionada e automaticamente se apoderando das minhas razões e reações,
após um olhar de cento e oitenta graus a minha esquerda, vi o renascimento de uma nova história no tempo presente,
amolecer um pouco o coração não é pecado, ainda mais no meio do nada a perder.
Vivendo muito abaixo do telhado do medo, sentindo nada sobre como seriam os encontros com tudo aquilo que é bom.
Sou tudo...
Já fui muito, já fui pouco,
Já fui tudo, já fui nada,
As mudanças são repentinas, as pessoas passam,
No fim, sou tudo sem nada.
É um privilégio!
Sem o amor nada me resta,
Venha ele cedo ou tarde, com passagem de repouso demorado ou na velocidade da luz , mas venha e pelo menos deixe suas sobras quando passar,
As rachaduras, as vulnerabilidades, os destemperos, até mesmo no adeus finito o amor é prestativo, ele agi no seu real valor,
Gosto de brigadeiro, cheiro de pizza napolitana, perfume das rosas, sabor de pão de queijo com café da manhã, sim o amor tem cheiro e gosto de tudo que é bom,
O maior privilégio do tempo, das almas e dos corações é viver um amor é saber amar como se não houvesse o amanhã.
Toque de Abrigo
Foi um gesto pequeno,
quase nada pra quem olha de fora.
Uma mão que encosta,
sem pressa,
sem pedido.
O corpo estranhou primeiro.
Como quem abre uma janela
depois de muito tempo fechada
e esqueceu como o ar entra.
Ela quase dormiu.
Eu quase lembrei
que o toque também pode ser descanso,
não só alerta,
não só defesa.
Não houve promessa,
nem história,
nem nome pra dar ao momento.
Só presença.
E nesse silêncio compartilhado,
meu corpo entendeu antes de mim:
nem todo contato fere,
nem todo afeto cobra.
Às vezes,
tocar alguém
é só isso.
Um intervalo de paz
no meio da resistência.
Os seres humanos vivem pelo nada, conquistam coisas na vida em vão pois a morte destrói toda a anatomia humana, todos seres vivos estão sendo manipulados pelas regras do universo, a vida é um jogo pela sobrevivência, simplesmente você existe em um equilíbrio de ilusão.
Vê se entende...
- Foram momentos felizes com pessoas diferentes!
Nada importante!
Eu acho...
Haredita Angel
04.02.21
A Guardiã dos Avisos Ignorados
Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia
Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.
Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus.
Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos.
Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados.
No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor.
Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra.
Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera.
Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável.
Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo.
Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada.
E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência.
Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.
Caro Coração:
De nada adianta o desespero, ou medo.
Tão menos a tristeza e a incerteza.
Deixa fora a angústia, e o amargo.
Fecha a porta pro desânimo, pro rancor.
Solidão não é bem vinda. *Quero aqui dentro o vigor e o pulsar das coisas leves, lindas e abençoadas que a vida me dá.!*
╰☆╮
FranXimenes
12*08*2013
Cada evento é uma peça cuidadosamente entrelaçada na tapeçaria da existência, onde nada
ocorre sem propósito ou significado.
A vida é estranha. Você chega sem nada, passa a vida inteira correndo atrás de tudo e ainda assim sai de mãos vazias.
Certifique-se de que sua alma conquiste mais do que suas mãos.
Talvez a sua primeira meta de 2026, seja se olhar com cuidado de novo, porque sem você, nada se concretiza 💭
Análise, pense e aja com a razão. Para entender que nada é verdadeiro, tudo é uma ilusão. Hoje em dia, todo aquele que diz "é verdade", está mentindo.
Analise, pense e aja com a razão. Para entender que nada é verdadeiro, tudo é uma ilusão. Hoje em dia, todo aquele que diz 'é verdade', está mentindo.
Kelvin Mateus Maciel
