Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Mendigo, como vai sua vida espiritual?
Mendigo: Às vezes não tenho nada para comer.
Você doa 10% da comida que às vezes você recebe?
Eu posso até não ser nada,
mas quero ser tudo no teu viver,
ser o colo que ampara na estrada,
aquela que cuida de você.
Que segura tua mão na dor,
te abraça no frio sem pedir,
te protege dos perigos do mundo
e faz tua alma sorrir.
Mesmo sem nada contigo,
te trato como joia rara,
um diamante que brilha sozinho,
mas que no cuidado dispara.
Porque toda mulher merece colo,
respeito, gentileza e calor,
merece cuidado sem rótulos,
merece sempre o melhor amor.
Respirar,
mesmo quando o mundo não perceber,
mesmo quando o tempo passar
e nada for mais igual,
quando ninguém mais for o mesmo...
ainda assim,
respirar.
A grande crueldade do silêncio é essa: Ele não mostra nada de quem partiu, mas deixa quem ficou com todas as perguntas e nenhuma resposta.
O mar é abrigo
O mar não pergunta nada.
Não exige explicações,
não pede promessas.
Eu chego cansada
e ele continua ali,
aberto, imenso,
sem se negar.
O mar acolhe até
quem chega quebrada,
com os pés feridos
e o peito cheio de nomes.
Não me diz para ficar,
não me diz para ir.
Ele apenas existe.
E às vezes isso basta:
um lugar que não foge,
que não se fecha,
que não me pede para ser outra.
Nada fica no pico o tempo todo.
Emoção não sustenta intensidade máxima por muito tempo. O corpo cansa, a mente cede. Isso não é fraqueza, é fisiologia.
Ao encontrar omaravilhoso
caminho da paz
e do equilíbrio interior,
não deixe nadate desviar!
Siga adiante!
Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.
Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.
Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.
Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.
E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.
... dessa
nossa vida, nada
se perde - contrariamente, muito
se ganha, conquista - a não ser,
aquilo que não venha como
fruto do nosso próprio
trabalho!
