Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Amor Proibido
Não sei se devo amar-te
Porém, meu coração clama teu amor
Esse amor proibido, que tanto quero
Que tanto desejo, és tu o anjo dos meus sonhos
Uma deusa em corpo de mulher.
Aflição
Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela.
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera.
(A noite como fera se avizinha)
Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar, se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
Quem é o juiz? O juiz é Deus. Por que Ele é Deus? Porque Ele decide quem ganha ou perde, não meu adversário. E quem é o adversário? Ele não existe. É apenas uma voz que discorda da verdade que eu digo.
Em vez de nos escondermos e fingirmos que o bullying não existe ou que dá pra nos livrarmos dele, precisamos aprender a nos defender. Física e mentalmente. Pois, às vezes, as cicatrizes não visíveis são as que mais doem.
Sabe o que é foda?
É você ficar ai sofrendo por alguém que não está nem ai pra você enquanto existe alguém que te faria a pessoa mais feliz do mundo. Mas você não percebe não é?
Compartilhamos alguns lindos momentos juntos e você fez minha vida. Não tenho arrependimentos. Mas sou somente um capítulo em sua vida, haverá muitos mais. Guarde nossas maravilhosas lembranças, mas, por favor, não tenha medo de construir mais algumas.
(Livro P.S. Eu Te Amo)
Ele não me cobre de pétalas de rosa e me leva para Paris nos finais de semana, mas quando corto meu cabelo, ele percebe. Quando me visto para sair à noite, ele me elogia. Quando choro, ele enxuga minhas lágrimas. Quando me sinto sozinha, ele me faz sentir amada. E qem precisa de Paris, quando pode conseguir um abraço?
Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.
Me deparei com a pergunta: por que eu não escrevo mais? Não escrevo mais porque todos os meus textos são sobre você. E eu me cansei disso, digo: de você. Cansei de exaltar suas qualidades e até mesmo inventar algumas. Cansei de escrever sobre a falta que você me fazia e ainda faz, por mais que eu odeie admitir isso. Cansei de escrever pedindo desculpas e sobre sua falta de percepção. Eu preciso seguir com a vida, só que dessa vez, sem você. E pra que isso aconteça, eu preciso desatar esse nó que me prende a você. É por isso que eu não escrevo mais. Não escrevo porque você ficou no passado e infelizmente, o momento qual estou vivendo, se chama presente.
Você prefere perder o orgulho ou a pessoa que gosta? Quebrar orgulho não é sinal de fraqueza ou humilhação, e sim, uma demostração de amor...
É estranho descobrir o quanto você é importante para pessoas que não sabia que se importavam tanto. Ou descobrir que a sua lenta desintegração pode se refletir em outras pessoas numa escala menos.
