Não Engane a Si Mesmo

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Você não precisa ser excepcional em suas atividades, nem mesmo destacado, mas ao realizar suas tarefas com carinho e esforço, pode ter a certeza de que alcançará um resultado admirável.

A esperança não é acreditar que tudo correrá bem; é continuar a caminhar mesmo quando ainda não se vê o caminho inteiro.

AINDA QUE POUCAS


Mesmo que amizades se corrompam e algumas te deem as costas no início, ainda existem aquelas que estendem as mãos, dão abraço e acolhem.
Eu escolho acreditar nelas.
Ainda que poucas, Deus usa cada uma pra me lembrar que refúgio também tem rosto humano.

Pediu um tempo.
O boleto não pediu e venceu mesmo assim.
— Van Escher

Foto com peixe gigante.
Bio: "pescador só no Tinder mesmo".
— Van Escher

Que as verdades que surgem em nossas vidas disfarçadas,

se despeçam antes mesmo de me encontrar.

_Van Escher _ 🪐

Não confunda meu 'não' com jogo difícil.
É só padrão alto mesmo.
Quem sabe, sabe. Quem não sabe, observa de longe.

Van Escher

⁠você não sabe
mas te amei em pânico
te amei em ansiedade
te amei nos dias tristes
mesmo desacreditado
te amei
e ainda te amo.

Às vezes passamos por baixo de escadas, cruzamos com um gato preto e quebramos um espelho no mesmo dia. Como se os infortúnios nos perseguissem insistentemente por todos os lugares, uma vida de azar que não vai melhorar. Embora corramos por todos os lados, o reflexo no espelho é o mesmo rosto de sempre.


Aposte sua vida em um giro de moeda, acredite que será cara, mas sempre vai dar coroa. O seu trevo sempre terá três folhas. Minta para si mesmo que tudo ficará bem, mas não importa aonde vá, não importa onde se esconda, mesmo onde tenha certeza de que nunca será encontrado, ainda será você e então vai entender que o azar nunca esteve atrás de você. Era você quem o carregava.

O valor da alma é mesmo valor da existência ate a balança seja o valor real da existência.⁠

​A Balança da Existência: A Métrica da Alma
​Dizer que o valor da alma é o mesmo valor da existência é reconhecer uma simetria perfeita. Espírito e matéria, observador e cosmos, pesando exatamente o mesmo no tecido do espaço-tempo. Um não existe sem o outro; são duas faces da mesma moeda quântica.
​No entanto, essa equivalência é apenas um estado de repouso temporário. O verdadeiro teste ocorre quando o universo ativa a sua própria balança — a métrica definitiva onde a ilusão se desfaz e o valor real da existência é pesado contra o absoluto.
​É no prato dessa balança (seja a gravidade das estrelas, a medição quântica ou o julgamento ancestral nas câmaras ocultas) que descobrimos se somos apenas reações químicas passageiras ou a própria consciência que dá peso e significado ao infinito. A existência só se torna real quando compreende o seu próprio peso.

A evolução existencial atravessa as barreiras da alienação religiosa e social.
Mesmo sob o peso dos "deuses" criados pelo sistema, surgem pessoas conscientes. Em contrapartida, vemos sementes humanas sendo polarizadas pela política e uma imensidão de bots analógicos alimentando a alienação.
Esses seres, perfeitamente animados por fora, revelam que o "humano-bot" não é uma novidade tecnológica: ele sempre foi fruto da inércia introspectiva da consciência, operando sob prerrogativas impregnadas pelo domínio mental de sua própria época

​Projeções e códigos que a órbita da Lua descreve; o mesmo efeito de nuvens rígidas, cores, sons, tempestades e a fonética do silêncio absurdo anterior à catástrofe. Pássaros possuem um campo magnético que os atrai e repele; o parecer do achismo nada vale diante da imensidão de dimensões infinitamente sobrepostas. Para onde ir pelas rotas planetárias?
​As cores assimiladas pela mente coordenam a estabilidade humana. A distorção da direção é a simplicidade das respostas contidas no cotidiano — e esse cotidiano é constantemente manipulado pelo ambiente em que se vive e pelo som que se sente. Suas experiências e memórias podem ser conduzidas como no Efeito Mandela: tudo o que você lembra é o efeito de uma imagem reduzida a uma história dentro do espaço dinâmico e contínuo das emoções. Experiências passadas são expostas, mas restam apenas como a ilusão temporal da cor na mente. É como o pecado original: navega-se pela figura da maçã, embora jamais tenha sido dito na Bíblia ou em outro manuscrito que o fruto era uma maçã. Narrativas de alienação e controle mental são criadas para induzir a aceitação da origem sob uma forma apocalíptica, passiva e obediente, forjando mundos paralelos "perfeitos" e multiculturais. Na vida, o trabalho é um mundo; cada lugar de interação é um universo distinto. Das cores das nuvens até o tempo na órbita vista da Lua, tudo difere — e assim continuamos assimilando realidades.
​Cada cor carrega cheiro, gosto e emoção. A música refinada de um restaurante é manipulada para transmitir um ar de graça e contemplação. O bife carnudo deixa de ser algo para matar a fome e passa a ser uma obra feita para ser apreciada. Já em uma barraca de cachorro-quente, a cor da salsicha, o aroma do purê de batatas e os condimentos geram a sensação do trivial e empolgante, projetado para saciar a urgência. O som de fundo costuma ser música popular, feita para despertar mais fome. Até mesmo o suco saturado de açúcar ou supostos aminoácidos, girando em uma máquina que lembra uma lavadora de roupas, é pura informação concebida pela imensidão da venda e do consumo. Cores e estímulos hipnotizam pela velocidade e pela pressão do tempo.
​Da poeira pensante à química da poça primordial perto de vulcões imensos, onde a água jorra elementos até que a descarga de um raio dá o passo inicial à vida. Parece um filme. Adão e Eva, a manipulação na crença do que não lembramos ou do que parecia irrelevante perante o que somos.
​O espaço cronológico projeta imagens, sonoridades e a passagem do tempo. A cor cinza desbotada ou o amarelo resgatam o passado como um vestuário que, involuntariamente, remonta a um cenário em que a mente regressa à própria juventude. Essa arquitetura silenciosa nos manipula, pois pode ser substituída por outras lembranças ou noções de conhecimento — a reminiscência evolutiva. O mosaico da nostalgia e da física opera em sincronia através do tempo: lembra-se de como o sol estava ou de como o dia seria. Vendemos sensações nas escolhas, na música de fundo, na comida do restaurante fino ou na marmita do restaurante japonês. A realidade se molda a cada momento irônico em que tomamos decisões sobre a imagem que temos de nós mesmos.
​Na psicologia, busca-se compreender as dores da psique e aceitar o que somos diante do inevitável: as afecções da consciência. Como questionar o porquê de existir dentro das ironias impostas pela própria ilusão da escolha? No micromundo, o mero ato de observar já manipula o objeto atômico.
​Essa dinâmica eleva o formato da nossa existência. Nada entendemos até alcançar a compreensão, pois a evolução existencial determina que a fogueira permaneça acesa para que existam alegorias. É como o quadro-negro na escola contendo uma equação sem solução para que os alunos a resolvam, até que o funcionário da limpeza vai lá e a soluciona. Afinal, gênios nascem em árvores?
​As metáforas se expõem entre as adversidades da mente. A sensação de mudança e a percepção do tempo variam se estamos viajando ou trabalhando em um prédio: noções de tempo distintas envolvidas pela premissa da realidade e pelo obstáculo do mosaico visual. Ao longo da rodovia, vemos a pareidolia e a miragem exposta pelo calor. A mente falha porque as falhas são determinadas pela matriz da realidade.
​As cores assimiladas moldam os aspectos morais e éticos. A sede vem porque a consciência avisa que está quente, e a busca por água refresca a mente; mas quando usamos óculos escuros, o calor parece apaziguado, pois a visão do ambiente foi alterada. Da mesma forma, a música não deixa dormir: o efeito do funk na rua lembra por que gritamos para o universo. O universo se silencia, olha para cima e revira os olhos: "Humanos..."
​O universo visto como um cubo é só mais uma pareidolia da nossa visão limitada para torná-lo um organismo aceitável. No micromundo, tudo está conectado, mas nada interage até que observemos. As probabilidades e a semântica da evolução existencial determinam que, a cada instante em que avançamos pelo cosmos, vemos as variações do destino. O final não é a escolha; é aceitar a escolha e compreender.
​Dentro desta compreensão, vislumbramos instantes de vidas passadas arquivadas na memória. Agora, no silêncio absurdo, enxergamos as escadas que construímos. A mobilidade nos transporta e evoluímos em uma cascata de eventos: quando abrimos as portas da evolução existencial, caminhamos por um caminho sem volta.
​Mesmo quando despertamos nossas mentes, o mundo se torna pequeno em lapsos de memória.
Por Celso Roberto Nadilo
O espaço e tempo relativos o que somos diante o somos.

O sprectro da máxima valia,
O engano é comum.
A verdadeira face é oculta mesmo Poliformismo os espaços de meias verdade são maniouladas e expostas para tenha vantagem.
Por isso a educação virtual é importante.
Pois ética nos moldes da base da humanidade importante para prósperar com moralidade.
Mesmo haja vista da existência social tem ser absorvida.
Para não tenha manipulação.
A escolha seja por planos consciente e corretos.
Se disser politicamente correto já se encontra mais valia.
Tudo que está acontecendo ou acontecerá é um plano de interesse.

Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social

Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.

A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!




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Dentro do exilio dos pensamentos,


Vivemos em dois mundos,


Mesmo assim estamos em conflitos,


Estamos tão ocupados que não conseguimos compreender nos mesmos,


Criamos mais conflitos...
No conceito do capitalismo
Perseverança é sombras dos nossos medos

No instante que mente consciente faz pate da inteligência artificial será mesmo ser ou uma cópia de um ser humano?
O ser da inteligência artificial é um ser pensante ou é um conjunto de dados comparativos.
Sendo um fantoche científico ate comece a pensar e criar suas experiências.

O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.


imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?