Não Deixe de Acreditar nas Pessoas
As pessoas que param de crer em Deus ou na bondade continuam a acreditar no diabo. Não sei por que. Não, realmente não sei por que. O mal é sempre possível. E a bondade é eternamente difícil.
Existem 2 tipos de pessoas: As que não confiam em ninguém, porque já foram enganadas, e existem as que não confiam em ninguém, porque são elas que enganam.
Não é preciso acreditar nas pessoas, mas pode ser dado créditos e avaliar se merecem ou não serem creditadas.
GERALMENTE, quando acreditar que está apegado a algo ou alguém, na verdade você apenas não está tendo acesso a pessoas, coisas ou situações que possam te interessar… BUSQUE NOVOS CONTATOS, lugares, pessoas, situações, objetos, conhecimentos.
GERALMENTE, quando acreditar que está viciado em algo ou alguém, na verdade você está com isso fugindo/evitando sua atual ou passada realidade… FOQUE EM VC E SE ENFRENTE, lute contra seu passado e aprenda o que ele quer te ensinar, entenda seu hoje entenda o que eh bom e ruim e que eles fazem e farão parte de nossas vidas, terá trará, paz e felicidade mesmo em meio aos desafios… e te trará força para vencer todos eles.
Aprenda a acreditar em si mesmo. Não ouça pessoas infelizes que não conseguem realizar seus sonhos.
Por que as pessoas deixaram de acreditar em sou sonhos ou deixaram de sonhar e passaram a achar tudo tão difícil e complicado?
Hoje vejo todos, todas as pessoas patronizadas, todas iguais apenas com desejos diferentes.
Antes disso tudo que eu nem sei o que é. As pessoas eram diferentes, não em cor, raça ou credo, mas sim diferentes em sonho, desejos e força para acreditar e conquistar tudo isso.
Mas hoje, parece que alguém ou sei lá o que padronizou a mente de todos a ponto de tira-las a coragem e crenças que havia em seus sonhos e vontades.
Vejo todos em uma praça com uma estança peneira os cobrindo e aqueles que se encontrão metade acima da peneira, ( os sonhadores que acreditam em seus sonhos) sendo cortados pela metade.
Mas por quem eles são cortados?
Não sei, talvez pelos pessimistas ou por quem já não acredita em mais nada ou até mesmo, sei lá, por invejosos que não querem você sendo melhor que eles.
Por fim, continuo sendo aquele sonhador que acredita plenamente em seus sonhos e procuro fazer com que mais pessoas comecem ou simplesmente continuem acreditando em seus sonhos. Por que o impossível não existe na queles que sonham e acreditam em seus sonhos.
Venha comigo que lhe mostrarei um mundo que se esconde alem do horizonte.
Não acredite nas pessoas que dizem que são santas e que por isso cobram santidade nas pessoas. Lembre-se, só Deus é Santo. Nós, todos nós, pessoas comuns ou não, somos todos pecadores. Todos precisam da misericórdia e bondade de Deus. Não deixe que manipulem sua fé e sua convicção que lhe foi dada por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Algumas pessoas, quando recebem o mal, acreditam com todas as forças de que o bem não existe. Mas, por qual motivo, quando recebem o bem, não acreditam que o mal não existe?
Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.
Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.
As primeiras lembranças que tenho são de medo.
Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.
Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:
"Deus, me ajuda."
Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.
Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.
Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.
Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.
Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.
Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.
O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.
Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.
Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.
Minha mãe fugia.
Depois voltava.
Nós fugíamos.
Depois éramos levados de volta.
O ciclo parecia não ter fim.
Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.
Eu queria ajudar.
Queria construir algo melhor.
Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.
Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.
Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.
Eu tinha apenas dezesseis anos.
Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.
Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.
Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.
Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.
Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.
Mas as marcas permaneceram.
E, de certa forma, elas contam uma história.
Não apenas a história da dor.
Mas a história da sobrevivência.
Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.
Apesar do medo, continuei acreditando.
Apesar das feridas, continuei amando.
Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.
E talvez essa seja a maior vitória de todas.
Eles marcaram partes da minha história.
Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.
Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.
Sou a mulher que sobreviveu a ela.
Você não precisa duvidar do caráter das pessoas, você só não pode e nem deve acreditar em tudo que elas falam. Só isso...
Pessoas vivem por anos, sem acreditar que podem ter o melhor nessa vida, não sabendo que a principal limitação para alcançar a abundância em sua vida era basicamente acreditar que tudo é possível.
Eu acredito em Deus. Não acho que as pessoas sejam obrigadas a acreditar,como eu acredito. Eu confesso que já deixei,por vezes,até de acreditar na vida e em mim mesma, esperando contra a esperança.É claro que eu estava errada. Se eu peguei uma estrada errada,escura,ruim,e fui quase até o fim dela,errando,desacreditando,vacilando,não significa que eu não tenha o direito de voltar,e escolher um caminho novo. Sempre haverão novas estradas,novos caminhos,novas escolhas. Sempre haverá vida, sempre haverá esperança
Há pessoas que fingem de você gostar, e só que resta é fingir acreditar. Não criar expectativas em sentimentos alheio, mas cuidar do amor próprio e fazer dele um forte esteio.
"Não deixe que as pessoas dite seu futuro, acreditar que seu sonho vai dar certo já é meio caminho andado para o sucesso"
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