Nao Controlamos o que Sentimos

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Se não é amor, então por que doem muito mais em mim que em você, as feridas que EU te fiz?

Eu não sou o melhor tipo de mulher para você "pisar na bola", porque além de você cair no gramado, vai receber cartão vermelho e perder a titularidade da posição. E o jogo continua...

Insônia, se você estiver apaixonada por mim, eu vou ser curta e grossa:
Eu não estou disponível, e mesmo se estivesse, você não faz meu tipo!

Não me preocupo.
Não se preocupem.
Se me puxarem o tapete, eu uso minhas asas!

- Se você se apaixonar por mim, prometa - me que não vai me deixar te fazer sofrer?
- Como assim?
- É que se isso acontecer, será porque eu me apaixonei por você também.
E eu não quero sofrer.

Essa sua timidez em não saber o que falar, mas saber exatamente o que fazer, ainda vai me deixar sem palavras.

Eu não emito nenhum sinal de que eu estou magoada.
Eu me mantenho em silêncio.

Não adianta se puxar o tapete de quem não precisa dele para voar!

Se eu gosto de você?

Eu admiro essa sua timidez discreta.

Eu admiro essa sua certeza não arrogante de saber que é bom no que faz.

Eu admiro a forma como você finge não me ver, quando outros, agindo exatamente ao contrário, fazem com que meu olhar procure somente o teu.

Eu admiro a forma como você me enxerga além do que é visível a olho nu.

Eu admiro como você me desnuda, me descreve, ainda que sob a fumaça de charutos e afins, e como também se esforça para não temer o que pode encontrar quando não somente o corpo for nudez.

Se eu gosto de você?

Eu o admiro, inclusive quando me deixa com receio em dizer se eu gosto ou não de você...

Não adianta rebolar, emagrecer, engordar, subir ou descer do salto, espernear, a SUA, e tão somente a sua vida foi feita exatamente sob medida prá você!
E é justa!
Pode acreditar.

O direito a ser idiota só não é mais genuíno porque ainda assim desperta concorrência!

⁠Não há nada mais firme que os olhos abertos de uma mulher quando enfim consegue enxergar que o que tinha era dependência emocional por um traste.

Eu só não consigo exatamente o que pedi a Deus quando Ele já tinha se decidido a me dar coisa melhor!

Não quero fazer parte do seu futuro,
pois nem sei do meu amanhã…
mas quero fazer parte do seu presente, todos os dias.

“A dignidade humana não repousa na ilusória condição de invulnerabilidade, mas na grandeza moral de permanecer firme quando o peso da exaustão tenta curvar o espírito. É precisamente nessa resistência silenciosa que se revela uma verdade profunda: a coragem autêntica não nasce da força bruta nem do ímpeto impensado, mas da fidelidade íntima e perseverante ao propósito que confere sentido à existência.”

Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.

Tantos sentimentos observamos damos likes juntos vivemos numa Live ate que não quero mais...

“Camille Marie Monfort já não caminhava. Flutuava lentamente pelos corredores psicológicos da própria ruína. O mundo ao redor parecia dissolver-se em névoas púrpuras, semelhantes a memórias intoxicadas por absinto e velhos sonhos enterrados sob o mármore das noites.”
Os lustres antigos tremiam diante de sua presença como estrelas moribundas. Cada piano distante soava como um funeral executado para sentimentos que ninguém teve coragem de confessar. E então vieram as lágrimas.
Não lágrimas humanas.
Eram lágrimas densas. Escuras. Quase siderais.
Desciam lentamente como se carregassem dentro delas séculos inteiros de abandono, amores necrosados e silêncios acumulados em cemitérios emocionais. Camille observava o próprio reflexo no espelho enquanto a realidade começava a deformar-se ao redor de sua mente fatigada. As paredes respiravam. As velas pareciam sussurrar antigos nomes esquecidos. O tempo tornava-se viscoso.
Ela compreendeu naquele instante que a tristeza profunda altera a percepção do universo.
Tudo ganha contornos espectrais.
Os corredores tornam-se infinitos. Os relógios passam a ferir. As vozes humanas soam ocas. Os afetos parecem organismos em decomposição escondidos sob perfumes caros e sorrisos artificiais.
Camille sentia demais.
E sentir demais é uma forma silenciosa de condenação.
Seu coração tornou-se semelhante a uma catedral submersa onde antigos cânticos ainda ecoavam sob águas escuras. Existia nela uma espécie de romantismo febril, psicodélico e metafísico. Como se a própria consciência estivesse lentamente dissolvendo-se entre memórias, fumaças azuladas e visões etéreas de um amor impossível.
“Talvez eu tenha nascido tarde demais para o mundo.” Sussurrava isso diante da janela enquanto a madrugada escorria semelhante a tinta negra pelos telhados da cidade.
Os homens modernos assustavam-na.
Sorriam rápido demais. Amavam superficialmente demais. Esqueciam rápido demais.
Camille não sabia existir dessa maneira.
Por isso carregava nos olhos aquele abismo lírico. Aquela beleza funerária. Aquela expressão de quem parecia ouvir músicas invisíveis vindas de algum salão abandonado entre a vida e a morte.
E quando a chuva caía sobre os vitrais antigos, ela fechava os olhos lentamente, permitindo que a melancolia a consumisse como um narcótico espiritual.
Porque certas almas não desejam ser salvas.
Desejam apenas alguém capaz de compreender a profundidade de suas sombras.”

Você tinha a bola,
Só não tinha reciprocidade,
Divirta-se jogando sozinho.

Vergonha não é ser feliz no simples...
Vergonha é viver de aparências...
Ser oque não é...
Fingir ser...
Mentir...