Nao Controlamos o que Sentimos
Ser feminista não é querer ser homem...Defender os Direitos das mulheres não é querer que a mulher deixe de ser mãe, de ser dona de casa, muito menos não desejar do homem gentileza e cavalheirismo.
Ser feminista é lutar por salários iguais no mesmo cargo, é pedir punição por abusos sexuais, psicológicos e físicos, é querer ser respeitada...Ser feminista é lutar por respeito ao gênero e a não desigualdade ...Senhores muitas Mulher apanham, muitas são escravizadas, muitas são estupradas e o mínimo que podemos fazer é LUTAR por RESPEITO!!
Meninas,
Empoderamento e feminismo não significa sair com todo mundo...Sim, mulher pode TUDO, mas temos que saber se esse TUDO irá nos "doer" depois, se esse TUDO é bom para nós, se esse TUDO nos acrescenta e não nos causa sofrimento.
Se as consequências valem a pena, ouço diariamente mulheres que batem no peito dizendo que vivem como os homens, mas confessam que sentem dores por assim fazer.
Não sejamos "empoderadas", "descoladas" e "liberais" da boca para fora, porque nossas dores são internas e para dar conta delas não contaremos com a opinião alheia.
Sejamos mulheres livres, mas antes de tudo respeitemos nossas limitações, sejamos descoladas para viver o que não nos machuca, sejamos empoderadas também para dizer NÃO, Não eu não faço , Não eu não quero e não isso não é para mim porque eu me conheço e me respeito !!! Sou tão livre que escolhi não viver o que pode doer em mim!!
Maturidade é perceber que nem sempre será como planejamos, mas isso não tira a alegria dos recomeços.
"Carinho, romantismo e atenção não são recompensas para qualquer um. São a linguagem do amor entre pessoas que fizeram da lealdade um princípio, não uma conveniência."
Como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Você sabe o que é não ter e, ainda assim, ter que ter para dar? É aprender a esconder a própria fome para repartir o pão. É guardar a dor na gaveta porque alguém precisa encontrar em você um abraço. É enxugar as lágrimas antes que elas caiam, porque há outras lágrimas esperando o seu ombro.
Há dias em que a vida parece nos cobrar exatamente aquilo que nunca nos ofereceu: um amor que nunca nos ensinaram, uma paciência que nunca tiveram conosco, um cuidado que um dia desejamos receber, mas que nunca chegou.
E, então, nasce a pergunta que atravessa a alma: como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Talvez a resposta seja dura. Não se devolve. Porque ninguém pode devolver o que nunca teve.
O que fazemos é diferente. Escolhemos construir. Escolhemos oferecer justamente aquilo que nos fez falta. Não porque transbordamos, mas porque conhecemos a dor da ausência. Quem já caminhou pelo frio sabe o valor de um cobertor. Quem já enfrentou o abandono compreende o peso de uma presença. Quem já implorou por amor aprende, mesmo entre cicatrizes, a semear aquilo que um dia esperou colher.
Mas até a terra mais fértil precisa de chuva.
E há momentos em que é preciso voltar para dentro de si. Habitar a própria casa. Abrir as janelas da alma, tocar as paredes que o tempo ergueu em silêncio e lembrar que também somos lugar de descanso. Porque quem vive oferecendo luz aos outros não pode esquecer de acender a própria.
Talvez seja esse o maior milagre: transformar a ausência em presença, a falta em cuidado e a dor em um amor que, embora nunca tenha sido recebido da forma esperada, escolheu existir.
No fim, talvez não se trate de devolver aquilo que nunca recebemos. Talvez se trate de impedir que a ausência determine quem nos tornaremos. Porque as maiores virtudes, muitas vezes, nascem justamente daquilo que mais nos faltou.
Postura e equilíbrio são duas coisas que não importa seu nível acadêmico ou social se vc não tem isso vc sempre será uma pessoa fraca e desprezível.
"Há amores que não precisam vencer a distância para provar a sua força; basta-lhes transformar a saudade na mais fiel companhia do coração."
(FURUCUTO, P. D., 2026).
Há perguntas que não têm remédio.
E isso não é uma tragédia. É uma libertação.
Passamos anos tentando consertar aquilo que nasceu para não ser consertado. Procuramos respostas como quem revira os bolsos de um casaco velho atrás de uma chave que nunca existiu. Enquanto isso, a vida passa pela porta da frente, acende um cigarro, sorri de lado e vai embora.
Há dores que não serão curadas.
Então estão curadas.
Porque a única cirurgia possível é aceitar que elas continuarão caminhando ao nosso lado.
A decisão sempre foi nossa.
Mas, por favor, caminhe com empatia. Todo mundo carrega um cadáver invisível nas costas. Uns escondem melhor. Outros bebem. Outros rezam. Outros escrevem. No fim, todos sangram.
O verdadeiro horror nunca foi sofrer.
O verdadeiro horror é morrer antes da morte.
É viver como uma máquina programada para acordar, trabalhar, consumir, dormir e repetir. É escolher a segurança como quem escolhe uma cela confortável.
Sempre imaginei a zona de conforto como um quarto mofado.
O cheiro de umidade impregnado nas paredes.
Uma luz fraca que nunca chega a iluminar nada.
Nenhuma janela.
Nenhum vento.
Nenhum risco.
Nenhuma possibilidade.
Só a lenta decomposição de alguém que ainda respira.
Não tente viver ali.
A vida não pede anestesia.
Ela pede presença.
Sem dor não existe profundidade.
Sem prazer não existe lembrança.
Sem paixão não existe história.
O fracasso nunca foi o inimigo.
O horror é nunca ter tentado.
Nada é tão urgente quanto dizem.
Nem dinheiro.
Nem prestígio.
Nem a opinião de quem sequer conhece o seu nome.
Urgente é viver.
Porque a mente humana é um universo sem cercas. Ela consegue revisitar o passado, inventar futuros, criar mundos inteiros enquanto o corpo permanece sentado numa cadeira qualquer.
Somos infinitos por dentro e temporários por fora.
Essa talvez seja a piada mais bonita do universo.
Então viva.
Até aquele instante inevitável que ninguém negocia.
Quando esse dia chegar, que encontre em você cicatrizes e não ferrugem.
Seja visceral.
Seja sanguíneo.
Não esconda as desilusões.
Não esconda as decepções.
Elas nunca foram o fim da estrada.
Foram o asfalto.
Talvez a missão que tanto perguntamos ao céu nunca tenha sido vencer.
Talvez fosse simplesmente atravessar.
Continuar andando mesmo depois de perder a fé nas placas.
Mesmo depois de descobrir que ninguém virá nos salvar.
Se as desilusões quase o mataram...
Acorde.
Quase.
Não mataram.
Você ainda está aqui.
Ainda respira.
Ainda pode amar.
Ainda pode quebrar a cara de novo.
Ainda pode rir alto de si mesmo.
Ainda pode incendiar esse quarto mofado e abrir uma janela.
E, quanto a mim...
Escrevo.
Porque existem coisas que não podem permanecer dentro de um homem.
Se eu não colocar para fora,
eu explodo.
Seria bom ter amado alguém que fizesse de tudo pra estar por perto. Que não fugisse e não me deixasse fugir também. Alguém que lutasse tanto por mim quanto lutei por relações falidas.
No fim das contas, com reciprocidade ou não, eu sempre amei demais, e amei sozinha.
- Marcela Lobato
"A decadência sempre esteve no espírito de quem fala muito
e não diz nada, no que canta futilidades e é celebrado na sociedade."
"Esperando o tempo passar para não chegar a lugar algum.
Que inferno, estagnado na própria história.
Enterrado na cultura podre que me engole
sacrificado nas canções miseráveis e fúteis de adultos pueris.
No caixão da sociedade que se orgulha de ser porca, pobre e infeliz."
"Quando não conseguir tocar o céu.
Quando da sua mente cair o véu
Quando não houver luz no fim do túnel.
Quando a ignorância tomar conta do mundo."
"Andei pelas ruas tentando não pensar em você
Estava tudo vazio, num domingo, e eu queria tanto te ver
e os minutos nunca passavam das horas.
O tempo parou com sua face soprando na minha alma a sua memória."
"Me libertem, eu quero agora a liberdade
Não vou deixar para mais tarde
Não vou mais celebrar a ignorância da sociedade"
"Ir para cama já não é tão bom quanto um dia foi
com aquela paixão profunda que só entendem os dois."
"Só queria não me apaixonar sozinho outra vez e viver na ilusão pequena do seu querer e assim vamos vivendo a vida escolhendo quem nunca quis nos levar a sério como um clássico romance que nunca existiu pra valer..."
