Nao Controlamos o que Sentimos

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O homem abençoado é aquele que de coração teme ao Senhor, não em aparência, mas na vontade do seu ser e agir.

Entregar e não lutar mais às vezes é preciso, coisas novas e boas precisam acontecer. Entrega!

A morte da tolerância é se valorizar e sair quando o respeito não está sendo ofertado.
Não existe presença de Deus em opções.

Às vezes só basta entender que a mensagem através da fala não te faz bem.

Às vezes a experiência não vem para punir, mas para mostrar o que combina — e o que não combina — com a vida que você quer construir.

Se estão ensinando é porque aquilo já não tem mais lucro?

“Às vezes, só basta entender que aquele tratamento não está te fazendo bem, para você sair.”

*Devocional 25/05/2026*


🌿 *Nem toda demora significa que Deus disse “não”*


Às vezes a espera faz a gente pensar que Deus esqueceu das promessas ou ignorou nossas orações. Mas muitas vezes o atraso não é rejeição — é preparação.


Deus conhece o tempo certo das coisas. Existem bênçãos que precisam chegar quando seu coração estiver preparado para viver aquilo sem se perder no caminho.


📖 *Versículo*:
“Há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu.” (Eclesiastes 3:1)


📝 *Atividade prática*:
Pense em algo que você tem esperado há muito tempo. Ao invés de perguntar “quando?”, pergunte:
“O que Deus quer trabalhar em mim durante essa espera?” by jardim secreto

Amém, que permita Deus entrar, aos que querem fazê-lo. Ele não entra sem ser convidado

Psicopatia / Pessoas Antissociais




Minha mãe sempre me disse: Louco não ataca Louco, finja e responda-o a altura.




É fácil reconhecer um psicopata: Ele zombará, falará da fé das pessoas com tom maldoso, de incredulidade e vulnerabilidade como pouca inteligência.
E achará vantagem nos tratos, relacionamentos com pessoas de pouca idade pelo prazer da sua pouca experiência, reconhecimento de malícia, isso é diversão para ele.

"Louco não ataca Louco."
(Ângela Maria da Silva)

A transformação que você quer na sua vida
está no perdão não pedido e não dado a quem te feriu.

Trabalhar dá trabalho! Facilidade que o governo alimenta, não para ajudar tá! Para alienar e lucrar.

A bondade do coração não está nas palavras e sim nas atitudes, nas circunstâncias práticas.

Asperger adora entender a lógica, não entende se as explicar.

A vida escapa às fórmulas perfeitas: nela, união e separação não seguem regras fixas, mas dançam conforme a imprevisibilidade do tempo, lembrando-nos de que o sentido das coisas raramente se revela na lógica, e quase sempre no mistério.

"O Silêncio de Não Ser Pai"


Não sou pai. E há nisso um espaço — não de vazio, mas de eco. Um campo onde o tempo passou, e deixou intacta uma terra que poderia ter sido semeada.


Não ser pai não é ausência de amor.
Talvez, seja amor que não precisou de nome, que não se debruçou sobre berços, mas se espalhou em gestos, em presenças sutis, em silêncios partilhados.


O mundo, com sua pressa de moldar destinos, parece esperar que todos sigam a mesma trilha: encontrar, gerar, ensinar, repetir. Mas e aqueles cujos passos desenham outro mapa? E aqueles que escutam a vida por outros ângulos, sem o riso de um filho chamando pelo corredor?


Às vezes penso: teria sido bonito... Ser chamado de pai com a voz trêmula de uma criança, encontrar meu rosto espelhado em outro pequeno rosto. Talvez um dia. Talvez nunca. E tudo bem.


Há paternidades que não vestem título.
Há frutos que não brotam do sangue, mas do cuidado que deixamos pelo caminho. Já fui abrigo, já fui raiz, mesmo sem ter dado nome a ninguém.


Não ser pai é, por vezes, um caminho mais silencioso.
Mas há sabedoria no silêncio, há paz em aceitar que a vida se desenha também nas entrelinhas. E que o que não foi, ainda assim, pertence ao que somos.

O mundo não testemunha suas guerras internas nem responde às suas dores. Por isso, faça de si o próprio motivo: lute, atravesse o caos e vença sem precisar ser visto.

O homem vive sob um pacto silencioso: suportar tudo e não reclamar de nada. Desde cedo, aprende que sua dor não importa, que fraqueza é vergonha e que pedir ajuda é quase um crime. Cobram dele força, estabilidade, solução — mas ignoram completamente o que ele sente.


Quando cai, é julgado. Quando falha, é descartado. Quando sofre, é mandado engolir seco. Seu valor não está em quem ele é, mas no que consegue entregar.


No fim, o homem não é visto como humano, mas como ferramenta. E quando quebra, simplesmente substituem.

A pior pobreza é a espiritual — não aquela que se mede em cifras, mas a que se revela na indigência da alma: quando o homem, já destituído de si, abdica da própria consciência e se acomoda na confortável degradação do nada. É a miséria de espíritos que, incapazes de sustentar um pensamento elevado ou um gesto autêntico, refugiam-se na mediocridade coletiva e ainda a celebram como virtude. Nessa falência íntima, o indivíduo apodrece em silêncio, e a sociedade, cúmplice, erige sua decadência como norma — um coro de consciências anestesiadas, onde a ausência de grandeza já não constrange, apenas se reproduz.