Nao Controlamos o que Sentimos
Não é possível forçar. As coisas acontecem conforme o nosso desejo quando a mente está pronta. Tudo acontece conforme acreditamos e acreditamos na verdade ao estarmos cientes da nossa capacidade de compreender.
Não existe o espaço, dentro ou fora, antes ou depois, porque cada coisa está sobreposta a cada coisa. Tudo coexiste com tudo. Tudo é uma coisa só. Isto não é exato porque a forma não é exata.
Entre o Silêncio e a Luz
Há retratos que não revelam um rosto,
mas desvendam uma alma.
Na quietude de um quarto envolto em sombras suaves,
alguém ergue a câmera, não para capturar o mundo,
mas para encontrar aquilo que o mundo não vê.
O instante parece comum:
uma manhã qualquer,
um tecido repousando sobre os ombros,
a luz atravessando a janela sem fazer alarde.
Mas a beleza verdadeira nunca chega fazendo ruído;
ela se acomoda devagar nos detalhes.
Há cansaços escondidos sob a delicadeza,
histórias guardadas entre os fios dos dias,
lembranças que aprenderam a permanecer em silêncio
para não interromper o curso do tempo.
E, ainda assim, existe uma força:
uma força que não grita,
não disputa espaço,
não precisa provar nada.
Ela habita os corações que continuam a acreditar,
mesmo depois das despedidas,
mesmo após os sonhos adiados,
mesmo quando a vida exige coragem
para recomeçar sem garantias.
A lente aponta para fora,
mas acaba revelando o interior.
Porque toda mulher que aprende a sobreviver às próprias tempestades
carrega no olhar uma espécie rara de luz:
aquela que não vem do céu nem do sol,
mas das cicatrizes transformadas em sabedoria.
Talvez seja isso que torna certos momentos eternos:
não a perfeição da imagem,
mas a verdade escondida nela,
a capacidade de permanecer inteira
num mundo que tantas vezes tenta fragmentá‑la.
E enquanto o tempo segue seu caminho inevitável,
ela permanece ali, entre o silêncio e a luz:
colecionando instantes,
costurando esperanças,
transformando ausências em poesia.
Porque algumas pessoas não atravessam a vida apenas vivendo,
elas atravessam‑na iluminando.
E, sem perceber, tornam‑se a mais bela fotografia
que o próprio destino foi capaz de revelar.
O que o Tempo Não Leva
Muitas coisas o tempo leva embora: aparências, riquezas, reconhecimentos passageiros. Mas o que ninguém consegue apagar é a essência com que vivemos. É a forma como olhamos para o outro, com atenção e compaixão; a gentileza que estende a mão mesmo quando ninguém vê; a transparência que não esconde intenções, nem se oculta por medo; a verdade que permanece firme, mesmo quando é mais difícil de pronunciar. É a energia que renova, o coração que perdoa, a bondade que semeia a paz. O inesquecível não é algo que se conquista de uma vez: é algo que se constrói dia a dia, na profundidade do próprio ser, e se torna parte da história de todos que tiveram a sorte de conviver conosco.
"Não há melhor maneira de me conhecer do que ouvindo as minhas poesias. Se queres conhecer-me melhor, ouve o que digo poeticamente."
O que achei depois da ilusão
Esta não é uma carta de prosperidade.
Não é um relato de vitória.
Não é uma narrativa otimista construída para convencer alguém de que tudo acontece por uma razão ou de que, no final, tudo ficará bem.
Não sei se ficará.
Escrevo de um intervalo.
Um espaço estranho entre quem fui e aquilo que ainda não sei nomear.
Durante muito tempo acreditei que estava vivendo minha própria vida.
Hoje suspeito que apenas executava uma sequência de instruções herdadas.
Estude. Trabalhe. Produza. Conquiste. Resista. Suporte.
E eu suportei.
Suportei tanto que transformei o peso em identidade.
Passei a admirar minhas cicatrizes mais do que minhas necessidades.
Confundi exaustão com virtude.
Confundi utilidade com valor.
Confundi sobrevivência com existência.
Fui o homem que carregava.
O homem que resolvia.
O homem que seguia.
O homem que sempre encontrava uma forma.
Mas ninguém me perguntou se eu ainda queria carregar aquilo tudo.
Nem eu.
Talvez porque algumas perguntas sejam perigosas demais.
Elas não derrubam apenas respostas.
Derrubam estruturas inteiras.
Então o abismo apareceu.
Não como um monstro.
Não como um inimigo.
Mas como um espelho.
E pela primeira vez percebi algo perturbador:
eu não estava com medo do abismo.
Estava com medo do que descobriria sobre mim ao olhar para dentro dele.
Porque durante anos me tornei especialista em observar o mundo.
Analisei sistemas.
Pessoas.
Comportamentos.
Estratégias.
Falhas.
Mas havia uma região inteira de mim que permanecia interditada.
Uma caverna onde escondi desejos.
Medos.
Raivas.
Carências.
Sonhos abandonados.
Partes de mim que não cabiam na narrativa do homem forte.
E quando aquela porta começou a abrir, tudo entrou em conflito.
A carreira.
Os relacionamentos.
As crenças.
A espiritualidade.
A identidade.
A própria ideia que eu tinha sobre quem era.
Descobri que saber meu nome não responde quem sou.
Saber meus gostos não responde quem sou.
Saber meus objetivos não responde quem sou.
Nem mesmo minhas conquistas respondem.
Porque existe um ponto da existência onde o currículo perde valor.
Onde a performance social perde força.
Onde os títulos deixam de explicar a alma.
E foi exatamente ali que me encontrei.
Ou talvez tenha sido exatamente ali que me perdi.
Ainda não sei.
Só sei que algo morreu.
Não fisicamente.
Mas simbolicamente.
Morreram versões de mim que eu jurava serem definitivas.
Morreram certezas.
Morreram personagens.
Morreram narrativas que me mantiveram funcional por anos.
E quando a poeira baixou, restou apenas o silêncio.
Um silêncio pesado.
Incômodo.
Sem promessas.
Sem aplausos.
Sem distrações.
Foi então que percebi que minha solidão não era ausência.
Era convocação.
Ela não queria me punir.
Queria conversar.
Queria que eu sentasse diante dela sem telefone, sem trabalho, sem justificativas e sem fuga.
Queria me apresentar a alguém que passei anos evitando.
Eu mesmo.
E essa conversa continua acontecendo.
Nem sempre de forma gentil.
Nem sempre de forma bonita.
Às vezes ela chega como revolta.
Às vezes como vergonha.
Às vezes como tristeza.
Às vezes como uma pergunta simples que destrói uma semana inteira:
"Se ninguém esperasse nada de você, quem você escolheria ser?"
Ainda não tenho a resposta.
Mas pela primeira vez parei de fingir que tenho.
Hoje compreendo algo que antes me ofendia:
a consciência tem um preço.
Toda visão ampliada dói.
Toda lucidez cobra.
Toda verdade exige espaço.
Porque enxergar não é ganhar conforto.
É perder ilusões.
E nenhuma ilusão abandona o palco sem resistência.
Por isso não escrevo esta carta como alguém que venceu.
Escrevo como alguém que despertou.
E despertar não é um momento glorioso.
É um processo brutal.
É perceber que algumas das grades eram feitas pelas próprias mãos.
É descobrir que parte do sofrimento vinha das correntes que chamávamos de identidade.
É admitir que certas escolhas eram abandono disfarçado de responsabilidade.
Hoje caminho sem muitas respostas.
Mas com menos mentiras.
E isso precisa bastar por enquanto.
Não sei exatamente quem me tornarei depois desta travessia.
Mas sei quem não consigo mais continuar sendo.
Talvez esse seja o verdadeiro começo.
Não a certeza.
Não a paz.
Não a iluminação.
Mas a coragem de permanecer acordado enquanto tudo aquilo que era falso desmorona.
E continuar olhando.
Mesmo quando o abismo devolve o olhar.
"A verdadeira fortuna trilionária não se conta em moedas, mas nos séculos de história, arte e filosofia que fomos capazes de compreender e carregar na mente."
Aqueles que se amam sempre vão se encontrar de novo. Não importa o quão distantes estejam, sempre voltarão um para o outro. E eu farei de tudo para voltar para você, custe o que custar!
Destino Não É Acaso
Diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido… ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas dores, pelas escolhas… e principalmente pelo amor.
A vida é imprevisível, sempre foi.
Ela tira, ela devolve, ela confunde…
Mas, no meio desse caos bonito, ela sempre encontra uma forma de nos colocar frente a frente outra vez.
Entre idas e vindas, quase despedidas e reencontros improváveis, eu aprendi uma coisa:
quando é verdadeiro, não se rompe — se transforma.
Não sei se é bênção ou se é prova.
Só sei que cada vez que a gente se reencontra, a gente volta diferente… mais maduro, mais forte, mais consciente do que sente.
É como se o destino dissesse: “Ainda não acabou. Ainda não é o fim.”
Talvez eu seja o incerto que nasceu pra provar que pode dar certo.
Talvez o amor não seja sobre estabilidade imediata, mas sobre resistir ao tempo, às dúvidas e ao mundo que gira rápido demais.
E no meio dessa mudança toda, eu encontrei alguém que me ama no máximo. (YOU)
E isso não é pequeno.
Isso não é comum.
Isso é raro.
Se for pra ser luta, eu luto.
Se for pra esperar, eu espero.
Se for destino… então eu abraço.
Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se for você, eu escolho ficar.
Refém do Teu Olhar
Ela não faz esforço nenhum…
mas quando olha, me desmonta por completo.
Existe uma calmaria no rosto dela, quase inocente…
mas os olhos contam outra história.
São grandes, profundos, cheios de uma presença que não se explica — se sente.
Não é só beleza.
É intensidade escondida em silêncio.
É um brilho suave que, mesmo tranquilo, tem força suficiente pra atravessar qualquer barreira.
Quando ela sustenta o olhar, o tempo parece diminuir o ritmo.
O mundo fica menor.
E tudo que existe é aquela conexão invisível que prende sem pedir permissão.
Tem algo ali que é diferente…
não é um olhar distante como estrela fria.
É quente.
Íntimo.
Viciante.
E eu, que achava que tinha controle sobre mim,
descobri que me perco fácil nesse universo que mora dentro dos olhos dela.
Se existe magia nesse mundo,
ela vive exatamente ali.
Depois do Acaso.
Existem coisas que não pedem explicação. Apenas acontecem...
Como aquele sentimento que chega devagar, sem fazer barulho, e quando você percebe já ocupou espaços que antes pareciam vazios.
Talvez algumas histórias comecem muito antes do primeiro olhar. Talvez alguns encontros sejam escritos em lugares que a gente nunca vai entender. Ou talvez o destino tenha suas próprias manias, seus próprios caminhos e seus próprios segredos.
Durante muito tempo eu acreditei que tudo era coincidência. As pessoas chegam, as pessoas vão embora, os dias passam e a vida continua. Mas, diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido. Ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas escolhas, pelas dores e pelos sentimentos que a vida coloca no nosso caminho. A vida é imprevisível, sempre foi. Ela tira, ela devolve, ela confunde. Mas, no meio desse caos bonito, às vezes ela nos coloca exatamente onde deveríamos estar.
No meio da correria dos dias, entre conversas simples e momentos que pareciam comuns, alguém começou a transformar o meu mundo sem perceber. E foi estranho, porque não aconteceu de uma vez. Foi um detalhe aqui, um sorriso ali, uma palavra no momento certo, um olhar impossível de esquecer.
Quando percebi, eu já estava admirando tudo. A intensidade, a doçura, a forma como você sente as coisas, a maneira como se preocupa e esse coração enorme que carrega dentro de si. Talvez seja cedo para promessas, mas não é cedo para ser sincero.
Eu gosto de quem você é.
Gosto da paz que você me traz. Gosto da forma como meu coração acelera quando penso em você. Gosto da ideia de conhecer seus sonhos, suas histórias, seus medos, suas manias e cada pedacinho do universo que existe dentro de você.
Não sei se isso é destino ou apenas uma coincidência muito bonita. Só sei que algumas pessoas passam pela nossa vida, outras deixam marcas, mas existem aquelas raras que fazem a gente acreditar que certos encontros não acontecem por acaso.
Talvez eu seja o incerto que nasceu para provar que pode dar certo. Talvez o amor não seja sobre ter todas as respostas agora, mas sobre escolher permanecer enquanto elas são descobertas. Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se existe uma coisa que eu tenho certeza neste momento, é que cada palavra escrita aqui encontrou o mesmo destino antes mesmo de nascer.
Você.
A minha Bruxa.
Bom dia. Talvez teria sido melhor se eu não tivesse aberto a vasilha de "ventos" , nos armários que guardam segredos, se eu não tivesse dado espaço pra curiosidades e selvagerias da alma. Mas, não tenha medo. Quem é de verdade, não sorri pra quem é de mentira.
Alexandre Sefardi
Carrego em mim palavras não ditas,
guardadas no silêncio de um olhar.
Promessas esquecidas ou perdidas,
que podem fazer sorrir ou chorar,
ou até florescer no ar.
Carrego rabiscos sem destino,
tímidos, sem coragem de sair.
Esperam virar traço e caminho,
virar cor para o mundo construir,
e alguém poder sentir.
Carrego canções ainda caladas,
vivendo em perguntas sem fim.
Leves melodias, meio guardadas,
que passam e voltam em mim,
e fazem o dia assim.
Hoje aprendi a sentir saudades.
Aprendi que a saudade não precisa vir acompanhada de desespero. É possível lembrar e, ainda assim, sorrir. É possível sentir falta sem derramar lágrimas, porque algumas lembranças merecem gratidão, não sofrimento.
Aprendi que, se não é meu, eu deixo ir. Sem implorar, sem me perder, sem abandonar quem eu sou. Porque aquilo que realmente nos pertence não parte ao primeiro vento; permanece, escolhe ficar e enfrenta as tempestades ao nosso lado.
Hoje sinto saudades dos sorrisos que dividíamos, dos momentos em que o mundo desaparecia e existíamos apenas nós. E, curiosamente, essas lembranças já não me prendem. Elas apenas me lembram que fui capaz de amar de verdade.
Não sofro como antes, porque aprendi a seguir.
Encerrar ciclos é um dos processos mais difíceis da vida, mas também um dos mais necessários. Há portas que só se fecham para que outras possam, enfim, se abrir.
Sigo em frente, otimista, agarrado à esperança de que a felicidade ainda me espera em algum trecho dessa estrada. Busco novamente a paz que um dia senti, mas agora caminho diferente: mais sereno, mais firme, menos acessível. Não por frieza, mas por respeito às cicatrizes que a vida me deixou.
As dores não me destruíram. Elas me ensinaram. Hoje caminho olhando para frente, porque aprendi que quem vive preso ao passado nunca alcança o futuro.
A jornada é minha. A estrada parece não ter fim. Mas a minha vontade de chegar é infinitamente maior do que qualquer vontade de desistir.
Hoje aprendi que o choro não é sinal de fraqueza. Ele lava a alma, alivia o coração e rega a esperança de dias melhores.
Também aprendi que quem não está disposto a caminhar ao meu lado não merece nem mesmo a saudade que deixou em mim.
E talvez a maior lição tenha sido esta:
Hoje aprendi que a saudade também tem um fim.
Ela deixa de ser dor e passa a ser apenas uma lembrança bonita de quem um dia fez parte da minha história, mas já não faz parte do meu destino.
NÃO te respeitou? Dança.
Pode NÃO concordar com nada mas respeitar é obrigatório e PERDÃO NÃO É CONVÍVIO
Os pensamento são admiráveis quando vem do coração. Não adianta fala bonito, ter boas atitudes desde que não seja de bom coração. Por isso, sempre faça as coisas de boa fé, não difame, não minta e preserve as boas ações e atitudes. Porém, a magia acontece quando somos felizes e próspero. Por isso trago do fundo do meu coração as mais bonitas palavras do meu coração. Vocês mulheres são:lindíssimas, incríveis, importantes e únicas. Vocês são reluzente como brilho da luz acessa. Vocês mulheres são o motivo por qual todos nós homens somos felizes e se dedicamos a cada dia a um mundo melhor. Pois, vocês mulheres são a base fundamental da nossa humanidade. Então, hoje a noite seja radiante e maravilhosa pra todas as pessoas. Por isso, parabenizo todas as mulheres com carinho, amor, paixão e muita dedicação. Pois, vocês mulheres são o encanto divino de nós ser humanos. Eu amo todas vocês, um abraço!🗽👽🍀🥰⭐️
• Djayr Freitas, 23:28 ⏰
