Nao Controlamos o que Sentimos
Eu não sei ser metade, só sei ser inteira, ser mais do que os limites impõem, eu só sei transbordar, a racionalidade não se aplica à mim, pq eu quero poder ser eu, eu não consigo voar com os pés no chão... pra quem não entendeu, acabei de conceituar solidão!
O agente público que transforma sua missão em palco e sua função em vitrine não apenas se desvia — ele se perde.
Aquele que ocupa o cargo mirando os holofotes, e não o interesse coletivo, padece de uma enfermidade silenciosa e devastadora: o narcisismo institucional. Uma patologia que não apenas distorce sua própria percepção de realidade, mas que corrói, por dentro, os pilares da ética administrativa.
A Administração Pública não é arena de autopromoção, tampouco balcão de negócios pessoais. Não é espaço para mercantilização de cursos, venda de imagens ou construção artificial de prestígio. O Estado não pode ser instrumentalizado como extensão do ego de quem deveria servi-lo com humildade.
Há, nesse comportamento, uma inversão ontológica da função pública: o servidor deixa de servir para se servir.
E quando isso ocorre, instala-se uma perigosa degeneração — o interesse público é relegado ao segundo plano, substituído por estratégias de visibilidade, marketing pessoal e culto à própria imagem. A função, que deveria ser sagrada, torna-se espetáculo. A responsabilidade, que deveria ser dever, transforma-se em oportunidade.
Lugar de exibicionismo é no circo, sob as luzes do aplauso fácil e efêmero. A vida pública, ao contrário, exige sobriedade, compromisso e silêncio produtivo — aquele que constrói sem anunciar, que realiza sem ostentar, que serve sem esperar reconhecimento.
O verdadeiro agente público não busca aplausos — busca resultados.
A história não se curva aos vaidosos. Ela reverencia os íntegros.
Só porque alguém não te ama como você quer não significa que esse alguém não te ame. cada um tem seus limites, suas dores, suas frustrações e escolhas. Julgamento não muda ninguém.
Seus genes não são entidades fixas ou heranças que determinam sua vida, você pode encará-los e modificá-los por meio do que come,pela qualidade do sono e a maneira como você lida com o estresse.Portanto, você não é refém dos seus genes!
"Quando as palavras não se alinham com os comportamentos, sentimentos e pensamentos é inútil falar. As ações precisam confrmar as palavras ditas."
Lembrete:
Se você beber 3 litros de água por dia, não terá tempo para cuidar da vida dos outros, pois estará muito ocupado(a) mijando.
Mantenha-se hidratado(a)!
Não amo mais como antes, já consigo dizer não, reclamo menos e não tenho grandes ilusões...O tempo faz mudar,e, somente ele permanece do mesmo jeito, sempre passando.
Eu não sou a minha família, nem os meus amigos, nem o que eles pensam sobre mim.
Eu não sou nenhum dos meus parentes, tampouco as opiniões deles.
Eu também não sou a minha rigidez, nem as minhas limitações.
Eu sou única. Não há ninguém igual a mim, nem haverá.
Por isso, não há competição e nem comparação.
Eu mereço o meu próprio amor e minha própria aceitação, não pelo que fiz, mas por existir.
Eu gosto do jeito que sou. E só preciso da minha aprovação em meus atos.
Querer bem não tem nada a ver com assumir responsabilidades dos outros, nem achar que você tem que fazer o outro feliz. Ninguém tem a habilidade de fazer o outro feliz, pois a felicidade está nas escolhas de cada um. Podemos ajudar o outro, mas a decisão de ficar bem é da outra pessoa. Mesmo que se faça ou sugira alguma coisa é a pessoa que fará algo dentro de si para melhorar.
Eu sou eu e não a outra pessoa. Se eu me envolvo com o problema do outro, eu coloco cargas em mim que não são minhas. Quando eu pego o problema do outro, eu dou espaço para ser ferida, machucada, invadida... por isso, não deixo a minha individualidade ser dissolvida, nem me deixo ser impressionada, nem levada por acontecimentos que não são meus, pois sei onde está o meu próprio lugar. Eu não desvio o meu foco. Isso se chama respeito a mim mesma. Não devo me apiedar por algo que não tenho culpa. A cada dia tenho mais consideração por mim.
