Nao Controlamos o que Sentimos
Sobre Jesus ser magro ou não, forte ou não. Lembrem-se que Jesus era carpinteiro, imagina o peso das madeiras daquela época, materiais, o serviço braçal. E os homens de antigamente eram mais fortes, mesmo os mais franzinos. Os de homem de hoje tem mais estética, mas, menos força
A fé se revela na espera: quando a resposta ainda não chegou, mas você continua orando, confiando e descansando na fidelidade de Deus.
Você não sente falta de todas as pessoas que perdeu. Sente falta de quem acreditou que elas poderiam ser.
A oração não é o último recurso do cristão diante das dificuldades; é a primeira atitude de quem compreende que toda suficiência vem de Deus e que, sem Cristo, nada pode fazer.
A maior vitória da oração perseverante não é simplesmente receber o que foi pedido, mas seguir o exemplo de Cristo, permanecendo fiel e submisso até que a vontade do Pai se cumpra.
Observei de longe o que parecia estar ao alcance dos meus olhos, porém não me pertencia.
O meu silêncio gritava, mas a dor e os traumas me prediam...
Sou cicatrizes; Sou lágrimas no silêncio; Sou clamor sem ser visto...
Não merece ter pena ou compaixão de minhas dores...
Mas saiba com todos os meus erros, sim, e todas as qualidades...
Eu te amei tão alto em silêncio.
De fora para dentro,
o observador desperta.
E quando desperta,
não se contenta mais com a superfície das coisas.
Ele começa a investigar a memória da própria autoconstrução,
questiona a base dos seus valores,
o edifício do moralismo,
as projeções de objetivo, sucesso e pertencimento.
Então o desconforto jorra,
às vezes agressivo,
às vezes brutal,
porque toda consciência que amadurece
precisa encontrar a sombra antes de encontrar a paz.
E a sombra aparece com suas facetas amedrontadoras:
medos herdados, desejos negados, culpas mal nomeadas,
ambições disfarçadas de virtude,
feridas vestidas de personalidade.
A partir daí, nasce uma cegueira ao antigo e uma sede de perguntas para a vida.
O olhar fica frio, não por falta de alma,
mas por excesso de lucidez.
A realidade perde a maquiagem.
O véu de Maya cai.
E aquilo que antes parecia destino
começa a parecer condicionamento.
Mas o observador não tenta apenas ressignificar tudo.
Ele entende que algumas ruínas não pedem reforma,
pedem demolição consciente.
Então ele cria o novo.
Não um novo aprovado pelas vitrines do todo social,
não um novo domesticado pela moral dos outros,
não um novo feito para caber no aplauso alheio.
Mas um novo mais próximo do eu real,
um eu que não foge da sombra,
dialoga com ela.
Um eu que aprende a transformar desconforto em linguagem,
queda em arquitetura,
solidão em escuta,
e criatividade em afinação profunda da existência.
Porque talvez amadurecer seja isso:
deixar de decorar a cela
e começar a desenhar a chave.
“O silêncio não começa como paz;
começa como o lugar onde a alma
para de mentir para si.”
E talvez seja aí
que a reconstrução comece:
não no vazio calmo,
mas no caos lúcido
de quem finalmente aceita
morrer por dentro
para se construir de novo.
O toque das suas mãos e a densidade do seu abraço têm esse perigo doce de coisa que não pede licença. Sua voz beija minha malandragem de um jeito rude, sedutor, quase inevitável. Já não é prazer. É uma força suave me levando até você antes do pensamento chegar.
Deus não se impressiona com a quantidade de palavras que pronunciamos, mas se agrada de um coração que se aproxima dEle em fé, humildade e comunhão.
A verdadeira oração não é uma exibição diante dos homens, mas um encontro transformador na presença de Deus.
Eu acredito que sou bom, mas não porque existe um Deus olhando os meus atos, e sim porque é o correto a se fazer. Não acredito que Deus seja um ditador ou um julgador das nossas ações, mas sim que Ele seja a nossa própria consciência. Nós mesmos nos julgamos como bons ou ruins, conforme os nossos atos.Por isso Jesus disse que seremos julgados da mesma forma que julgamos.
NAMASTÊ!"
Hoje, o cansaço não me controla, o desânimo não me domina e a falta de motivação não me para. Anos de disciplina, sacrifício e trabalho duro construíram uma força física e mental que poucos compreendem. Custou caro, muito caro. Mas a dor da evolução sempre foi menor do que a dor de permanecer o mesmo homem.
Pensar não é o mesmo que sonhar. Pensar nos faz parar e analisar. Pensar nos faz chorar e recordar. Nem sempre é fácil, mas se faz necessário olhar para ontem, ver o hoje e chorar por não ter conseguido te amar, ou, quem sabe, ter até amado, porém sozinho, sem você ao menos ter me olhado ou abraçado.
Estar sempre sorrindo não é sinal de felicidade é sinal de resistência, é aprender a esconder tempestades atrás de um rosto tranquilo, a disfarçar o cansaço da alma com uma expressão leve. Sorrimos porque o mundo prefere a nossa força, mesmo quando estamos desmoronando por dentro. Tentamos ser aquilo que esperam de nós, sustentando expectativas que nos sufocam, enquanto o coração sangra em silêncio e a mente grita por socorro que ninguém percebe. Por dentro estamos destruídos, exaustos de lutar batalhas invisíveis, perdidos em um vazio que cresce a cada dia. Há momentos em que tudo o que queremos é desaparecer, não por fraqueza, mas por não suportar mais carregar o peso do que sentimos, ou do que já não conseguimos sentir, e o que mais machuca é saber que, em meio à própria loucura e dor, fomos nós que quebramos o que um dia nos fez sentir vivos. Hoje sorrimos… mas é apenas uma tentativa desesperada de sobreviver aos próprios cacos.
Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, arrastando os dias, quando viver de verdade já não parece possível? É como estar de pé por fora e em ruínas por dentro, como sobreviver em silêncio enquanto nossa alma grita por socorro e ninguém consegue ouvir ou perceber.
