Nao Controlamos o que Sentimos
Não tenha por si um miserável amor,
Amar a si é saber seu Valor,
Seja por si Solidário, Não solitário
E que seja algo Constante, Não arrogante,
Saber Diferenciar é necessário,
é demais Importante.
Novo dia que Nasce,
Esperanças que se Renovam,
Que não prevaleça o desgaste,
Que seja a Fé que nos mova.
O Entusiasmo da Observação que faz Criar
A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.
Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.
Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.
Que eu não desperdice aquela preciosa oportunidade de sair da rotina, dar uma pausa sadia nas responsabilidades da vida adulta, porque basta uma breve ocasião de vitalidade, para que a normalidade excessiva não consuma a minha sanidade.
O Refúgio da Ludicidade
Embora o adulto não deva ser infantil — plenamente imaturo — precisa guardar consigo a ludicidade do seu tempo de criança: uma forma de deixar a vida mais leve, de alegrar o próprio mundo mesmo quando algo ou alguém lhe aborrece, encontrando na simplicidade, o seu refúgio e o seu fortalecimento. Pois Graças a Deus, nem tudo se trata de seriedade; também faz parte o divertimento.
Muito mais do que uma saudade: O Riso que não foi Silenciado
Na sua face gentil, eu via o seu sorriso amável e ouvia a sua risada mais gostosa — poderosa a ponto de a passagem do tempo e as dificuldades da vida não serem capazes de silenciar, nem de ofuscar o seu brilho; um exímio exemplo do que é perseverar.
A idade avançada não tirava o seu riso de criança; os seus olhos quase fechavam para acompanhar as curvas da sua felicidade, aquele entusiasmo típico da infância, da época que qualquer bom momento virava um espetáculo, independentemente das circunstâncias.
Quando me vem à lembrança a sua presença, parece que está ao meu lado toda risonha, emitindo aquela sonoridade de sempre, repleta de amor e espontaneidade, que continuará contribuindo para a minha perseverança, muito mais do que uma saudade.
Por tanto bem, agradecer a Deus é inevitável e é o mínimo que posso fazer por ter colocado uma pessoa tão imprescindível, incomparável para enriquecer os meus dias e fortalecer o meu ânimo cansado durante momentos simples de alegrias; então, o meu riso também não será silenciado.
Não faço desenho por falta de opção, mas sim por gostar de desenho sem ele a minha vida não faz nenhum sentido.
Às vezes recebemos de Deus um tesouro raro, mas não lhe damos o devido valor. Quando o perdemos, passamos a procurar em outros corações aquilo que um dia foi nosso, e talvez nunca mais encontremos.
"Meu pai costumava me dizer que eu tinha tudo o que ele não teve na infância. Hoje, ao olhar para o meu filho, percebo que é ele quem realmente tem tudo. Mas, no fim, entendo que eu tive o que era mais essencial: o privilégio de trilhar o caminho que me trouxe até aqui."
Algumas vezes esquecemos de lembrar
que cada um, é cada um;
que o outro não sou eu;
que ele pode ter a opinião dele
e não a minha, e está tudo certo!
Que a felicidade, é algo que vem de nós,
não depende do que alguém
nos oferece ou não.
E, assim, seguimos equivocados,
frustrados, insatisfeitos;
crendo que o outro é o responsável
por vivermos infelizes.
Infeliz engano!
( Rosa Maria)
" Não precisas trazer presentes,
nem rimas, nem flores e nem nada.
Basta trazeres o que sentes."
- Atribuído a Carlos D. de Andrade
(Não encontrei nenhum texto
que comprovetal autoria.)
"A transitoriedade da vida nos ensina a valorizar o agora. Um dia não estaremos mais aqui, e o que restará será o impacto que deixamos naqueles que nos amam. Os filhos crescem, os papéis se invertem e a fragilidade nos alcança. No entanto, resta a esperança: este mundo passageiro será apenas a memória de uma jornada trilhada com Cristo. Vivemos o 'hoje' do Reino com os olhos postos no 'amanhã' da Sua vinda, na certeza de que há uma vida plena nos esperando além do rio. 🙌🏻"
Sim, eu sou a vilã, mas isso não me impede de ter um bom coração.
Assim como qualquer outra pessoa, eu erro, eu falho, eu fracasso, eu machuco. Se eu ganhasse uma moeda para cada vez que eu machucasse alguém com atitudes ou palavras, eu certamente poderia comprar o mundo!
Grandes são as minhas falhas, mas maiores são as minhas virtudes.
Se eu viver focando apenas nos meus erros, eu não crescerei, não reconhecerei os meus talentos. Posso sim ser a vilã, mas isso não quer dizer que eu não tenha coração, que eu não possa aprender com minhas falhas, que eu não posso melhorar. Eu posso. Mas vai depender de onde o meu foco estará.
Que sabedoria não seja ignorante a ponto de não reconhecer existência de um Deus criador de todas as coisas.
A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.
Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.
Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.
A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.
Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.
Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.
Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.
Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.
O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.
Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.
Muitos desejam ser abençoados por Deus, mas não estão dispostos a renunciar ao modo de vida que agrada ao mundo. O Senhor é Amor, mas Seu Amor jamais deve ser usado como justificativa para ir contra a Sua Palavra que liberta.
