Nao Controlamos o que Sentimos
A advocacia criminal não é profissão para os que temem a solidão, nem para os que tremem diante da opinião pública ou se curvam ao clamor das multidões. É missão reservada aos que enxergam humanidade onde o sistema só vê números, aos que ainda creem que nenhuma causa está perdida quando há justiça no coração de quem a defende.
A advocacia criminal não é ofício para os fracos de alma nem para os tíbios de consciência. É vocação reservada àqueles que, mesmo diante do clamor social, do preconceito institucional e da solidão dos tribunais, sustentam a palavra como escudo e a Constituição como espada.
Que a vida é feita de escolhas, isso é um fato;
Mas a vida também não se resume em apenas escolhermos oque queremos e não queremos!
É preciso aprendermos a viver, o que não escolhemos, o que não queremos, com a mesma inteligência que fazemos as nossas escolhas.
A liberdade não está na ausência de limites, mas sim na sabedoria de escolher quais limites você vai respeitar.
O amor incondicional é aquele que não impõe condições, que não mede esforços e não cobra retornos. É o cuidado silencioso, o colo que acolhe sem julgamentos, o abraço que conforta mesmo quando as palavras faltam. Ele permanece firme, mesmo diante das falhas, e se revela na simplicidade de gestos que aquecem a alma. É o amor que cuida, protege e se doa, apenas por existir.
O medo da morte não necessariamente define seu próprio temor. Ser honesto é admitir que vivemos por pessoas, não por nós.
Segundo a ciência, o amor é um processo neurológico. Filosoficamente o amor é o que não se pode descrever em palavras.
O que você fez era seu máximo daquele momento. Se Não fez melhor é porque você estava no limite de seu conhecimento, educação, cultura ou coragem
Sentir o amor que jurou pra sempre, não doi .
Oque corta a alma,
é nunca mais sentir o sorriso dos meus olhos ao ver você olhar pra mim...
PauloRockCesar
Inclusão não se trata de tornar quem é diferente parecido com a maioria, mas respeitar as diferenças
Não confunda cordialidade com permissividade.
Não é porque fui legal, que dei moral.
Não é porque sorri, que consenti.
Não é porque sou mulher, que sou sua.
Não é não! E ponto.
