Nao Controlamos o que Sentimos
“O Mentiroso é convencido pelos seus pensamentos que é honesto porque não tem vergonha ao afirmar a verdade.”
"Não é a escola que deixa o ser inteligente, a escola ensina a usar o interesse pelo conhecimento, quem não tem interesse e sabedoria, sempre estuda e nunca aprende."
"Vespas não produzem mel."
Há quem passe a vida inteira suportando as ferroadas com a esperança de um dia encontrar a paz.
"O mundo não deixará de ser redondo só porque você pensa que ele é quadrado, ou o mundo não deixará de ser quadrado só porque você pensa que ele é redondo; ou você se adapta, ou passa a vida sem se encaixar em nenhum lugar."
"Não adianta pedir sabedoria a Deus; se Ele não a deu antes, é porque sabia que você não saberia como usá-la."
"O ladrão acha certo roubar, mas acha errado ser roubado. Quem não analisa o próprio comportamento, corre o risco de roubar o espaço, a paz e o direito do outro."
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
Promete que veremos logo,
Promete que isso não vai ficar assim,
E que toda essa distância
Não vai roubar você de mim
Ainda que a vida lhe cause dor, não abandone seu sorriso, pois ele é a marca da superação e o caminho para o recomeço.
Meu Eu Que Sobrou.
A minha mente fala comigo,
mas já não sei se é comigo que ela fala.
Ela diz que há um Eu…
um que sobreviveu ao naufrágio,
que não se afogou com os outros eus
que criei pra não doer tanto.
Já fui tanta coisa que não era,
pra caber em lugares onde ninguém me queria por inteiro.
Me desfiz em pedaços pequenos,
só pra alguém me aceitar
e me perdi de mim.
A verdade?
Nem sei mais se esse Eu verdadeiro ainda existe,
ou se é só mais uma ilusão
tentando me manter de pé.
Minha mente está cansada…
cansada de lutar contra o vazio que ela mesma criou.
Cansada de prometer que vai passar,
quando tudo só se repete — mais frio, mais fundo,
mais só.
Se esse Eu que sobrou ainda vive,
ele não grita.
Ele chora baixo.
Ele sente tudo calado,
como quem sabe
que nem o próprio coração
escuta mais.
" O desencanto não destrói o espírito. Ele o educa.
A psicologia profunda descreve esse momento como um estágio inevitável do desenvolvimento interior. "
