Nao Conto Detalhes e muito menos

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Eu já não quero mais dar a voltar por cima. Eu já não quero mais chegar a lugar algum. Por muito tempo, eu pensei em reagir. Pensei em dar um jeito de deixar tudo para trás, de mudar da água para o vinho e da noite para o dia...mas nada disso me satisfaz mais.
É só a paz de uma vida tranquila que pode me fazer sonhar acordada. Não quero mais sofrer com a saudade de quem escolheu ir embora. Nesse momento, a vida pede paz e constância. Quem sabe um dia, eu volte para esse jogo novamente. Até lá, vou viver o agora.

Em sua caminhada, ele chega a uma bifurcação. Para decidir, não reflete muito; apenas olha ao redor. Como a paisagem lhe parece a mesma, conclui que qualquer rota serviria e segue adiante sem fazer o desvio.
Mais à frente, encontra um transeunte e pergunta:
— Aonde me leva este caminho?
O homem responde:
— Este caminho leva a um abismo profundo. E o desvio já ficou para trás.
Assim é a vida: muitas escolhas parecem irrelevantes porque, no início, a paisagem quase não muda. Mas é justamente nelas que o destino se inclina.

"Para um sonho se tornar realidade, não basta apenas sonha-lo, é preciso muito mais que isso.. é preciso lutar, acreditar e acima de tudo ter FÉ. Fé em DEUS, pois sem Ele nada é possível. Hoje lembrando de tudo que passei, junto com aqueles que me amam, para tornar o meu sonho em realidade, meus olhos se enchem de lágrimas e tudo o que consigo pensar em dizer é a simples palavra OBRIGADA! Obrigada ao meu Deus que não olhou para as minhas fraquezas.. aos meus pais que tanto fizeram e fazem por mim.. e também aos profissionais que fizeram o meu conto de fadas REAL. Um dia me disseram:" Não se decepcione se algo, mesmo que pequeno, não saia da forma com que planejou para seu casamento." Hoje posso responder que realmente não saíram da forma que pensei, saíram MUITO MELHOR!!!


—By Coelhinha

Escrevo porque não sou
muito propensa a falar
e porque escrever
é a forma que encontrei
de me manter sã
em um mundo doente.


Escrevo porque a fala me fere,
me atravessa,
me expõe demais
num mundo quase surdo.


Escrevo para não adoecer
junto de um mundo enfermo
que normaliza a loucura
e estranha quem ainda sente.


Escrevo porque o silêncio
me entende e traduz
melhor que a voz.


Escrevo para permanecer inteira
enquanto o mundo
adoece de si mesmo.
✍©️@MiriamDaCosta

Ler mais
não é ler melhor.


Ler muito
não garante
ler bem.


Não é sobre
ler mais páginas,
mas páginas
que nos leiam.


O valor da leitura
não está na quantidade,
mas no conteúdo
e na profundidade.


Ler mais
não amplia a mente.
Ler melhor
sim.
✍©️@MiriamDaCosta

"Não é vergonha ser pobre. Do mesmo modo, não é vergonha e é muito bom ter dinheiro, desde que obtido honestamente. Quem não aceita isso demonstra ser o que (mesmo negando?) Hein? Poizé!"
0781 | Criado por Mim | Em 2014

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"PASSEI SÓ PARA DIZER... Não vou poder continuar aqui, por muito tempo, pois estou com panela no fogo e tenho que dar almoço e almoçar 'Lagosta-Outra-Vez'. Mas... Assim que eu terminar de almoçar 'Lagosta-Outra-Vez', eu volto. Quem viver, verá, tendo ou não também almoçado 'Lagosta-Outra-Vez', HeHeHe!"
Texto Meu 0990, Criado em 2020

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Pouco não basta



Eu não cobro o mínimo porque apenas o muito me satisfaz,

é engraçado sentir a dor da saudade sem poder ir atrás na maioria das vezes,

um dia você está fazendo planos que envolvem lugares, pessoas, sentimentos com sabor de mel e até lembranças do que não deveria ter acabado por algum motivo qualquer,

na dor ou na sensação do prazer a abundância se faz presente mesmo que com conotações diferentes,

tudo que nos marca muda a nossa forma de ver ou se entregar a vida, as vezes queremos viver por muito tempo e profundamente dentro do mesmo segundo que ganhamos a confiança e a esperança na medida certa vistos através daquele olhar,

o importante é viver o projeto e se ele tiver que ser reiniciado várias vezes, a desistência não terá fôlego nas decisões.

Confesso que não gosto muito de pessoas muito religiosas, não importa de qual vertente sejam. Pessoas muito obcecadas por qualquer religião ou crença, sabe? E abomino o cristianismo porque além de produzir milhões dessas, ainda é uma crença que incentiva crime, intolerância, preconceito, ódio, que "queima pela eternidade" quem não a segue e prostitui seu deus querendo enfiar goela abaixo de todos, inclusive de quem não quer.
Acho massa ter crença, falar dela, mas não de uma forma religiosa, entende? Não odiando quem é diferente, não do jeito que a maioria dos que fazem são cristãos. Raramente eu vejo isso em não cristãos, mas às vezes vejo e me entristece. Ja vi até ateu agir como um religioso extremista, só que pelo ceticismo.
- Marcela Lobato

⁠Carla, minha Sereia não paro de pensar nisso...vc mexe muito comigo, já é 00:32 da madrugada, não consigo parar de pensar em vc, olhando nossas fotos, vários momentos felizes, lembranças que não saem da minha cabeça, e essa solidão que não vai embora, sinto muito sua falta, como eu queria estar agradado com vc agora, essa saudade só chega pra trazer mais amor, saudade e dor...já nem sei mais o que pensar, já não sei mais o que fazer.
Só sei que te amo infinitamente!!!

Costumo tratar muito bem a tudo e a todos pelos caminhos da minha vida mas não confundam, que eu seja insensível, apático ou pouco inteligente.Assim o faço por que é da minha essência e sempre quero o melhor para minha vida, e o grande caminho dos caminhos nos revela, uma única verdade, em sempre ser bom, ofertar o bem e semear
a harmonia, primeiro.

Estou lutando por paz, mas também por algo muito maior que isso. Porque não foi só dor… foi como se tivessem roubado quem eu sou. E agora eu caminho entre restos, tentando reconhecer o que ainda é meu, como se minha identidade estivesse espalhada no tempo…e eu precisasse juntar tudo pra existir outra vez. E no meio dessa bagunça, mesmo sem saber exatamente o que sou, uma única certeza permanece intacta...o amor que sinto por você!!!


DeBrunoParaCarla

Ciente de que a vida é muito passageira e de que o tempo não costuma esperar, sou um viajante aventureiro, estou sempre em busca de uma viagem, de uma nova aventura e posso afirmar seguramente que uma das melhores partes é poder conhecer pessoas incríveis, que tornam certas experiências melhores, inevitavelmente, inesquecíveis,

A maioria delas muito provavelmente estará conosco apenas durante aqueles momentos e está tudo bem, teve a sua devida relevância, é evidente, porém, felizmente, algumas continuarão, mesmo que à distância e em encontros breves, sendo sempre marcantes, alegres, gratificantes, amizades surpreendentes, conquistadas com uma afinidade fascinante

Melhor presente ou lembrança que podemos trazer de uma viagem, que deixa o nosso coração mais leve, às vezes, até acelerado por bons sentimentos, intensos e valorosos e não quer dizer que sejam relações perfeitas e sim mais compatíveis que possam ser, demonstrando de verdade um jeito zeloso com afeto e respeito Graças a Deus e a sua Bondade.

Contida na sua personalidade interessante, no seu lado mais discreto, que não fica muito à vista, um baita privilégio veemente no seu comportamento, uma forte sensualidade que se veste de elegância, um prazeroso atrevimento, um fogo audacioso que incendeia a sua alma e esquenta cada parte do seu corpo em boa parte do tempo

Uma versão com uma certa audácia muito sedutora, elegante e intensa, que certamente não é do conhecimento de todos, que causa um desejo fervoroso com a sua essência noturna apaixonante como a essencialidade excêntrica da flor Dama da Noite, cuja grandeza floresce ao anoitecer e poucos conseguem presenciar seu belo florescer

Felizmente eu posso dizer que sou muito privilegiado por ter um olhar poético para não deixar esse teu lado provocante passar despercebido, observando além da tua integridade de mulher, uma das particularidades do teu paraíso, o íntimo do teu universo, de fato, és uma arte incrível, uma emoção grandiosa entre o explícito e algumas doses de mistério.

Muito mais do que uma saudade: O Riso que não foi Silenciado

Na sua face gentil, eu via o seu sorriso amável e ouvia a sua risada mais gostosa — poderosa a ponto de a passagem do tempo e as dificuldades da vida não serem capazes de silenciar, nem de ofuscar o seu brilho; um exímio exemplo do que é perseverar.

A idade avançada não tirava o seu riso de criança; os seus olhos quase fechavam para acompanhar as curvas da sua felicidade, aquele entusiasmo típico da infância, da época que qualquer bom momento virava um espetáculo, independentemente das circunstâncias.

Quando me vem à lembrança a sua presença, parece que está ao meu lado toda risonha, emitindo aquela sonoridade de sempre, repleta de amor e espontaneidade, que continuará contribuindo para a minha perseverança, muito mais do que uma saudade.

Por tanto bem, agradecer a Deus é inevitável e é o mínimo que posso fazer por ter colocado uma pessoa tão imprescindível, incomparável para enriquecer os meus dias e fortalecer o meu ânimo cansado durante momentos simples de alegrias; então, o meu riso também não será silenciado.

"É melhor, muito melhor, contentar-se com a realidade; se ela não é tão brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir."
(Machado de Assis)

A vida é mais do que a beleza que se imagina; é a força que se tem para enfrentar o que se vive.
MARCELO CASTILHO ASSIS ⁠

Sonho doce só na padaria....ᥫ᭡.

Eu sou um tipo de pessoa que sonha muito
Mas não corro atrás do sonho.
Aprendi a ser realista, gosto da minha simplicidade e cultivo aquilo que me faz bem.
Não vou para muito longe, já fui e voltei correndo, não por medo, mas por ter me deparado com a realidade.
Sonhar é muito bom.
Doce só na padaria
Idealista é quem faz as coisas consciente de que as consequências são às vezes o contrário daquilo que você pensava.
Tenha paciência para entender aquilo que realmente vale a pena e principalmente o que é melhor para você.𐙚⋆

⁠⁠Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.




Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.




Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.




Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.




É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.




O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.




Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.




A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.




Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.




E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.




Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.




Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.




Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.

São muito louváveis as opiniões que não precedem a arrogância de tentar deslegitimar todas as outras,
sobretudo num mundo habitado por mais de oito bilhões de pessoas.


Há uma diferença muito silenciosa, mas profunda, entre sustentar uma ideia e erguê-la como única possibilidade de verdade.


A primeira exige reflexão, experiência, escuta; a segunda, muitas vezes, apenas medo — medo de que o outro, ao existir com suas próprias convicções, revele a fragilidade das nossas.


Talvez por isso, em tempos de tanto ruído, o que mais falta não sejam argumentos, mas humildade intelectual.


Opinar deveria ser um exercício de construção, não de aniquilação.


Quando alguém sente a medonha necessidade de invalidar tudo ao redor para que sua visão pareça sólida, o que se revela não é força, mas o exato oposto: a ideia que só se sustenta se estiver sozinha.


E ideias que precisam de isolamento raramente são maduras — são frágeis, ainda em defesa.


Num planeta onde cada existência carrega um conjunto irrepetível de vivências, crenças e contextos, discordar não deveria ser uma guerra, mas uma oportunidade rara de ampliar horizontes.


Afinal, cada opinião que nos confronta traz, em alguma medida, a chance de enxergar além do limite confortável do nosso próprio pensamento.


A verdadeira maturidade intelectual talvez não esteja em convencer, mas em coexistir — em sustentar aquilo que se acredita sem a urgência de silenciar o outro.


Porque, no fim, não é a uniformidade que enriquece o mundo, mas justamente a tensão criativa entre perspectivas diferentes.


E talvez seja esse o grande desafio do nosso tempo: aprender que ter voz não implica calar as outras, e que a solidez de uma ideia não se mede pelo número de adversários que ela derruba, mas pela serenidade com que ela permanece mesmo diante deles.⁠

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.