Nao Conto Detalhes e muito menos

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O que será que falta em mim?


Será que não sou tão bonita
ou não tenho um corpo tão belo?
Será que tenho espinhas demais?
Será que sou fedida?
Será que não sou tão magra como as outras garotas?
Será que falo demais ou sou muito chatinha às vezes?
Talvez o problema não esteja na minha aparência, talvez esteja na minha alma.

Eu não gosto de patos


Vi um pato
bem próximo de mim
fiquei com ele
porque ele não parecia tão ruim.


Eu andava por ai
com meu patinho tão contente
mas com o passar do tempo
tudo foi ficando diferente...


O patinho se apegou a mim
e não saia mais de perto
então fui me afastando dele
pois achei que era o certo.


O pato ficou tão triste
mas nada eu podia fazer

Mesmo assim, ele não me largava
então tive que correr.


Corri tanto, mas tanto
que ele enfim desistiu
eu fiquei aliviada
mas ele não se divertiu.


Eu e o pato nos separamos
e cada um foi para o seu caminho
eu caminhava pensativa
e ele pensava sozinho.


Meses se passaram
e nós nunca mais os encontramos
Até que um dia, caminhando pela rua
Eu vi o pato no jardim
Com outra patinha, ele estava contente
Nunca havia visto ele sorrir tanto assim...


Eu fiquei feliz pelo pato
e pela sua felicidade
mas hoje eu ouvi uns relatos
que revelaram contrariedade.


O pato levou um fora
acho de alguma patinha por ai
e agora vive rebelde
pra lá e pra cá de mimimi.


O patinho revoltado
Nunca mais foi igual
Coitadinho do pato
achava que o amor era imortal.


O patinho idealizava tanto um amor
guardava tanto rancor
queria tanto alguém
que acabou sem ninguém.


Pobre patinho
estava tão tristinho...
eu odeio patos.
Principalmente os nadam esperando pegar um peixinho e são engolidos por jacarés.

Setembro Vermelho


Tantas pessoas em um mesmo lugar
Ouvindo dos outros o porquê de não se matar
E mesmo que todos estejam aqui
Ninguém está dando a mínima para o que eles dizem.


Não porque não querem
Mas porque é irrelevante
Falar para aqueles que já morreram
Que o suicídio é fatal.


Eu sei que eles querem nos prevenir de tudo
Mas vocês acham mesmo
Que palavras funcionam?
Que gestos importam?
Se no final todos morremos da mesma maneira.


Eu estou cansada
Cansada de ver palestras entediantes
Quero dormir e eles não deixam,
As pessoas que temo, e o ambiente que vejo
Me incomodam.


Não quero mais ficar aqui ouvindo poemas sobre suicídio
Ouvindo tristezas mundanas de outras pessoas que um dia sofreram tanto quanto
E estou fazendo este poema
Porque ouvir mágoas é muito entediante
Como vamos nós livrar do suicídio
Se somos obrigados a ouvir os que não nos conhecem dizendo para não fazer
Não temer.


Não quero que você me fale
Da sua "dor existencial"
Não quero que você me diga
Que eu sou importante.
Porque se pararmos para pensar
Enquanto você fala palavras bonitas
Coloca belas canções
Pessoas estão se matando ao lado
E perdendo seus corações.


Então não gaste seu tempo
Falando o que nao podemos fazer
Porque todos nós já pintamos o amarelo de vermelho
Com o sangue dos nossos corpos mortos.

Vejo pessoas por aí
andando bem devagar
você acabou de entrar e já vai sair
mesmo você não estando no mesmo lugar
que todas essas pessoas .


Me libertei de tristezas
desviciei de fraquezas
e todas as minhas fortalezas
agora estão se acumulando.


Tenho muitos sonhos
mas não sonho nada
de noite no meu quarto
eu fico parada
na imensidão da noite.

Se sentir pronto?
Não existe. Pare de ansiosamente esperar por esse momento. Você se constrói no agora. Ficar pronto é apenas um gatilho da ansiedade pelo amanhã, o que não veio, o que não existe, o que vos perturba. Viver o detalhe, o momento, o hoje deve ser vossa prioridade, pois viver é uma construção diária, e você não poderá antecipar a peça do que ainda é incerto.

Existe alguém em algum lugar te esperando,
Alguém que não te conhece ainda, mas que irá te amar,
Será a pessoa mais importante da sua vida,
Quando se encontrarem será amor à primeira vista,
Não dessas aventuras ilusórias do desejo passageiro por interesse.


Mas será amor por toda a vida,
A vontade e o desejo serão complemento um do outro,
Ambos se completarão.
E assim a espera de um grande amor
Será uma história de vida
Como os romances esquecidos
Que foram escritos como testemunho
De que o amor nunca acaba...


A espera de um amor


Por Marcio Melo

O amor diz pra sempre, quando o tempo se fecha
O amor se agarra e não solta, mesmo que a tempestade se torne violenta
O amor diz pra sempre, e juntos permanecem
Nem mesmo a fome, a doença separa o que nem mesmo o tempo pode desfazer


O amor diz pra sempre e fica, nunca abandona
O amor é forte, capaz de vencer até a morte
Para continuar, uma rocha que sobrevive a tudo
Pra permanecer junto, está é o amor que dura
Como promessa de pra sempre, nunca acabar.


Pra sempre
Por Marcio Melo

​"A grandeza de um homem não se mede pelo que ele acumula entre o nascer e o pôr do sol, mas pela audácia de erguer monumentos que o tempo não consegue corroer, sejam eles feitos de concreto, de palavras ou de luz. Vivemos em um mundo de ecos passageiros, onde muitos se contentam com o rastro deixado por outros, mas o verdadeiro criador entende que a existência é um canteiro de obras interminável, onde cada decisão é um tijolo e cada sonho é o projeto de uma realidade que ainda não ousaram imaginar. É preciso ter a precisão de um engenheiro para calcular os riscos e a alma de um artista para enxergar o invisível; é necessário compreender que o silêncio de uma página em branco ou o vazio de um terreno não são ausências, mas sim o convite sagrado para a manifestação do espírito humano. Não se trata apenas de construir paredes que protegem contra o vento, ou de contar histórias que distraem o olhar; trata-se de edificar legados que servem de bússola para aqueles que virão depois de nós. Quando as luzes da ribalta se apagam e a poeira das máquinas assenta, o que permanece é a integridade da obra e a verdade que colocamos em cada detalhe, em cada frame de um filme, em cada linha de um livro ou em cada fundação que sustenta o peso da esperança. Ser Anderson Del Duque é compreender que o tempo é o nosso recurso mais escasso e a nossa ferramenta mais poderosa, e que a única forma de vencê-lo é através da excelência que não aceita o 'bom o suficiente' como resposta. É caminhar entre o cálculo exato e a emoção pura, sabendo que a vida é uma narrativa em constante evolução, onde somos, ao mesmo tempo, os autores, os diretores e os construtores de um destino que exige coragem, suor e uma fé inabalável no poder de transformar a matéria bruta em significado eterno. Que hoje cada passo dado seja uma declaração de intenções ao universo, lembrando que o sucesso é apenas o reflexo de uma alma que se recusou a ser pequena e que escolheu, contra todas as probabilidades, deixar uma marca indelével na história da humanidade, pois quem constrói com propósito não escreve apenas para o agora, mas projeta sua voz para a eternidade, onde o som da sua criação ressoará como um lembrete de que um homem determinado é a força mais poderosa da natureza."
​— Anderson Del Duque

"O mundo não pertence àqueles que apenas observam a realidade, mas aos poucos que possuem a audácia de redesenhar, transformando o silêncio da matéria no grito eloquente da arte e da engenharia. Quando olhamos para o horizonte, não vemos apenas o limite da visão, mas o ponto de partida para uma nova civilização que exige ser construída com a precisão do aço e a fluidez do espírito. Minha jornada nunca foi sobre levantar paredes ou alinhar parágrafos; foi sobre a busca incessante pela harmonia entre o peso da existência e a leveza do sonho. Para ganhar o mundo, é preciso primeiro ser capaz de habitá-lo em sua forma mais crua, compreendendo que a excelência não é um destino que se atinge, mas um rigor que se impõe em cada milímetro de uma planta técnica e em cada frame de uma película que aspira à imortalidade. O verdadeiro legado internacional não se traduz em idiomas, mas na linguagem universal da beleza e da funcionalidade, onde uma estrutura bem erguida fala tanto sobre a dignidade humana quanto o mais profundo dos poemas. É preciso transitar por essa fronteira invisível onde a técnica se torna mística e o suor se transmuta em ouro intelectual; entender que a inovação não é o novo pelo novo, mas a coragem de ser atemporal em uma era de obsolescência programada. Cada projeto que assino é um contrato com a posteridade, uma promessa de que a estética e a ética podem e devem caminhar de mãos dadas, pois de nada serve a glória dos palcos se ela não estiver sustentada pela solidez do caráter e pela profundidade da visão. Busco o reconhecimento global não pela vaidade do aplauso, mas pela validação de que o esforço brasileiro possui a força de mover montanhas e de ditar ritmos no cenário mundial. Que cada obra, cada livro e cada filme que levam minha marca sejam vistos como capítulos de uma epopeia humana que se recusa a ser esquecida, desafiando a gravidade, o tempo e a mediocridade. Pois quando o homem decide que seu limite é o infinito, as fronteiras geográficas desaparecem e o que sobra é a pureza da criação absoluta — aquela que ressoa nos grandes centros de poder e arte, lembrando a todos que o gênio é, antes de tudo, uma questão de persistência absoluta. Eu não construo para o agora; eu projeto para quando o futuro olhar para trás e reconhecer que aqui, no presente, houve alguém que não teve medo de ser grande."
​— Anderson Del Duque

"A existência humana não é um fenômeno estático, mas um ato contínuo de tradução, onde o papel do criador é converter o silêncio do invisível na voz eloquente da imortalidade. Vivemos mergulhados em uma era de saturação efêmera, onde as imagens se dissolvem antes mesmo de serem compreendidas e as palavras são lançadas ao vento sem o peso da intenção; neste cenário, a verdadeira arte não é aquela que apenas decora o presente, mas a que possui a força gravitacional de curvar o futuro em torno de uma ideia. Escrever não é apenas alinhar caracteres, mas realizar uma incisão cirúrgica na alma do mundo para extrair a verdade que a conveniência insiste em ocultar; é o ofício do jornalista que não se contenta com a superfície e do escritor que entende que cada frase é uma promessa de eternidade. Produzir não é meramente gerenciar recursos, mas orquestrar o caos até que ele se transforme em harmonia, é ter a audácia de dirigir o olhar do espectador para além do frame, onde a luz e a sombra deixam de ser técnica para se tornarem epifania. O reconhecimento global não nasce da busca pelo aplauso, mas da submissão absoluta à excelência, onde o compromisso com a qualidade deixa de ser uma escolha profissional para se tornar um imperativo ético. É preciso ter o rigor da apuração para entender o agora e a sensibilidade do autor para projetar o que ainda não foi dito, construindo uma ponte inabalável entre o que somos e o que podemos nos tornar. O gênio não reside na facilidade, mas na persistência de quem habita a solidão do processo criativo com a mesma dignidade com que pisa nos palcos de premiação, compreendendo que o valor de uma obra se mede pela sua capacidade de ressoar em idiomas que ainda não foram falados e em corações que ainda não bateram. Eu não busco apenas narrar histórias, busco edificar catedrais de pensamento e imagens que resistam à erosão da mediocridade, pois sei que a vida é uma narrativa curta, mas a marca que deixamos através da comunicação, do cinema e da literatura pode ecoar como um trovão na vastidão do tempo. Que cada linha escrita, cada cena dirigida e cada projeto produzido seja um testemunho de que houve alguém que não aceitou o limite do horizonte como resposta, que desafiou a gravidade da apatia e que escolheu, com cada fibra do seu ser, transformar a brevidade do sopro vital na perenidade do legado universal. Pois a maior premiação de um homem não é o ouro que ele segura nas mãos, mas a certeza de que, através da sua visão, o mundo tornou-se um pouco mais profundo, um pouco mais lúcido e infinitamente mais eterno."
​— Anderson Del Duque

O Arquiteto da Própria Estrada
​O asfalto é bruto e o sol não tem piedade,
Mas quem molda o destino não teme o calor.
Não busco o caminho da facilidade,
Pois sei que a vitória tem gosto de suor.
​A mão que escreve é a mesma que ergue,
Entre o traço da letra e o peso do cal.
A alma que luta é a alma que segue,
Esculpindo no tempo um marco real.
​Não sou o reflexo do que o mundo espera,
Sou o mestre da obra, o autor, a raiz.
No frio do aço, no fogo da era,
Eu cravo no chão o que o peito me diz.
​Que o brilho seja sólido, cromo e verdade,
Sem curvas suaves pra quem quer vencer.
Pois o meu legado é a minha vontade,
E a minha história, só eu sei escrever.

Ahhh Saudade


Saudade não é apenas palavra,
é um estado que habita o peito,
um silêncio que fala alto
mesmo quando tudo parece perfeito.
É brisa leve que às vezes passa,
mas também pode ser tempestade,
transitória como nuvem no céu
ou eterna como a própria verdade.
Carrega em si uma dor estranha,
daquelas que não ferem só — transformam,
e no fundo desse aperto doce
há lembranças que aquecem e confortam.
Poetas tentam traduzi-la em versos,
apaixonados a sentem sem medida,
pois a saudade é esse elo invisível
que liga ausência e presença na vida.
E o melhor dela… ah, o melhor momento,
é quando o reencontro acontece enfim:
explode no peito como festa viva,
fogos no coração sem ter fim.
Um turbilhão de sentidos confusos,
um sentir que não cabe em explicação,
é a alma sorrindo por dentro
quando encontra o que ama o coração.
Atila Negri

“Quando eu encontrar o amor da minha vida, não vou precisar de cenário perfeito, nem de discursos ensaiados.
Vai ser simples… talvez na cozinha, entre uma conversa boba e um sorriso desajeitado.
Vou olhar nos olhos dela e saber: é ali que eu quero morar para sempre.
E, sem medo, vou pedir que caminhe comigo, não só em dias ensolarados, mas também nas tempestades.
Porque o amor verdadeiro não precisa de espetáculo, só de verdade.”

O sol resolveu espiar por frestas antigas,
aquelas que o tempo insistiu em vedar.
Não há convites, nem malas prontas,
apenas o silêncio que aprendeu a escutar.
É o verde brotando em solo esquecido,
um passo que arrisca sem pressa de chegar.
O relógio parou de contar o que foi perdido
para ver o agora, enfim, despertar.
Não é recomeço, nem eco do ontem,
é um novo fôlego, um outro olhar.
Como o rio que encontra um novo caminho,
simplesmente sendo, deixando fluir o mar.O sol resolveu espiar por frestas antigas,
aquelas que o tempo insistiu em vedar.
Não há convites, nem malas prontas,
apenas o silêncio que aprendeu a escutar.
É o verde brotando em solo esquecido,
um passo que arrisca sem pressa de chegar.
O relógio parou de contar o que foi perdido
para ver o agora, enfim, despertar.
Não é recomeço, nem eco do ontem,
é um novo fôlego, um outro olhar.
Como o rio que encontra um novo caminho,
simplesmente sendo, deixando fluir o mar.


Com amor ISA SIlVA⁠


🕑Os ponteiros do relógio seguem em frente,
No presente, marcam as horas
Não vivem no passado, dão atenção para o agora,
Num seguir persistente, cada vez num minuto diferente daquele de outrora.
Não perdem tempo em o outro sabotar, estando no mesmo rumo, preferem se ajudar
E, finalmente, chegamos a conclusão de que com o passar do tempo aprendemos a lição.⏳

⁠⁠Quem dera um portal encontrar
Que levasse para outro mundo em
Que os problemas não tivessem lugar,
Que a ansiedade se transformasse em impulso,
um gesto de coragem,
Que a tristeza fosse só de passagem,
um breve atormentar, ⁠
Com incentivos compartilhados sem a inveja aguentar
os belos resultados,
Com floras e faunas em perfeita harmonia,
um contínuo zelar
Com fardos de alegria, grande vontade da vida desfrutar.
Quem dera um mundo assim encontrar.

O Entusiasmo da Observação que faz Criar

A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.

Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.

Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.

O Refúgio da Ludicidade

Embora o adulto não deva ser infantil — plenamente imaturo — precisa guardar consigo a ludicidade do seu tempo de criança: uma forma de deixar a vida mais leve, de alegrar o próprio mundo mesmo quando algo ou alguém lhe aborrece, encontrando na simplicidade, o seu refúgio e o seu fortalecimento. Pois Graças a Deus, nem tudo se trata de seriedade; também faz parte o divertimento.

Algumas vezes esquecemos de lembrar
que cada um, é cada um;
que o outro não sou eu;
que ele pode ter a opinião dele
e não a minha, e está tudo certo!
Que a felicidade, é algo que vem de nós,
não depende do que alguém
nos oferece ou não.
E, assim, seguimos equivocados,
frustrados, insatisfeitos;
crendo que o outro é o responsável
por vivermos infelizes.
Infeliz engano!


( Rosa Maria)