Nao Conto Detalhes e muito menos
Não procure ser o melhor, mas sim o mais humilde. Porque até a maior árvore da floresta começa do chão.
Seja simples porque o maior homem do mundo e dono de tudo morreu de braços aberto por ti.
Amigos são pessoas especiais que trazem vida e cores aos nossos momentos, sejam quais forem.
São eles que multiplicam as nossas alegrias e diminuem as nossas dores, tornando os nossos dias cheio sonhos e repletos de magia.
Para escalar a vida não é preciso cordas, basta a mão de um amigo.
Porque há montanhas que não aparecem no mapa. Elas surgem dentro do peito. São feitas de medo, de cansaço, de silêncio acumulado.
E a gente tenta subir sozinho.
Procura técnicas, livros, fórmulas, atalhos. Amarra nós imaginários na própria coragem. Finge que sabe escalar o que nunca foi treinado.
Mas a vida não é parede de pedra. É travessia de afeto.
Quando o terreno fica íngreme demais, quando os pés escorregam nas próprias dúvidas, não é a força do braço que salva. É o calor de outra mão segurando a nossa.
Amigo não é quem sobe por você. É quem sobe junto. Quem respira no mesmo ritmo. Quem diz calma quando o mundo inteiro parece gritar pressa.
Há mãos que são mais firmes que cordas, mais seguras que qualquer equipamento, porque são feitas de presença.
E presença é o que impede a queda de virar abismo.
No fim, a montanha continua alta. O vento continua forte. Mas quando a gente sente que não está só, até o medo aprende a ter menos altura.
Escalar a vida é isso. Não é chegar ao topo sozinho. É descobrir que a amizade transforma precipícios em caminhos compartilhados.
E às vezes a maior conquista não é alcançar o cume. É perceber que alguém escolheu segurar a sua mão justamente quando você achava que precisava provar que conseguia sozinho.
A Maldição de Sariel
(à maneira de Kierkegaard)
Minha maldição não é visível aos olhos comuns,
porque não vive fora de mim,
mas no silêncio onde o homem encontra a si mesmo
e descobre que não pode escapar.
Sou condenado a perceber que a vida não me pertence —
ela apenas me atravessa,
como um vento frio que corta e não se deixa segurar.
Sinto o peso do eterno no instante,
o peso de Deus no olhar humano,
o peso da ausência onde deveria haver consolo.
E, enquanto outros caminham distraídos,
eu caminho acordado demais,
ferido demais,
amando demais.
Não sei se isso é dádiva ou castigo,
mas sei que não há cura.
Porque aquele que vê o fundo do poço
já não consegue fingir que só existe a superfície.
Juramento da Maldição
por Sariel Oliveira
Juro diante do silêncio eterno que não serei cego.
Que verei o que a noite esconde
e ouvirei o que o mundo não suporta dizer.
Aceito a solidão como testemunha,
o peso da lucidez como cruz,
e a ferida que nunca fecha como parte do meu ser.
Não fugirei da dor —
antes, a acolherei como velha companheira,
pois ela me lembra que estou vivo
num mundo que vive dormindo.
Se esta é a maldição que me coube,
que assim seja.
Carregarei seus sinais até que o pó me reclame,
e, ainda então,
que minhas cinzas sussurrem ao vento
o que poucos tiveram coragem de ouvir.
O homem foge de si porque estar consigo exige decisão.
Decide-se quem se é quando não há aplauso,
quando ninguém vê,
quando ganhar custa a própria verdade.
A angústia não é inimiga —
é o sinal de que a alma ainda está viva.
Pior que sofrer é existir sem nunca se escolher.
— Sariel Oliveira
MANIFESTO
Eu não quero vencer a qualquer custo.
Quero não me perder.
Recuso a vida vivida por reflexo,
as escolhas adiadas,
o conforto de caber onde minha verdade não cabe.
Não acredito numa existência sem angústia —
ela é o preço da liberdade.
Se escolher dói, é porque escolher é real.
Não confundo fé com certeza,
nem amor com troca,
nem honestidade com ingenuidade.
Prefiro perder vantagens
a negociar minha consciência.
Não sigo a multidão só porque ela é barulhenta.
A maioria nunca foi prova de verdade.
Caminho sozinho quando for preciso,
porque estar acompanhado pela mentira
é a forma mais elegante de desespero.
Aceito que amadurecer é perder versões antigas de mim.
Não tento repetir o que fui.
Permaneço no que ainda sou capaz de sustentar.
Não uso pessoas como meios,
nem sentimentos como desculpa.
Amar, para mim, é decisão —
não espetáculo.
Se existir um inferno,
ele não está na dor,
mas em viver sem nunca ter sido quem se é.
Por isso escolho a responsabilidade de existir.
Escolho a verdade que custa.
Escolho a solidão honesta
em vez da paz comprada.
Não quero uma vida que pareça boa.
Quero uma vida verdadeira.
— Sariel Oliveira
Eu não sou só o que ri.
Eu sei que muitos me veem como o cara leve.
O engraçado.
O que transforma o peso em piada
e o silêncio em riso.
E tudo bem.
Esse também sou eu.
Mas existe um erro silencioso quando acham que isso é tudo.
Porque ninguém vê o quanto eu penso.
O quanto eu observo.
O quanto eu seguro coisas que não viro brincadeira.
O quanto eu sei ser sério quando a vida pede seriedade.
Talvez o problema nunca tenha sido eu ser alegre.
Talvez tenha sido eu me esconder atrás disso.
O riso é confortável.
Ele aproxima, desarma, protege.
Mas ele também cria uma imagem fácil de engolir.
E eu não sou fácil.
Quando a situação exige postura, eu tenho.
Quando alguém precisa de cuidado, eu cuido.
Quando é hora de sustentar, eu sustento.
Só que isso quase ninguém vê —
porque quase ninguém fica quando a piada acaba.
Eu não quero deixar de ser leve.
Quero deixar de ser subestimado.
Não por arrogância.
Mas por verdade.
Ser inteiro dá trabalho.
Assusta.
Exige que o outro me veja além da superfície.
E exige que eu permita isso.
Eu não sou contraditório.
Sou profundo.
O riso não nega minha responsabilidade.
Ele convive com ela.
Quem me confunde com superficial
nunca teve coragem de ficar quando eu fiquei em silêncio.
E tudo bem.
Nem todo mundo precisa me entender.
Mas quem quiser caminhar comigo
vai ter que aceitar que eu sou mais do que pareço.
Eu sou leve —
mas não sou vazio.
Ela me chamou de idiota.
E eu ri.
Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.
Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.
E ela riu comigo.
Isso ficou.
Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.
Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.
Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.
A felicidade não é uma dívida que os outros têm com você. Ninguém é obrigado a preencher suas lacunas. A chave é valorizar o que já se tem e, acima de tudo, construir sua própria felicidade.
Gratidão e autossuficiência são o caminho.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Pâmela nunca foi metade.
Era decisão, intensidade, excesso.
Cabeça dura, dessas que não recuam,
dessas que ensinam sem pedir licença
onde a gente precisa mudar.
Você sonhava alto demais…
e eu sempre com os pés presos no chão,
vendo o copo meio vazio
enquanto você insistia em transbordar.
Eu via maldade em tudo,
você via beleza onde eu já tinha desistido de procurar.
E talvez por isso a gente tenha se perdido.
Porque você também era fogo
e fogo não sabe ficar parado.
Gostava de flertar com o mundo,
de viver no limite,
de sentir tudo no máximo…
até quebrar o que não podia.
Você quebrou.
Sem grito, sem aviso.
Só quebrou.
Mesmo assim, tem coisa que fica.
A gente na estrada,
Formosa passando pela janela,
e o Salto do Itiquira despencando
como se tudo fosse eterno naquele instante.
E olhando o Salto do Itiquira cair,
eu pensei…
talvez eu nunca tenha sabido saltar.
Sempre fui chão,
enquanto você era queda.
E talvez tenha sido isso
que nos quebrou.
E talvez tenha sido.
Porque mesmo depois de tudo,
mesmo depois de você ter sido
tudo o que me construiu
e o que me destruiu…
ainda tem um pedaço de mim
que lembra de você
como se não soubesse
como deixar de lembrar.
O Não do Não
Não é “não”.
E sempre deve ser
Respeitado.
Mas o meu coração insiste
Que deveria existir
Um “não”
E outro “não”.
O “não” que encerra.
E o “não” que resguarda.
Ah, se eu soubesse...
Se o teu não fosse o segundo,
Eu ficaria.
Não contra ele,
Mas dentro
Do tempo
Que o separa
Do sim.
O verdadeiro desafio do autoconhecimento está em olhar para dentro com honestidade. Não apenas para aquilo que gostamos de ver — nossas virtudes, ideais e intenções —, mas também para os medos, defesas, expectativas e identidades que fomos acumulando ao longo da vida.
Na busca espiritual, muitas vezes imaginamos que o caminho é adquirir mais: mais conhecimento, mais técnicas, mais experiências espirituais. No entanto, o movimento mais profundo é o contrário: deixar cair as camadas que encobrem o que já somos.
Esse processo pode ser dolorido porque toca o ego, nossas histórias e a imagem que criamos de nós mesmos.
Requer silêncio interior, humildade e coragem para permanecer diante da verdade sem fugir dela.
Assim, o autoconhecimento não é uma conquista exterior, mas um desvelar gradual da consciência que sempre esteve presente. E, nesse sentido, o caminho espiritual não nos leva a nos tornarmos algo novo — ele nos convida a reconhecer aquilo que sempre fomos em essência.
Atitude
Não importa o que esteja passando em sua vida, quanto dinheiro possua na carteira ou como vai a sua saúde.
Não importa quanta injustiça lhe têm causado, nem mesmo as difamações, humilhações pelas quais ao longo dos anos você poderá ter passado.
Na verdade, o que realmente importa é a sua consciência, essa sensação maravilhosa de estar em paz consigo e com o mundo, ainda que o mundo possa não o amar e muito menos o entender.
O que importa é a sua atitude perante as situações e perante o seu próximo!
Isso sim pode fazer toda a diferença em sua vida e na vida de outros.
Seja grato, pratique a gratidão diariamente como um exercício e acima de tudo limpe o coração de toda a mágoa, liberando perdão.
Exerça Amor!
Não imprimo minhas dores, nem minhas alegrias
Imprimo minhas esperanças, meus sonhos
Minhas vontades escrevo, minhas fantasias transcrevo
Nas letras que encaixo se formam palavras, frases
Como um quebra cabeças cada peça engrena
Um caminho se abre, uma continuidade se faz
Cada coisa dita, escrita, lida, esquecida, recordada
É um pedaço doado do meu coração rasgado
É uma lágrima, um riso, um sereno olhar
Sobre cada letra digitada, sobre cada palavra formada
Uma infinidade de pensamentos colam teimosamente
Na folha em branco que aos poucos vai ganhando cor
Em tons de cinza saltam para o carmesim, e depois para o azul
Nas folhas resignadas que enlaçam as letras posso ver
Desejos que passam e se fartam, mas a vontade não, e o não passar
Faz com que queime, arda e produza...
A vontade faz o parto daquilo que nasce e nunca quer morrer
A força dessa vontade faz cor num mundo cinzento
Faz luz num coração que se abre, faz sentido na vida não sentida
O verbo chama, faz vir à tona, o verbo se faz ...
No silêncio dos sonhos teclados, das ideias pinceladas
Das vontades germinadas, impressões surgem
E delas mais sonhos, mais esperanças e mais amor
Para imprimir nas almas sossegadas a paz que anelam em paz...
ABISMO
Boa sensação a de estar à beira do abismo, não vou negar: o frio na barriga, a vivificante adrenalina, a curiosidade aguçada e o eminente esforço para discernir o vazio. Se um abismo chama outro abismo, sou decerto abismal e me permiti cair em sua profunda sedução.
Espero que essa atração seja fugaz, pois ,à moda de Nietzsche, se fitarmos o abismo por um longo tempo, o mesmo nos olhará de volta. Se bem que a queda não é o fim, mas a gênese, já que, no início de tudo, havia trevas na face do abismo.
Tem olhares que prendem sem corda, sem esforço, um instante que não solta.
Tem risos que encantam altos, livres, que enchem o ar e deixam eco mesmo quando param.
Tem cheiro que grava teu cheiro de pele e de dia, que entra na pele e fica morando.
E tem você.
Você que carrega os três sem saber, sem querer.
Encanta. Prende.
Fica gravado na mente, nos ossos, no coração sem nome, sem explicação.
E basta.
"Ausencietude"
Torna-se extremamente forçoso asseverar:
Ausência não é sinônimo de vazio.
Quem vai embora
deixa
sempre
um
pedaço.
Ficam vivências,
sentimentos dolorosos,
outros prazerosos,
que marcam de modo indelével
o coração daqueles que ficam
E dos que partem.
Destarte, há plenitude na ausência,
"ausencietude"!
Um mosaico de lembranças,
Amores, dores,
que salpicam nossa tábula rasa
tal qual um quadro de Pollock.
Por isso, saudade não é ausência
Nem mesmo vazio,
Mas sim,
Inexorável presença.
Inteiro...
Eu não estava procurando nada.
A vida seguia. Imperfeita, mas minha.
Então você chegou.
E quando chegou,
o mundo não fez barulho,
fez sentido.
Nada precisou ser preenchido.
Algumas coisas apenas encontraram lugar.
Eu observei.
Não por desinteresse,
mas porque quem já caiu
aprende a respeitar o tempo das coisas.
Havia cuidado no teu jeito.
E o cuidado verdadeiro não invade,
permanece.
Aos poucos, baixei a guarda.
Não por promessa,
mas porque parecia seguro existir ali.
Eu tinha feridas.
Não escondi.
Estou tratando.
As tuas ainda sangravam.
Não por fraqueza,
mas por medo do que cresce,
do que exige futuro.
Eu entendi.
E não te culpei.
Eu errei.
Como erra quem se envolve de verdade.
Mas soube parar,
olhar de novo,
voltar melhor.
Não ofereci um conto bonito.
Ofereci presença.
E isso eu sustentei.
Você me fez acreditar de novo.
Não em finais perfeitos,
mas na possibilidade de caminhar junto.
Por isso me mostrei.
Inteiro.
Sem personagem.
Com falhas, medos, noites mal dormidas
e a coragem de dizer: é aqui que eu fico.
Eu confiei.
E confiança nunca é ingenuidade,
é escolha consciente.
Eu te amei.
E ainda amo.
Não como quem espera algo em troca,
mas como quem respeita o que foi real.
O que é verdadeiro não se apaga quando termina.
Muda de lugar.
Vira memória viva,
não ferida aberta.
Eu sei quem eu fui.
E sei quem sou agora.
Minha felicidade não depende de você.
Mas ao teu lado,
ela teria sido mais calma,
mais casa,
mais chão.
Eu quis ser teu homem.
E, por um tempo,
isso foi verdade para nós dois.
Hoje eu sigo.
Inteiro.
Sem culpa.
Sem ruído.
Com amor onde ele cabe
e dignidade suficiente
para não negar o que senti.
Amor é Para os Loucos
Amor não é para os sábios.
É para os loucos.
O sábio calcula.
O louco entrega.
Só o louco dá tudo sem garantias.
Só o louco suporta a dor da incerteza
e a fragilidade do sentimento
sem transformar o coração em defesa.
Amar é um salto no vazio
onde a lógica não alcança.
É expor o peito ao risco
sabendo que pode doer.
É aceitar o caos
que nasce junto com a paixão
e, ainda assim, permanecer.
Dois sábios se preservam.
Dois loucos se escolhem.
E no amor,
é melhor dois loucos ardendo juntos
do que dois sábios intactos
e vazios.
Atenção
A fofoca não nasce do acaso.
Ela surge onde o caráter falha e onde o silêncio deveria prevalecer.
Falar de alguém ausente não é apenas um ato social —
é uma exposição involuntária de si mesmo.
Quem pratica isso revela, sem intenção, a fragilidade da própria honra.
Mais preocupante, porém, é quem escuta e permanece confortável.
O ouvido que aceita o erro se torna cúmplice dele.
Na ausência de rejeição, há consentimento.
Não há complexidade nisso.
Quem fala de outros diante de você, inevitavelmente falará de você diante de outros.
É um padrão humano simples, repetido sem exceções.
O caráter verdadeiro não se manifesta em palavras elevadas,
mas em escolhas silenciosas.
Na recusa firme ao que é indigno.
Na disciplina de não participar do que enfraquece a confiança entre as pessoas.
Por isso, mantenha postura.
Recuse a fofoca — não por aparência, mas por princípio.
No fim, não é sobre o outro.
É sobre quem você decide ser quando ninguém está sendo observado.
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