Nao Conto Detalhes e muito menos
A gestão para o sucesso começa no espelho.
Não é sobre planilhas, metas ou números —
é sobre você.
Nada prospera onde o “eu” está adormecido.
Tudo começa quando você se reconcilia com sua própria essência,
quando olha pra dentro e diz:
“eu mereço estar bem, eu mereço vencer.”
O sucesso não é sorte, é reflexo.
E o reflexo mais poderoso que existe
é aquele que nasce do amor próprio consciente —
não o amor de ego, mas o amor de quem se respeita,
se disciplina e se escolhe todos os dias.
A gestão da vida é isso:
governar o caos interno com sabedoria,
transformar dor em direção,
e colocar propósito em cada passo.
Porque quando o “eu” desperta,
tudo ao redor se alinha.
— Purificação
Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.
A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.
Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.
E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.
Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.
A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.
É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.
Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”
Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:
“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”
A arte mais linda que já li mora na inocência das crianças.
Eu, como poetisa, não vejo o mundo como todos veem. Eu leio o mundo poeticamente.
Ser poeta é um ato de desordem. É um ato de coragem. Ser poeta não é apenas escrever e esperar que o leitor se encante com suas palavras. Ser poeta é ler a vida, é escutar a alma das coisas, é perceber o que os olhos distraídos não enxergam.
As crianças vivem isso sem esforço. Elas não escondem sentimentos. Elas choram, riem, pintam, cantam. Elas são intensas. Elas são presentes que a vida nos dá todos os dias. Os adultos, nós, nem sempre conseguimos ver a arte que elas fazem com as mãos, com os olhos, com o silêncio do corpo.
Elas não fingem. Elas se entregam. Elas vivem a arte como se a vida dependesse disso — e, de certa forma, depende.
Eu vejo isso. Eu sinto isso.
E posso dizer, com toda a simplicidade que a verdade permite: a arte mais bonita que já li veio de uma criança.
E, se prestarmos atenção, poderemos aprender com elas. Aprender a sentir a vida de verdade, sem máscaras, sem pressa, sem medo de ser intenso. Aprender que a beleza não está em objetos caros, nem em grandes feitos. A beleza está no que damos de nós, no que sentimos, no que ousamos deixar nascer.
As crianças nos lembram disso. Sempre lembram. E talvez, se aprendermos a escutá-las, possamos nos tornar um pouco mais humanos, um pouco mais poéticos, um pouco mais vivos.
Que vontade é essa de ser o que ainda não sou?
Que desejo é esse de estar onde ainda não estou?
Que ansiedade é essa de um lugar para qual eu vou?
Que desejo é esse de conhecer o destino que aqui me levou?
Que vontade é essa de alcançar o infinito?
Que desejo é esse de encontrar-se com o Bendito?
Que vontade é essa de reter as águas que correm pelas mãos?
Que desejo é esse de não aceitar da vida os Nãos?
Que vontade é essa de correr para além do horizonte?
Que desejo é esse de rever os que estão já tão longe?
Que vontade é essa de voltar o tempo?
Que desejo é esse de alcançar o vento?
Que vontade é essa de explicar a tudo?
Que desejo é esse de fugir do luto?
Que vontade é essa de não ser o que hoje sou?
Que saudade é essa por tudo que o tempo levou?
Que vontade é essa de Te fazer tantas indagações?
Que desejo é esse de cruzar as constelações?
Que vontade é essa de tocar Tuas vestes?
Que desejo tenho pelos campos celestes?
Que vontade é essa de conhecer universos distantes?
Que desejo é esse de eternizar momentos marcantes?
Que vontade é essa de pisar no teu sagrado monte?
Que desejo é esse de beber mais da Tua infinita fonte?
Em meio às muitas perguntas nesta efêmera vida
Quando tudo parece esvair-se tal qual fumaça
Meu coração se enche de uma gratidão devida
Desejoso sempre da Tua infindável Graça.
E como um incansável caminhante e eterno peregrino
Desejo que Tu seles, bondosamente, o meu derradeiro destino
Quando lentamente a vida for se esvaindo do seu corpo, não se atreva a lamentar, se não viveu;
Apenas aceite as consequências do fato de haver escolhido ser triste ou retome os passos sobre seus próprios pés e vá em busca daquela alegria infantil que te permitia rir por nada.
Deite-se na relva, role na grama e redescubra a criança que você deixou no meio do caminho, traga ela para fora e se permita voltar a sonhar, os sonhos incríveis que sua meninice dividiu com você.
COERÊNCIA
As coisas que não disse...
O que escondi dentro de mim...
O segredo da verdade...
Ou a mentira já no fim...
O tempo já dormia...
Quando se lembraram de mim...
O sol já brilhava...
Como convite de marfim...
Mas as coisas que não disse...
Continuam dentro de mim...
A vaidade nos atrai...
Mas escolhi ser assim...
António José Ferreira
Apenas Seguir em Frente
Às vezes, a vida acende faróis dentro do peito.
Não são estrelas são lembranças que aprenderam a brilhar
mesmo depois de terem sido apagadas pelo tempo.
Caminho lento, passo fundo, silêncio entre respirações,
e descubro que a coragem não é grito
é o sussurro que diz continue
quando tudo dentro de nós quer desistir.
O tempo não volta, mas ensina.
A dor não some, mas molda.
E o coração, teimoso, insiste em florescer
mesmo depois de enfrentar o mais rígido inverno.
Há dias em que parece impossível permanecer de pé,
e mesmo assim, algo nos empurra para frente.
Um sonho, uma fé esquecida,
ou simplesmente o desejo de não deixar o mundo nos quebrar.
Caminho por dentro de mim,
como quem caminha por uma cidade antiga,
onde cada rua é uma memória
e cada porta fechada revela um aprendizado.
Eu me reencontro nas pequenas coisas:
um raio de luz entrando pela janela,
a brisa que toca o rosto e diz que tudo passa,
ou o abraço de alguém que não tenta consertar nada,
apenas fica.
A vida não exige pressa.
Exige presença.
Exige que, por um instante,
eu permita sentir sem pressões,
sem máscaras, sem medos.
E quando o mundo pesa,
e os ombros doem,
eu me lembro:
até o oceano tem dias de calmaria.
Hoje, escolho seguir.
Mesmo sem mapas, sigo.
Mesmo sem certezas, sigo.
Porque existir já é uma forma de vitória,
e continuar, apesar de tudo,
é um ato silencioso de coragem.
“Welwitshia”
Ainda que não haja sol,
eu sei que não estarei só.
Nada me impedirá, de só,
contigo ficar.
Imaginar um futuro sem ti,
nada mais é do que um abismo sem fim.
Ganhaste o meu respeito e a minha admiração, e lá mais a frente
levaste contigo tambem o coração.
Rico me sinto por ter-te,
Desesperado sinto-me quando não vejo-te.
Ouço a tua voz quando não lá estás,
vontade de muitas ter,tinha lá atrás, e hoje!
Apenas uma presença me satisfaz.
Junto de mim sempre! Eu te quero ter,
não ver-te é como tirar-me o amanhecer.
“Temer a morte não deve impedir de viver.
Cada instante é uma chama única que não volta,
cada respiração, um presente que insiste em existir.
Não é na fuga do fim que encontramos sentido,
mas na coragem de sentir, sorrir, errar e amar.
Viver é aceitar que o tempo passa,
e, mesmo sabendo do seu fim, dançar na luz do agora.”
Altair M.da Silva
Há muita elocubração precedente a praticamente tudo que escrevo,
mas não exponho em palavras como se dá este processo,
pois isto poderia ser maçante para o leitor.
Deixo isto para os filósofos. Eu sou apenas um poeta.
E se por vezes pareço por demasiado didático ou sentencioso,
o faço de propósito e com propósito.
Se tomarem minhas palavras para si
e fizerem bom uso do que digo, fico feliz.
Se acaso alguém discordar, valeu a provocação.
Só não vale dizer que minhas palavras são rasas ou superficiais,
porque não tenho responsabilidade sobre a preguiça ou inépcia mental de cada um.
Lua
Lua, faz dias que não te vejo.
Dias nos quais me encontro sem o teu brilho.
Sinto falta da tua companhia,
falta dos momentos nas noites mais densas
e frias.
Minha lua,
minha querida Lua...
Você se escondeu entre as nuvens
e me deixou.
Me deixou vagando pela noite,
procurando conforto
no frio
e nas memórias
que um dia já me aqueceram.
C.
Diante da dificuldade a vida me dá motivo de respirar mas uma vez
Não é pela vida mas sim pelas batalhas que eu enfrento todos os dias desde que o sol nasce e morre !
Eu luto, faça chuva faça sol eu não baixo a cabeça
Fico de cabeça erguida sigo em frente.
Antras não volto porque é passado
A vida é isso aí talvez você diga eu mereço
Morrer porque não faz sentido eu sofrer tanto assim.
Assim e a batalha de um grande conquistador na realidade a vida não é nada fácil também não é nada Dura!
É mesmo esse cruzamento entre Facel e o Difícil
Onde em meio termo posso assim dizer só a fé nos comove e próspera diante dessa dificuldade.
Somos campeões
Somos Inspirações de uma nova geração que irá nascer dentro de um minuto.
Obrigado Deus pela A vontade de Espremer os meus pensamentos.
Está tudo bem, amor.
Eu entendo que a minha situação não nos favorece.
Sei que o meu jeito acaba te trazendo insegurança.
E também compreendo que se entregar a essa paixão pode machucar.
Posso imaginar o quanto deve ser difícil para você aceitar tudo isso.
Não combina com o seu coração, com o seu caráter.
Por isso, eu te peço perdão.
Você merece alguém livre, inteiro, que te faça tocar o céu com um beijo.
Alguém presente em todos os momentos possíveis.
Você merece ser amada por completo, sem vírgulas, sem pausas, sem ponto final.
Merece ser o motivo do sorriso de alguém.
Merece ser abraçada sem medo, amada sem dúvidas.
Merece ser feliz.
E eu, mesmo aqui, ainda torço para que seja.
Mas… às vezes eu me pergunto, em silêncio, se um dia o tempo vai nos devolver.
Se essa história que começou tão intensa ainda não terminou de ser escrita.
Se, lá na frente, quando tudo estiver no lugar,
a gente ainda vai se reconhecer pelo olhar.
E se for nós, amor?
E se ainda tiver algo esperando por nós dois?
Eu não sei.
Quem sabe, um dia, sejamos nós o sorriso que aparece sem motivo.
O abraço apertado no fim do dia.
Quem sabe, amor, sejamos o “bom dia” um do outro.
Quem sabe sejamos a paz depois de tanta tempestade.
Quem sabe sejamos felizes, do nosso jeito, no nosso tempo…
Quem sabe.
Alá
Alá não tem nada a ver com o Deus verdadeiro! Alá vem do paganismo antes do Islamismo! Era um Deus entre outros falsos Deuses! Não tem nada do Deus da Bíblia! Não tem nada a ver com Judaísmo ou cristianismo. Alá era como os deuses da mitologia grega e Romana! Enfim é mais um Deus falso!
Almas Mais Escuras
As almas mais escuras não estão no abismo,
Não queimam no inferno, nem vivem no exorcismo.
Elas andam entre nós, silenciosas e caladas,
Ocultas na rotina, em vidas disfarçadas.
São sorrisos falsos, olhares vazios,
Corações que carregam segredos sombrios.
Na multidão, se perdem, invisíveis, sutis,
Suas dores profundas, sem fim, sem perfis.
Carregam fardos pesados, invisíveis ao olho nu,
Em um mundo de sombras, onde a luz não vem, não flu.
Masculinam sorrisos, mascaram o tormento,
Navegam em mares de dor, sem alento.
Cada passo é um eco de angústia e temor,
Almas perdidas, sem brilho, sem cor.
Silenciam seus gritos, sufocam seus ais,
Vivem entre nós, mas se sentem jamais.
Não é o inferno que as consome, mas a vida cotidiana,
Onde suas sombras dançam, uma dança insana.
As almas mais escuras estão ao nosso lado,
Caminham em silêncio, num eterno fado.
eu aprendi a te amar
mas isso não tinha como funcionar
ontem eu pensei em você
hoje eu quis te ligar
e sua ausência vem me causado tanta confusão
tantas perguntas ao invés de respostas
você nem ao menos me deixou um bilhete
dizendo que ia sair fora
só levou meu coração,
alguns poemas e minha paz
eu tentei te dizer que não queria ir embora
e no fim, quem foi?
*você*
e eu fiquei aqui
no mesmo lugar onde você me deixou
onde dividimos noites e ideias
sonhos e metas
trocavámos cartinhas e os carinhos cheio de promessa
meus olhar era só pra você
tu era meu beijinho de melancia o ponto alto do meu dia
nós era tudo
tudo baby
te dei amor e uma parte do meu coração
mas cê não quis
*me diz:
você ainda pensa em nós??*
eu admito
eu sinto sua falta!
fiz de tudo para isso funcionar
me entreguei
-- eu não te amei, eu fui além
saudade do abraço que quase dava nó
talvez em um outro momento a gente ainda vá se encontrar?!
MARIA SERÁ UMA SANTA - JoãoNunes Ventura-11/2025
Maria não necessita ser um anjo
Anjo do bem que do céu desceu,
Se ela me olha e ri eu me arranjo
Fascinado no olhar que é só seu.
A boca linda em contorno de rosa
Cabelos anelados belas madeixas,
Face inocente tão meiga formosa
Na solidão minhas doídas queixas.
Maria bailando canção de amores
Veste branca a passada não erra,
Vai desfilando por entre as flores
Cantando como um anjo da terra.
Lá vai Maria brincando e sorrindo
Eu a contemplo com tanta beleza,
Desce ladeira correndo vem vindo
Pelos verdes campos da natureza.
Hoje tão pura ela dança e alucina
Voz de uma canção que ela canta,
Um dia Maria a contente menina
Deixa de ser anjo será uma santa.
Não Vejo-Me Aqui
Ao emanar a fumaça do cigarro, sinto que estou me livrando da angústia que há em mim.
A melancolia me corrói,
é angustiante, me destrói.
Não vejo-me aqui,
Desejo desistir.
Um sentimento indescritível,
Uma dor interna horrível.
Tenho um corpo funcional e limitado.
Dor, angústia, agonia, tormento.
Penso: é uma condição mental?
Um acontecimento anormal?
Sinto-me desconfortável constantemente.
É… essa é a vida que eu levo e sou consciente.
Meu corpo é uma anomalia.
Nada faz sentido, nada.
Só sei que fumar, me automedicar, me alivia.
— Lorenzo Almeida (24.10.24).
Passado.
Fugir do passado é impossível
tal como fugir do abraço da morte. Eu tento; mas não consigo, o passado sempre me enlaça, me alcança, estás aqui, ali e no meu próximo passo. O passado estás nos bancos da orla, no degustar de um vinho barato, no olhar daquelas garotas — que ficastes no passado. Pela eternidade estarei lutando para esquecer, mesmo sabendo que perderei esta dura batalha. Afinal, vivi, toquei, fui tocado, beijei, fui beijado, abracei, fui abraçado, senti cada suspiro, olhar, intenção ao meu lado. Jamais escaparei, no futuro, deste incompreendido passado.
— Lorenzo Almeida.
Voltei a lugares que não me cabiam mais
Por não compreender que não deveria ter nunca os abandonado.
Percorri grande parte do caminho de minha vida por atalhos curtos
Que me levaram a tantos lugares errados,
Por achar que seguir o caminho mais longo e seguro
Era muito fácil e monótono.
Deixei de visitar pessoas por não querer companhia
Até descobrir que ficar sozinho por escolha
Nunca será solidão de verdade.
Aprendi, aos poucos, que o tempo não bloqueia nenhuma porta — apenas muda a chave.
E que às vezes sou eu quem precisa crescer
E parar de tentar forçar as fechaduras.
Entrei em conversas que evitava por medo de me expor,
Através de minhas verdades,
E vi que a honestidade, mesmo desconfortável,
Afasta de nós aqueles que não sabem lidar
Com suas próprias mentiras.
Recordei de pequenos rituais que haviam ficado no meu passado:
Escrever sem temas específicos,
Caminhar sem destino,
Ouvir músicas antigas.
Esses gestos me levaram a reencontrar
Um eu esquecido pela correria do meu presente.
Hoje percebo que perder-se teve uma função:
Ensinar-me a valorizar o tempo —
Nos segundos que voam ou nas horas que demoram.
E que voltar não é regressar ao mesmo lugar —
É trazer experiências e companhias novas,
E preencher de cores e beleza
Tudo o que antes foi apenas uma simples paisagem.
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