Nao Consigo te Odiar

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Você será odiado por saber e perceber demais, mas não fique calmo
ou ache-se esperto.
Às vezes quem vai te odiar, é quem mais você ama.

"O verdadeiro soldado luta, não porque odeia o que está à sua frente, mas porque ele ama o que está atrás dele."




(Preto joia)

Meu silêncio tem maturidade,
Para não reagir e nem responder qualquer barulho.

Determine os seus objetivos e aprenda que:

1) Só intensidade não é suficiente para alcançá-los;
2) É a CONSISTÊNCIA que realiza e ajuda a mantê-los!
3) Priorize os bons hábitos, e assim os bons resultados serão constantes!

(Aline M. Abdalah)

Hô Mãe que saudades ( Para quem não tem mais a mãezinha aqui na terra)


"Dizem que o céu ganhou uma estrela, mas eu sinto que ganhei um anjo da guarda. Você foi meu porto seguro em meio às tempestades e a mestra que me ensinou a caminhar com integridade. Hoje o coração dói de saudade, mas encontro paz ao olhar para cima e saber que seu olhar continua zelando por nós. Obrigado(a) por ser minha base, meu amor eterno."




----------- Eliana Angel Wolf

"Há quem deseje a capa do super homem para salvar a si mesmo e não o mundo."

No palco da democracia, até as ideias minoritárias importam; se assim não for, o palco vira picadeiro e o povo, palhaço.

No Brasil, a política não imita a arte; promove a encenação e repassa a conta ao público.

ENTRE DOIS AMORES, O RASGO INVISÍVEL DA ALMA.
Há uma dor que não nasce da ausência, mas do excesso. Não é a falta que dilacera, mas a coexistência de dois afetos que se recusam a morrer dentro do mesmo coração. Amar dois seres é habitar uma encruzilhada onde cada passo é uma perda irreparável.
O rompimento, nesse cenário, não é apenas uma decisão. É uma amputação íntima. Ao escolher, não se abandona apenas alguém. Abandona-se uma possibilidade de si mesmo. Uma versão da própria existência que jamais se cumprirá. E isso pesa. Pesa como aquilo que poderia ter sido e não foi.
Entre dois amores, não há inocência. Há consciência aguda. Cada gesto torna-se cálculo moral. Cada silêncio, uma confissão. A alma divide-se entre o dever e o desejo, entre o que acalenta e o que incendeia. E, no instante da ruptura, nenhum dos lados vence. Ambos deixam marcas.
A dor que surge não é simples saudade. É uma espécie de eco contínuo. O amor que permanece não desaparece. Ele se recolhe, torna-se subterrâneo, mas continua a existir como uma presença velada, insistente, quase espectral. E aquele que parte carrega consigo duas ausências. A de quem deixou e a de quem nunca poderá ser plenamente.
Há, porém, um rigor inevitável nesse processo. A vida não sustenta indefinidamente duas verdades afetivas em conflito. Em algum momento, a realidade exige unidade. E essa unidade cobra um preço. Romper é aceitar esse preço sem garantias de alívio imediato.
Com o tempo, a dor não desaparece. Ela se reorganiza. Deixa de ser ferida aberta e torna-se memória estruturante. Ensina sobre limites, sobre responsabilidade emocional, sobre a gravidade de envolver destinos alheios em nossas próprias indecisões.
E talvez a compreensão mais difícil seja esta. Amar, em sua forma mais elevada, também exige renúncia. Não apenas do outro, mas de si mesmo enquanto centro absoluto do desejo.
Porque entre dois amores, não se escolhe apenas quem fica.
Escolhe-se quem se terá coragem de perder para sempre.

Senhora de toda a poesia


Somos de muito longe,
mas não distantes,
Não importa o quanto
tempo demore,
Estamos do lado de dentro
no coração e no pensamento.


O quanto deverei
caminhar e quantos
degraus irei subir,
Não intimida
e nem desmotiva.


A minh'alma feminina
pela tua se encantou,
deseja ser cativa,
e senhora de toda a poesia.

Os alunos de ontem tinham valores, por isso valorizavam o que tinha valor.
Os alunos de hoje não têm valores, por isso não sabem valorizar o que tem valor.


Nazareno Cordova Borges

A ingratidão está presente na vida de todas as pessoas que não têm uma vida de intimidade com Deus.

Ser detentor de cargos e títulos não significam crescimento espiritual. O verdadeiro crescimento espiritual é quando crescemos em um relacionamento de intimidade com Deus. Muitos confundem essa questão.

Quem persevera em oração não perde - é transformado enquanto Deus cumpre o Seu propósito.

Quando Deus não é o centro da oração, nossos desejos deixam de refletir a vontade d’Ele.

A alegria cristã não é ausência de dor, mas a presença constante de Deus sustentando o coração em qualquer circunstância.

Não vivemos só de pão, mas da Palavra de Deus - escrita nas Escrituras e viva em nós quando o Espírito a aplica ao nosso coração.

Por mais absurdo que possa parecer, a mídia também dá palco aos que não confirmam nossos vieses — sobretudo àqueles que a demonizam.

Precisamos entender que ela se alimenta de ruídos.

E talvez seja justamente aí que reside o desconforto mais profundo: na constatação de que o barulho não é um acidente, mas um combustível.

Aquilo que nos irrita, que contraria nossas certezas ou que parece flagrantemente equivocado não apenas ocupa espaço — muitas vezes é alçado ao centro do palco.

Não necessariamente por compromisso com a verdade, mas pela força gravitacional do conflito.

Há, nesse jogo, uma espécie de pacto silencioso entre emissor e receptor.

De um lado, a mídia que amplifica vozes dissonantes, polêmicas e até contraditórias.

Do outro lado, nós, que reagimos — com indignação, aplauso ou desprezo — mas, ainda assim, conscientes ou não, reagimos.

E cada reação, por mais crítica que seja, retroalimenta o ciclo.

O ruído se transforma em relevância, e a relevância em permanência.

Isso não significa, porém, que estejamos diante de uma conspiração unidirecional.

É muito mais incômodo do que isso: trata-se de um ecossistema onde interesses comerciais, algoritmos e comportamentos humanos se entrelaçam.

A mídia expõe, mas também responde.

Ela não apenas molda o debate — ela o segue, o mede e o reproduz conforme sua capacidade de engajamento.

O verdadeiro risco talvez não esteja em dar voz ao contraditório, mas em reduzir o contraditório a espetáculo.

Quando ideias deixam de ser confrontadas com profundidade e passam a ser apenas exibidas como faíscas de atrito, perde-se o sentido do diálogo.

O ruído substitui o argumento, e o impacto substitui a reflexão.

Diante disso, a responsabilidade não pode ser terceirizada.

Consumir informação exige muito mais do que concordar ou discordar — exige discernir.

Nem todo palco é um endosso, mas toda audiência é uma escolha.

E, no fim, talvez a pergunta mais honesta não seja por que a mídia amplifica o ruído, mas por que nós insistimos em escutá-lo como se fosse melódico.

Criado sem limites, cresce sem medida: torna-se alguém que não suporta o “não” e, para dizer “sim” a si mesmo, não hesita em ferir o outro.

Não me cobre coerência,quando faço
coisas fora do meu normal,tô agindo
na loucura da inocência.