Nao Consigo te Odiar
Todo grande amor traz consigo o cruel pensamento de matar o objeto do amor, para subtraí-lo de uma vez por todas ao sacrílego jogo da mudança: pois o amor tem mais receio da mudança que do aniquilamento.
Só aquele que, na solidão, sabe ser rigoroso e justo consigo mesmo – e contra si mesmo – é capaz de julgar os outros com justiça, em vez de se deixar levar pelos gritos da multidão, pelos estereótipos da propaganda, pelo interesse próprio disfarçado em belos pretextos morais.
Eu consigo perdoar quem me machuca… mas perdoar as pessoas que machucam quem eu amo, é uma coisa que eu ainda não aprendi.
"Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar"
Tempo...passa. E leve consigo, minhas angústias, tristezas, dúvidas e decepções...e me deixe renovada!
"Por mais que sinta uma apatia eclodindo dentro do meu peito nunca consigo de fato parar de me importar..."
O casamento é uma questão de honra. O casamento é uma luta. Às vezes, uma luta apenas consigo próprio. O matrimônio possui, necessariamente, um toque de heroísmo. Na guerra, a lealdade perdura inclusive na derrota, ou até mesmo na desgraça. Precisamente no momento em que a bandeira está quase sucumbindo é que se deve lealdade. Já se aplica esse princípio à bandeira nacional. Trata-se, portanto, de saber se é ou não uma atitude sábia aplicá-lo à família.
Ninguem consegue ver o futuro eu consigo ver opçoes e tragetorias o tempo e como um rio que se divide em afluentes e tambem em lagos ou se desagua em cachoiras
eu tenho o mapa e conduzo o barco
Querendo menos, consigo mais. Buscando sempre, alcanso tudo. Sonhando o amanhã, conquisto logo o hoje. Vivendo alegre, desfruto a felicidade.
A LARGATIXA
Um conferencista compareceu ante o auditório superlotado, carregando consigo um pequeno fardo. Após cumprimentar os presentes, em silêncio, enfeitou uma mesa forrada com toalha branca de seda, com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas.
Em seguida apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e os distribuiu sobre a mesa com graça.
Logo depois, diante do assombro de todos, em meio aos demais objetos, colocou uma pequenina lagartixa, num frasco de vidro.
Só então se dirigiu ao público perguntando:
- O que é que os senhores estão vendo?
E algumas vozes responderam discordantes:
- Um bicho!
- Um lagarto horrível!
- Uma larva!
- Um pequeno monstro!
O conferencista então considerou:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Os senhores não enxergaram o forro de seda branca que recobre a mesa. Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume. Não perceberam as pérolas, nem as outras preciosidades. Mas não passou despercebida aos olhos da maioria, a pequena lagartixa...
E, sorridente, concluiu:
- Me pediram para subir a este palco para falar sobre crítica, portanto, nada mais tenho a dizer.
Quantas vezes não nos temos feito cegos para as coisas valorosas da vida e das pessoas? Se seu filho mostra seu boletim escolar repleto de boas notas, mas com apenas uma nota baixa em determinada matéria, qual é a sua reação? Você enfatiza e elogia as notas boas, ou reclama da nota baixa? Quando agimos assim, sem perceber, podemos estar contribuindo para a formação de uma geração que será caracterizada pelo que não é, e não por aquilo que é.
E assim acontece em muitas situações da nossa vida; em vez de focarmos nas flores e nas perolas, colocamos nossa atenção na “lagartixa”.
Tente substituir a crítica pelo elogio e pelo reconhecimento. Você vai perceber que isso tornará a vida de todos, e principalmente a sua, muito melhor!
Colaboração enviada por: Olavo Matias
A liberdade é seu jardim secreto. Sua pequena conivência para consigo mesmo. Um sujeito preguiçoso e frio, algo quimérico, razoável no fundo, que malandramente construiu para si próprio uma felicidade medíocre e sólida, feita de inércia, e que ele justifica de quando em vez mediante reflexões elevadas. Não é isso que sou?
