Nao Consigo te Odiar
A mais linda das musas
Se eu digo que você é linda, não deve me agradecer,
Aos seus pais, sim, deve gratidão,
Se a vejo como uma linda, só prova o meu bom gosto,
E te digo, é muito bom poder ter o privilégio de te contemplar.
Ah! Se os outros poetas a vissem agora!
Só queria ver a face de espanto deles.
Eles a olhariam, olhar-se-iam, ficariam mudos.
Sim, você é tudo que um poeta quer.
Alguns poetas, invejosos que são, logo diriam:
Claro, com uma musa especial assim,
Qualquer pessoa faria obras-primas
Inspirados nos encantos seus.
Mas claro, não existem poetas invejosos.
Sim, eles têm razão,
Toda razão faz-se presente no que foi dito por eles,
É, você é o mais lindo de todos os poemas!
Ah, ainda bem que o poema acabou,
Eu iria me apaixonar
Não sinto mais impulsos amorosos. Posso sentir impulsos afetivos, ou eróticos - mas amorosos, sinceramente, há muito tempo. É estranho, e não me parece falso, mas ao contrário: normal. Era assim que deveria ter sido desde sempre. E não se trata de evitar a dor, é que esse tipo de dor é inútil, é burro, é apego à matéria. Sei lá. E não sei se me explico bem."
Em um país em que os jovens não sabem quem foi Enéas Carneiro,mas aplaudem Inês Brasil,eu espero mais nada!
Não desperte nos outros algo que você não pretende corresponder.
Não use o potencial de quem te ama em proveito de si próprio.
Não brinque com os sentimentos alheios.
Não seja covarde.
Joseph Conrad uma vez escreveu: "Quem sabe o que felicidade verdadeira é? Não no sentido convencional, mas no terror puro. Para os solitarios ela usa uma máscara. O indigente mais miseravel abraça alguma memoria ou um pouco de ilusão".
Triste é quem fica o tempo todo a pensar na vida que passa despercebida, por não ter sido bem vivida.
Dizem que temos direito a vida... Vida? Eu penso que não. Todos têm o direito de “nascer”, viver não é um direito que nos é concedido; é uma necessidade.
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
Não importa se você faz certo ou errado. As pessoas sempre vão encontrar um motivo para te criticar.
