Nao Consigo te Odiar
Não vás tão docilmente nessa noite linda
Que a velhice arda e brade ao término do dia
Clama, clama contra o apagar da luz que finda!
Embora o sábio entenda que a treva é bem-vinda
Quando a palavra já perdeu toda a magia,
Não vai tão docilmente nessa noite linda.
O justo, à última onda, ao entrever, ainda,
Seus débeis dons dançando ao verde da baía,
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.
O louco que, a sorrir, sofreia o sol e brinda,
Sem saber que o feriu com a sua ousadia,
Não vai tão docilmente nessa noite linda.
O grave, quase cego, ao vislumbrar o fim da
Aurora astral que o seu olhar incendiaria,
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.
Assim, meu pai, do alto que nos deslinda
Me abençoa ou maldiz. Rogo-te todavia:
Não vás tão docilmente nessa noite linda.
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.
Nota: Versão em português do poema "Do not go gentle into that good night". Tradução: Augusto de Campos
...MaisÉ livre aquele que tem em si mesmo o princípio para agir ou não agir, isto é, aquele que é causa interna de sua ação ou da decisão de não agir.
As pessoas mais interessantes são as mais simples, por não terem a arrogância em se achar superior a ninguém.
''É com elas que eu me identifico.''
Por que ter vergonha? Me diz. Nossa... Você é linda, tem um corpo bonito. Não precisa ficar assim. Se solte, fique a vontade, se não eu também vou começar a ficar sem graça.
Ei! Me olha! Você não precisa ter vergonha de mim, eu gosto de você. Vem cá, chega mais perto. Relaxe, fique a vontade. Não vou fazer nada que você não queira. Pode confiar em mim.
O maior risco é não correr riscos, não dá para ficar sem correr nenhum risco, senão você não faz nada.
Você não ama ninguém
Nem me deixa ir além
Eu tenho medo de te perguntar
O que a gente é
Você abala minha fé
Com os olhos inundados de lágrimas eu disse: Se eu fiz tudo por você e você não me ama, então quem me amará?
Ele me olhou com piedade e falou: Alguém. Alguém um dia vai te amar.
Na minha cabeça eu sou sempre o melhor. Eu não me importo com o que as pessoas estão pensando, o que elas dizem. Na minha cabeça, não apenas este ano, mas sempre, eu sou sempre o melhor. Eu sempre vou dizer isso, na minha área acho que sou o melhor.
Cansei.
Acho que cansei, não aguento viver assim. De migalhas. De restos de um falso amor.
Os sintomas já desapareceram completamente. O coração não dispara, a bochecha continua em sua cor natural, as mãos não suam. Não me senti boba, estou atenta. Suas palavras não me dominam e deixam sem ação, elas encontram respostas rápidas e secas. Não acho seu sorriso tão lindo como antes.
Não quero desmerecer suas qualidades ou cuspir no prato que comi. Você teve seus – raros – momentos de cavalheirismo. Aprendi muita coisa contigo, principalmente o que não fazer. Alguém precisava gostar, amar, decepcionar e escrever um texto.
Nunca imaginei que seria eu que terminaria com isso, mas acho que me curei.
Sabe qual foi o antídoto? Amor-próprio.
Não fomos feitos para caber numa receita puritana encomendada para domesticar e padronizar o mundo. O discurso do politicamente correto é um crime contra as nossas nações, contra originalidade e a diversidade dos nossos povos.
(na Conferência do Fronteiras do Pensamento 2012)
Ao ateu, não diria que sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho direito de fazer juízo sobre a honestidade dessa pessoa.
Se eu te conhecer dez vezes, vou gostar de você em oito das dez. Em duas eu vou dar a sorte de não estar prestando atenção.
Aquele que não quer pensar é um fanático; aquele que não pode pensar é um idiota; aquele que não se atreve a pensar é um covarde.
