Não Confio em Amigos
Dizem que, é na pobreza financeira que se conhece os amigos de mentira, mas também é quando os conhecerão realmente.
Amigos não servem para nos servir, amigos nos servem para servi-los, sem esperar que nos sirvam. Quando todos pensarem assim, tudo se servirá.
Ano Novo.. vida nova...
Isso eu digo que é pra tudo..
Amores..amigos.. emprego ... vida..
Vire a página...recomece do zero..
Siga em frente sempre...
Todo dia é dia de mudar...
Você não é mais a minha prioridade ..desde aquele dia que você priorizou amigos , festas , bobagens ... um dia a maturidade chega ... ai vai pezar com certeza as escolhas ... e quando pensar em correr atrás.. nem perca tempo ... estarei ocupada demais priorizando quem me prioriza ....
Ouve os amigos ..ouve as piadas no emprego... ouve a mãe, ouve a rádio ..só não ouve a fala da mulher dentro de casa... depois de alguns anos a gente perde a voz... os companheiros não tem ouvidos pra nós... ai a gente faz o que ? Cansa ..para de falar ... e vai chorar as mágoas para quem quer ouvir...no caso , sempre outra pessoa... tem sempre alguém de braços abertos pra gente... enquanto o amor da vida da gente nos vira as costas... é lei .. é realidade, é fato ... sempre assim feito aquele ditado enquanto um desdenha.. o outro quer comprar
Tu conta nos dedos os verdadeiros amigos... tu grava no coração os verdadeiros mãos chegados que irmãos. . Não é multidão que te faz conhecido ... não são números que te fazem melhor amigo.. o que conta de verdade na real ..é quem está contigo nos momentos de aflição... nos apertos da vida.. quem te levanta do chão... quem segura sua mão... que não te abandona de jeito nenhum ! Esses você são quem são!!! 😉
Seus amigos ficarão por perto enquanto você caminha pelo sol, mas irão te deixar quando você passar pela sombra.
Aproveite os bons momentos com os seus amigos. Celebre as conquistas, a juventude e as alegrias ao lado deles.
Mas lembre-se de que quando você estiver passando por tempos difíceis, estará sozinho.
E é importante estar preparado, porque as longas caminhadas por ruas escuras, costumam ser muito solitárias.
Uma coisa que aprendi na vida, é que a grande maioria dos amigos, pelos quais você desenvolveu um grande carinho e acredita que nunca vão te abandonar, serão os primeiros que vão te deixar nos momentos de dificuldade.
É muito fácil ter vida social quando você está vivendo uma fase boa, em que o riso é farto e há intensos momentos de celebração. Difícil é ver essas mesmas pessoas ao seu lado, quando você passa por uma crise pessoal forte e percebe que aqueles amigos das festas, te abandonaram e seguiram a vida sem você.
Aliás, pior é ainda é quando eles nem sequer se perguntam como você está. Infelizmente, isso é um fato e acontece com todo mundo. No momento em que você mais precisar, irá se encontrar sozinho.
Mas ao mesmo, aceitar esse fato é um sinal de sabedoria e resiliência: seu amigos estarão por perto quando você estiver bem, mas assim que você passar pela sombra, eles irão te deixar.
Se os amigos de Jó tiveram a capacidade de chamá-lo de pecador e seus filhos de 'pecadores', mesmo estando mortos, imaginem o que fariam se fossem inimigos de Jó.
Se os amigos de Jó puderam chamá-lo de pecador e até seus filhos de 'pecadores', mesmo depois de mortos, imaginem o que fariam se fossem seus inimigos.
Os amigos de Jo foram severos com ele, mas, sinceramente, às vezes é preciso que alguém seja firme conosco para que Deus possa revelar o que há de bom e de ruim em nosso coração.
Na minha concepção, sempre disse aos meus amigos e colegas, que não somos nós que devemos trabalhar para as máquinas, mas sim elas trabalharem para nós.
AMIGOS. TÍTULO DE DOAÇÃO SILENCIOSA.
"Já não vos chamo de servos, mas de amigos"
(João 15:15)
" Esse é o título de maior grandeza qual poderíamos esperar receber do meigo Nazareno e pelo mesmo fazermos jus em toda nossa existência no corpo ou fora dele. "
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Dentre os ensinamentos mais elevados e perenes de Jesus Cristo, há um que se destaca pela profundidade ética e pela exigência moral que impõe ao espírito humano. Em dado momento, afirmou o Mestre que “o verdadeiro amigo é aquele que dá a sua vida pela vida do amigo”.
Se tomarmos essa afirmação em sua literalidade rigorosa, seremos forçados a reconhecer a escassez de amigos autênticos na Terra. Pouquíssimos seriam capazes de entregar a própria existência física em favor de outrem. Contudo, o ensino do Cristo não se restringe ao plano biológico. Ele se projeta no campo simbólico, moral e espiritual da vida. Dar a vida não é apenas morrer pelo outro, mas viver para o outro. É dedicar tempo, energia, cuidado, escuta, renúncia e presença. Eis o labor silencioso da amizade verdadeira, tarefa que somente os amigos assumem com naturalidade e nobreza.
Essas amizades profundas, viscerais e estruturantes manifestam-se com frequência no seio da própria família. Não raramente, os maiores amigos dos filhos são seus próprios pais. A mãe que se anula em favor dos filhos, o pai que abdica do descanso, do lazer e do repouso para garantir escola, alimento, vestuário e dignidade. São existências que se doam integralmente, mesmo quando os filhos ainda não possuem maturidade para reconhecer tal grandeza e transformam-se, por vezes, em exigentes inconscientes do sacrifício alheio.
Esses pais representam o arquétipo do amigo maior. Oferecem tudo sem contabilizar retornos, e há um valor pedagógico imenso quando o filho percebe que não há cobrança, apenas entrega. A amizade autêntica percorre esse caminho da gratuidade, onde o amor não exige recibos nem garantias.
Por isso a amizade não se negocia, não se impõe, não se exige. Ela nasce da sintonia, da afinidade moral, da comunhão de sentimentos e da ressonância íntima entre consciências.
Os amigos apresentam-se sob as mais variadas formas. Há amigos religiosos e amigos ateus. Amigos de fé superficial e amigos de convicção profunda. Há os expansivos e os silenciosos, os simples e os sofisticados, os que transitam nos ambientes do prestígio social e os que vivem nas periferias da existência. Não importa a origem, a aparência ou o estatuto. Quando o coração pulsa de modo diferente na presença do outro, quando há alegria mútua no encontro, ali se estabelece a amizade.
A amizade assume relevância singular porque, muitas vezes, permite uma abertura maior do que a existente entre consanguíneos. Há temas íntimos, dores profundas e fragilidades que se expressam com mais liberdade diante do amigo do que no âmbito familiar. Isso não diminui a família, mas enaltece a função terapêutica e fraterna da amizade.
Justamente por isso, a amizade exige respeito. Não é lícito ferir com palavras, humilhar com censuras ou violentar emocionalmente aquele a quem chamamos amigo. Quanto maior o afeto, maior deve ser a delicadeza. A discordância é legítima, mas jamais pode converter-se em hostilidade. O verdadeiro amigo transita livremente na intimidade do outro sem profaná-la.
Ser amigo é, portanto, estar disposto a dar a vida no sentido moral do termo. Daí a amizade aproximar-se da irmandade. O amigo verdadeiro é um irmão de escolha consciente.
Essa alma irmã merece fidelidade. A amizade autêntica manifesta-se na constância, na presença nos dias claros e nos dias sombrios. Existem os chamados amigos ocasionais, que só se aproximam enquanto há vantagens, recursos ou prestígio. Quando a fortuna escasseia ou a visibilidade desaparece, eles se afastam silenciosamente.
Também é preciso reconhecer que, por vezes, nós mesmos falhamos como amigos, procurando-os apenas nos momentos de crise e esquecendo-os nos períodos de estabilidade. A ética da amizade exige reciprocidade contínua, não conveniência circunstancial.
Valorizamos aqueles que permanecem conosco em qualquer clima da vida. A fidelidade afasta a suspeita. Onde há amizade genuína, não deve haver desconfiança sistemática.
É fundamental não confundir amigos com colegas. O coleguismo limita-se ao espaço funcional, ao convívio circunstancial do trabalho, do esporte ou do cotidiano social. A amizade, por sua vez, pressupõe confiança, transparência, abertura e compromisso moral.
Nesse sentido, o ensino do Evangelho de João ilumina a compreensão da amizade quando registra as palavras do Cristo: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto aprendi de meu Pai vos tenho revelado”. Jesus define a amizade pela partilha, pela verdade oferecida sem máscaras, pela sinceridade que não oculta nem engana.
Evidentemente, trata-se de uma linguagem simbólica. O Cristo revelou tudo o que podíamos assimilar, respeitando nossas limitações intelectuais, morais e emocionais. A pedagogia do amor também ensina a dosar a verdade conforme a capacidade de quem a recebe.
Assim deve proceder o amigo. Ele compartilha o que edifica, guarda o que pesa excessivamente e jamais transfere ao outro um fardo que este não possa sustentar.
A amizade é quase irmandade. Ser amigo é ser irmão por afinidade espiritual e escolha ética. Por isso, cabe-nos ampliar o círculo da amizade sincera e reduzir, tanto quanto possível, os espaços da inimizade enquanto caminhamos na Terra, pois cada amigo verdadeiro é uma ponte silenciosa entre o que somos e o que ainda podemos nos tornar.
O pobre é desprezado por todos os seus parentes, quanto mais por seus amigos! Embora os procure, para pedir-lhes ajuda, não os encontra em lugar nenhum.
