Nao Chega aos meus Pes

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Ando, com os meus pés...

Descalços e limpos...

Pois... Não tenho medo dos espinhos da vida...

Nem dos inúmeros desafios...

Não quero estar só

Já não consigo colocar meus pés no chão.
Me sinto sozinha neste mundo,
Mesmo sabendo que não estou.

Não vejo mais o céu como antes.
As estrelas já nem admiro mais.
Ninguém pode me ajudar.

Sinto saudades e falta dos que estão longe.
Ao mesmo tempo não queria que isso acontecesse.
Meu anjo protetor já não está mais aqui.

Onde estão as minhas asas.
Quero voar pra bem longe agora.
Ir embora desta minha solidão.

Espero que tudo volte ao normal.
Que a tristeza suma do meu coração.
E o vazio vague lá pra longe.

Não ando na corda bamba,
meus pés,
mesmo descalços,
estão firmes no chão.
Pra receber a energia da terra,
sintonizada com o céu.
Também
não fico em cima
do muro.
Escolhi o lado onde
brilha o Sol
para todos.
E quem prefere ficar
com o lado sombrio da vida,
favor não me convidar.
Este tipo de música
eu nunca vou dançar!

20/08/2015

Estou aprendendo a amar o som dos meus pés, se afastando de coisas que não foram feitas para mim.

Algemaram os meus pulsos pra eu não poder lutar,
Amarram os meus pés e gritaram: Não vai andar!
Tamparam minha boca disseram pra eu não falar,
Vendaram os meus olhos, eu não pude enxergar.
Esqueceram o ouvido livre, eu ouvi o Rap tocar,
Tive forças, criei asas, consegui me libertar,
Pra quem tem a mente aberta o Rap é asa pra voar.

Dança comigo,
faz os meus pés escorregarem pelo salão.
O espetáculo não acabou, só está começando.
Dance, dance, dance comigo
Amor, estou aqui e quero dançar contigo.

Meus pés afundam na areia
Talvez por causa do peso
Não das correntes
Nem dos cadeados
Nem das chaves
E sim, pelo que está preso à mim

Não importa onde eu esteja, mas sim, onde meus pés estão tocando...

Hoje eu quero meus pés descalços;
quero dançar como se não tocasse o chão.
Quero minh’alma preenchendo os espaços.
Hoje eu quero o mundo na palma da mão...

Que para tudo haja o momento exato.
Que seja possível... Que não haja demora...
Porque eu não tenho a obrigação de ser feliz pra sempre...
desde que eu consiga ser feliz agora.

E ao colocar meus pés na água do mar,
já não sou mais eu, adulto anestesiado,
mentalmente cansado, não sou mais.

Sou uma criança,
Uma típica criança feliz à brincar,
chuto as ondas, corro, mergulho,
boio, pulo, caio e até me arranho,
Planto bananeira para sentir
o vento nos pés.

Visto-me de algas/almas marinhas
e prossigo a dançar.
Transformo-me em peixe, sereia, tritão,
Tento abraçar infinitamente,
toda vastidão desse belo mar.

Que meus pés não permitam
que eu me perca pelo caminho.
Que eu possa seguir, em meio
às dificuldades sem perder a
confiança.
Que meus pensamentos sejam
firmes, em direção da verdade.
Que eu não desvie do caminho
mesmo que a tristeza ronde
meu coração.
E embora as vezes passe por
terras barrentas minha alma
continua limpa.
Quero andar em meio a luz
e se sombras aparecerem
que sejam apenas das árvores
para descansar meu corpo da
longa jornada.

Posso caminhar olhando para as estrelas, mas os meus pés não saem do chão.

Meus pés não tocam mais o chão.
Meus olhos não veem a minha direção.
Da minha boca saem coisas sem sentido.
Você era meu farol e hoje estou perdido.

O sofrimento vem à noite sem pudor.
Somente o sono ameniza minha dor.
Mas e depois? E quando o dia clarear?
Quero viver do teu sorriso teu olhar.

Eu corro pro mar pra não lembrar você.
E o vento me traz o que eu quero esquecer.
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar.
Nos teus braços é o meu lugar.
Contemplando as estrelas, minha solidão.
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz, sem ar...

Perdi o jogo, tive que te ver partir.
E minha alma sem motivo para existir.
Já não suporto esse vazio quero me entregar
Ter você pra nunca mais nos separar

Você é o encaixe perfeito do meu coração.
O teu sorriso é a chama da minha paixão.
Mas é fria a madrugada sem você aqui.
Só com você no pensamento.

Eu corro para o mar pra não lembrar você.
E o vento me traz o que eu quero esquecer.
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar.
Nos teus braços é o meu lugar.
Contemplando as estrelas minha solidão.
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz...

Meu ar, meu chão é você
Mesmo quando fecho os olhos
Posso te ver...

Eu corro pro mar pra não lembrar você.
E o vento me traz o que eu quero esquecer.
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar.
Nos teus braços é o meu lugar.
Contemplando as estrelas minha solidão.
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz
sem ar

“Corro o passado.
Com os meus pés descalços.
E sempre passo.
Onde eu não quero ir.
E ver que tento.
Juntar os pedaços.
Mas e difícil.
Sem você aqui.”

Aprendi da importância de não dar muita importância
Ficar com os meus pés no chão
Aprendi que viver cansa, mesmo vivendo na França
Mesmo indo de avião
Aprendi que a desavença, é por que sempre alguém pensa
Que ninguém tem mais razão
Aprendi que tudo passa, tomando chá ou cachaça
Tomando champanhe ou não
Aprendi que a descrença, a desconfiança e a doença
São partes da maldição
Aprendi que essa fumaça a minha janela embaça
Por fora, por dentro, não!

Tenho muitos homens aos meus pés, entretanto não possuo nenhum em minhas mãos

Que meus pés não se cansem
ao longo da estrada.
Que a vida me leve por caminhos
cheio de ternura
e que o amor seja a minha companhia.

"O QUE SERIA DE MIM"

O que seria de mim,
Se não fosse meus pés e minhas pernas, para poder andar e caminhar pra qualquer lugar, se não fosse meus braços e minhas mãos para apalpar, abraçar o que me rodear,

O que seria de mim,
se não fosse meus olhos, para poder olhar, ver e enxergar,
se não fosse minha boca,
para poder falar, calar, gritar e beijar...

O que seria de mim, se não fosse meu nariz, para respirar e sentir o aroma do mar e do ar,
se não fosse os meus ouvidos pra ouvir e sentir o que há,
O que seria de mim se não fosse meu coração que me faz sentir a sensação de amar e ser amada,

Em fim, todos os meus sentidos ; não teria sentido se eu não os tivesse,
O que seria de mim?

O que seria de mim, se não fosse EU,
O que seria de mim, se não fosse DEUS!

27/07/97 #Elisangelasantos

⁠Podem prender-me em algemas
Em grades ou podem amarrar meus pés
Mas meu conhecimento não!
Ah! Isso não!
É o meu escudo, minha proteção
Meu grito de guerra
Minha libertação!´

Trecho do poema: A cor do preconceito.
Livro: Súbito - a vida entre versos.

Não julgues o que sou
e eu não julgarei o que és...!!
não ponha espinhos nos meus pés...!
não faça juízo da minha pobre pessoa...!
não questiones o querer da minha alma a toa...!
não tragas frutos ocos em plantas boas...!
não prendas o balão...!
vá suba a proa...!
não boicotes o rei
para teres a coroa...!
não me ames
sem antes me odiares...!